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[RPG] Mundo Aberto - Edimburgo ۰ Escócia

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Edimburgo, Escócia

Capital da Escócia, Edimburgo localiza-se às margens do Firth of Forth, um braço do Mar do Norte que adentra as terras baixas escocesas. Devido a sua localização próxima ao Polo Norte, Edimburgo é uma cidade fria, onde não possuí períodos de seca, chovendo a mesma quantidade todos os meses. Após a unificação do parlamento da Escócia com o da Inglaterra, Edimburgo perdeu sua importância política mas permaneceu um importante centro econômico e cultural. Seu centro histórico ainda guarda muitos aspectos da época medieval. A cidade é dividida em duas grandes áreas. Ao sul se encontra a "Cidade Velha" , que preserva sua fisionomia medieval. Encontra-se nessa parte da cidade o Castelo de Edimburgo, localizado em um vulcão extinto; a Catedral de Santo Egídio e o Museu Real da Escócia (especializado em geologia, arqueologia, história natural, ciências, etc.). E ao norte, se encontra a "Cidade Nova", onde a arquitetura deixa de ser medieval para de se tornar moderna. Além do Museu Real da Escócia, existem a Galeria Nacional (com obras de Gauguin, Cézanne, Monet, Velazquez), o Museu da Escócia (especializado em história, ao povo e a cultura), o Museu da Guerra de Edimburgo (localizado no Castelo de Edimburgo) e o Museu da Infância. Além de todas essas atrações, a cidade é mundialmente conhecida pelo seu festival, onde há teatro, música e dança.

- Detalhes do Mundo
-- Sem sobrenatural fantástico (vampiros, lobisomens & etc)
-- Sem super-heróis (Homem Aranha, Batman, essas coisas)
-- Mundo atual. Ano 2013/2014

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Está é uma mesa de mundo aberto, onde não há mestres, apenas personagens, criados por qualquer pessoa que tenha interesse em participar desta Mesa.

As regras de uma mesa de mundo aberto são simples Além de respeitar as regras do mundo, há mais duas regras:

- Tenha senso. (Não interfira na postagens dos outros de maneira abrupta.)
Exemplo:
Estou postando como um bandido, que está roubando um carro. Não chegue e simplesmente "Me aproximo por trás do bandido (no caso eu) sem ser percebido e faço três disparos fatais contra sua cabeça. Assim que o vejo cair sem vida, aproveito para efetuar mais três tiros em seu corpo, para garantir que não haja condições dele sair vivo.
Esta postagem acima, é uma clara forma de interferir diretamente na postagem de outra pessoa, sem dar chances para que ela se proteja ou algo do tipo.

Ainda falando sobre senso, se entrar em combate com alguém, aceite a derrota, quando esta estiver clara. Se não, como não há mestres para intermediar os confrontos, os personagens farão uma guerra eterna.
Por exemplo: "Me aproximo por trás do bandido sem ser percebido e faço três disparos fatais contra sua cabeça" Aí vem a contra-resposta do bandido "Talvez por sorte, ou destino, vi pelo retrovisor enquanto um homem se aproximava nas minha costas, conseguindo assim escapar por questões de segundos de suas balas e atirando em seu abdômen em seguida." Aí novamente, vem a contra resposta do atacante "O homem era esperto. Conseguiu desviar dos meus tiros e logo tentou me ferir também. Mas sou atento, graças a Deus, e com isso, logo joguei meu corpo para a direita, fazendo com que suas balas acertassem a parede nas minhas costas". Deu pra entender? Posso ficar nisso até quando eu quiser e ninguém vai sair ferido. Por isso, tenha senso. Aceite a morte do seu personagem ou a derrota e use isso a seu favor em um futuro. Crie um novo personagem ou simplesmente, use a derrota como algo que irá motivar seu personagem a seguir em frente. Essas coisas.

- Adapte-se ao mundo.
Este mundo aberto é Edimburgo, Escócia. Então não tem lógica seu personagem estar indo/vindo da praia, tem?

No mais, é isso. E aproveite a Escócia, meu amigo.

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A vida nunca havia sido fácil. Nunca reclamou. Nesse tipo de vida então, as coisas são realmente mais complicadas do que são para as outras pessoas. Por isso, não deveria se surpreender com as atitudes, os acontecimentos que invadiam a sua vida a cada novo caso, a cada nova história de pessoas mortas, desaparecidas ou até mesmo, as tentativas de homicídio.
Hoje, o melhor era agradecer pelo dia anterior ter acabado e saber que sua filha estava bem longe dali, em Glasgow.

Por mais que não quisesse, era a hora de sair de casa. Voltar para o trabalho e com sorte, botar o louco que havia deixado duas meninas nuas, dilaceradas no meio de uma mata. Esse tipo de pessoa que mata garotas que não deviam nem ter 13 anos, era o tipo de pessoa que Andrew fazia questão de achar. Mas não para entregar a polícia, é claro. Ele era a polícia.. e se achasse esse maldito sozinho, ele também seria o juíz, o júri e claro, sua pena seria a de morte.

Finalmente sentindo o frio das ruas abraçarem seu corpo, que muito mal protegido por um sobretudo preto, que escondia seu distintivo, juntamente com a sua Glock, e um chapeu, que deveria aquecer suas orelhas, acendeu um cigarro, observando a luz do sol, tentando cortar o cinza do céu, daquele que deveria ser um dia cansativo de investigações para o agente da NCA.

Não havia mais de um ano que havia voltado para sua terra natal, mas queria muito sair daquele lugar. Já passava dos 50 e não tinha intenções de terminar sua vida ali. Um lugar marcado de memórias que não valeria a pena lembrar. Mas por agora, não havia muita importância. O cigarro já estava acabando e o dia tinha finalmente que começar.

Com a ponta de seu sapato, apertou o cigarro contra o chão, apagando-o e entrou em seu carro. Estava rumando a delegacia.



Última edição por OJPSampaio em 20/03/14, 12:23 am, editado 1 vez(es)

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Corvo escreveu:OFF: Qual é a fonte do texto usado na foto do personagem, JP?

Berlin Sans FB Demi.

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Corvo

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O senhor de idade andava apressado pela rua escura. Luvas, sobretudo e chapéu o protegiam do tempo frio. Estava quase atrasado, e hoje não podia se atrasar. Aperta o passo.

A mulher, aparentando pouco mais de cinquenta, bem vestida e maquiada, para o carro na entrada de casa. Abre a porta e se dirige para o portão da garagem. Não tinha mais idade ou paciencia para aquele tipo de esforço, mas com o portão automático estragado não havia outra opção. Pelo menos não estava chovendo. Se tudo desse certo o homem da loja de concertos viria bem cedo no dia seguinte, e ela não precisaria mais se preocupar com o maldito portão.

- Com licença, a senhora tem horas? - A mulher se assusta por um momento com o senhor de idade que aparecia ao seu lado, ofegando. Ela leva os olhos para o relógio. O homem leva a mão ao bolso.



Setenta e dois anos, mas estava inteiro. Cuidava bem do corpo, apesar de não ser mais o mesmo. Sua mente nunca foi problema. Tinha dois PhD's e poderia ter três se quisesse. Chegou a ser famoso no meio científico. Esperava um Nobel, mas ele nunca veio. Mesmo assim os anos nunca diminuíram sua capacidade mental. Sim, para um homem que completava hoje 72 anos, ele estava inteiro...

Mas o orgulho não. Esse foi destruído ao longo dos anos. Cada cheque da mísera aposentadoria, cada visita esparsa do filho que mora em Londres, cada notícia de crime e corrupção na TV, cada vez que era obrigado a voltar de pé no ônibus porque moleques ocupava os assentos... Cada vez que essas coisas aconteciam, o orgulho que tinha na juventude parecia mais distante. Aquela ainda era a mesma Escócia que tanto amava? O que havia acontecido? Porque ninguém mais percebia no que o país havia se tornado? Porque ninguém tomava uma atitude? Alguém tinha que fazer alguma coisa! ...Mas não fariam. As pessoas haviam se tornado inertes, amortecidas. Meras sombras que agiam automaticamente, sem paixão nem vontade, com medo ou descrentes demais para confiarem em si mesmas.

Mas não mais. Tudo aquilo mudaria em breve. E quando terminasse ninguém poderia dizer que Dougal Scotaidh não era um verdadeiro nacionalista!




O homem se levanta com um pouco de dificuldade, apoiando-se na faca cravada no peito da mulher. O que ele queria não estava no corpo dela. Vai até o carro, ainda ligado, e vê a bolsa no banco do passageiro. Dentro estava a carteira dela, mas também não era isso que ele queria. Continua procurando, e finalmente encontra as chaves, escondidas dentro de um bolsinho interno. Ele suspira e esconde a bolsa dentro do sobretudo. Era melhor que levasse a coisa inteira, para garantir. Se afasta calmamente, desaparecendo na esquina seguinte.

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Não que Andrew acordasse disposto muitos dias, mas hoje, em especial para ser mais um dia que não levantar da cama deveria ser a única opção.

A culpa em daquela indisposição não era o dia. Já estava acostumado com o dia-a-dia de Edimburgo. Estava cansado realmente de ter que a cada dia se deparar com mais e mais da crueldade humana.

Assim que entrou na delegacia, retirou seu sobretudo, seu chapéu e partiu em busca de um valoroso copo de café.

- Olá Judy. - Falou, em cumprimento a mulher que cuidava da recepção. - Bom dia. - Respondeu também a outro investigador.

E a manhã se deu assim. Cumprimentando aqueles que tinham a mesma rotina que ele e estudando esse caso que não sabia nem por onde começar. O assassino havia sido precavido. Não havia deixado digitais, fluídos corporais e coisas do tipo. Não havia como explicar essas duas mortes. Mas essa era a sua função. Investigar. Achar aquilo que as pessoas comuns não achariam. E nesse caso não seria diferente. Por mais demorado que fosse, iria cumprir seu trabalho. Tiraria mais um maluco das ruas. Com sorte para ele, a cadeia seria o seu destino. Se não..

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Evaä

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Era sua segunda semana após a requisitada transferência de região, aprovada pelo Serviço de Polícia da Escócia e pela NCA (National Crime Agency), e seus “colegas” de trabalho ainda tentavam se acostumar com a ideia de ter uma ex-modelo atuando na área de segurança e informação por ali. Annabel, porém, mantinha a soberba irreverente, fazendo jus a sua pequena fama dentro da agência. Há quem questione a presença de Annabel num órgão policial, bem como uma minoria de certa relevância questiona até mesmo a presença da loira na sociedade; livre. Todavia, a dor de cabeça de sequer pensar em dar voz a esses questionamentos é o suficiente para trazer qualquer um ao silêncio e ensina-los a engolir a altivez de Annabel, já que seu envolvimento com políticos e autoridades britânicas, apesar de esquecido pela fútil mídia sensacionalista, não passa despercebido na cabeça dessas mentes ligeiramente mais instruídas.

Engolir Annabel, contudo, é uma tarefa árdua para alguns, principalmente para sua nova companheira de trabalho, a qual ela insistia em chamar de assistente, quem ficara outra vez reclamando sozinha, enquanto Ann seguia, com toda sua arrogância, para a cafeteria do lado de fora do prédio. Aproveitando o pouco tempo que tinha de paz antes de ter que encontrar um policial de fora da Europa. Alguém que, em sua mente, não tinha valor algum, tal qual a maioria absoluta das pessoas que conhecia.

Acredita-se que a falta de empatia para com as pessoas fez com que a bela Stirling criasse certo apego pelas máquinas e pelos números. Contudo, é de conhecimento de alguns poucos e seletos indivíduos as perturbações psicológicas e de personalidade que afligem a agente. Para sorte de todos, porém, Ann se encontrava em um de seus momentos sociáveis; um dos seus dias “simpáticos”.

Logo de manhã recebera um comunicado de que um agente, que já fora do FBI, estava operando na região. O homem fora transferido do outro lado do mundo para dar mais trabalho aos dias de Annabel. Contudo, ela agradecia em silêncio por ele não ser de fato norte-americano nem negro, sendo o último um detalhe assaz importante para ela. O agente investigava um caso de assassinato envolvendo duas meninas violentamente atacadas. Bel, como os mais íntimos a chamavam, fora designada a passar algumas informações para esse tal de agente Minas, incluindo gravações das estradas mais próximas da entrada da mata onde foram encontrados os corpos. Poderia mandar alguém fazer isso, mas, curiosamente para os observadores ao seu redor, ela sempre se interessou em estar o mais próximo o possível dos casos de maior repercussão.

Já havia se passado algum tempo desde que Ann terminara seu chá e, por muito pouco, não o jogara na sua “assistente”, Michelle, Micaela, ou algo do tipo. A controversa e obscura agente da NCA já estava do lado de fora da delegacia que iria encontrar com o outro agente. Vestida com um sobretudo cinza de largos botões pretos, de um excelente e fino tecido de costura impecável, agasalhada por um chique cachecol de cores frias, vestindo luvas de couro negro que acompanhavam suavemente o contorno de suas mãos, calçada com longas botas de semelhante couro, as quais tinham um salto ligeiramente exagerado para o tipo de trabalho que executava e trajando calças também da cor preta - todos esses itens de caras e famosas marcas de luxo, bem como seu clássico relógio de outro branco no pulso esquerdo – Annabel aguardava em pé, encostada ao lado da entrada da delegacia.

Invejavelmente mais velha do que aparenta ser, a Sra. Stirling esboça outro traço intrigante nesse poço de mistérios. É o peculiar e evidente fato de apresentar um poder aquisitivo notavelmente maior do que o comum para qualquer agente de qualquer agência ou força policial do Reino Unido e não fazer questão alguma de esconder ou amenizar tal discrepância. Talvez os anos como modelo lhe renderam algo ou talvez seja mero fruto das capacidades matemáticas e financeiras, supõe os curiosos. Talvez outras coisas, arriscam-se, em outros pensamentos, os mais incomodados.

Esperou o agente passar; sabia quem ele era. Aguardou alguns minutos lá fora para finalmente entra na delegacia. O seu olhar era de causar desgosto em qualquer um que a encarasse. Alguns criminosos tinham menos desprezo por aquele lugar do que Annabel. Acostumada com seu confortável e de alto grau tecnológico escritório de ciber-investigação e informação, higienizado de maneira hipocondríaca e de organização digna de um transtorno obsessivo compulsivo, entrar naquela delegacia, no meio da plebe da Polícia da Escócia e dos agentes da NCA que ficavam por ali, era repugnante para ela. Contudo, não era a primeira vez que entrara ali e somente a sua evidente soberba já era o suficiente para denunciar sua identidade. Passou pela recepcionista sem sequer fitar seu rosto. Ignorou tudo e todos até chegar à mesa do tal do agente Minas. Sem se desfazer de seus acessórios e agasalhos – não ousaria apoia-los naquele antro de gente imunda – parou de frente para a mesa do agente.

▬ Eu me pergunto todo dia como seria o efetivo da NCA se proibissem o consumo disso. ▬
Disse, olhando com aversão para o café pobre do agente. ▬ Temos uma sessão de cinema para assistir. Espero que tenha reservado bons acentos. ▬ Proferiu com seu jeito único de ser desprezível, jogando o envelope com as gravações das câmeras na mesa de Minas, ignorando qualquer coisa que ele estivesse fazendo.

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Sua tamanha falta de vontade de trabalhar, fizeram com que sua reação a chegada inesperada daquela mulher, que claramente já conhecia, apesar de não pessoalmente fosse acompanhada de um olhar cansado, que percorrera todo seu esguio corpo, até finalmente olhar para seu rosto. Era uma mulher realmente bonita por sinal.

- Seria pior do que já é. - Respondeu a mulher, para em seguida olhar os envelopes jogados ali por ela. - Eu adoro cinema, mas aposto que esse não é o gênero que eu gostaria de ver hoje. - Falou novamente, agora já com os envelopes em mãos. - E o que seria isso, senhorita...? - Claramente sabia o nome dela, mas os modos diziam que ele deveria dar a oportunidade dela se apresentar pessoalmente. - Ah, me perdoe, Sou Andrew Minas.

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  Sentia-se incomodada sempre que alguém não a reconhecia ou fingia não a reconhecer. Na realidade, incomodava-se com o fato de ter de se apresentar, principalmente para outros membros das forças policiais do Reino Unido. Seus olhos buscaram pela delegacia uma sala a qual pudessem assistir todos aqueles vídeos, enquanto respondia o agente sem dar muita atenção.

▬ Stirling, Annabel Stirling. ▬ Disse ela, limitando-se ao seu nome, sem explicar de qual setor era. ▬ ...drew Minas. ▬ Completou por cima da fala do agente, impaciente, mostrando que já conhecia seu nome. ▬ E “isso” seriam os vídeos que me pediram para enviá-lo. São sobre suas meninas... Algumas muitas horas de vídeo entediante do sistema de vigilância das estradas ao redor da mata onde foram encontradas. Eu sou curiosa e, como já faz parte do meu trabalho, toda informação é valiosa. Quero saber o que está acontecendo nessa cidade. ▬ Explicou a Andrew, enquanto seus olhos ainda analisavam o lugar.

Annabel Stirling era um nome que incomodava muita gente do Serviço de Polícia da Escócia, além de ser facilmente reconhecido por leitores de jornal ou ávidos fofoqueiros da vida das autoridades britânicas. A loira, por fim, voltou a olhar para Minas e parou de dar curtos passos em volta de sua mesa, esperando uma ação. Queria ver aqueles vídeos, alimentar sua curiosidade e enriquecer um pouco mais com sua moeda de troca favorita, a informação, para poder sair logo daquele âmbito descuidado.

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A reputação precedia o nome de Annabel realmente. O certo desdém ao se apresentar para Andrew deixava claro isso.

- Fico feliz que já me conheça. - Falou Andrew, enquanto Annabel o cortava.

Andrew já estava esperando esses videos a algum tempo. Não imaginava que a pessoa que o trataria seria a senhorita Stirling. Por isso, não havia ligado os pontos quando ela colocou o envelope na sua frente.

- Ah sim. Ótimo. Finalmente vamos ter por onde começar. - Falou, já olhando para os dvds e levantando-se em seguida. - Mas receio que essa sessão de cinema será apenas para um telespectador, já que não pretendo passar essas horas assistindo o vídeo por aqui. - Começou a andar em direção a porta, parando próximo a ela, enquanto pegava seu sobretudo e seu chapéu. - Vou tomar um café em algum outro lugar, antes de seguir para a minha casa e começar a assistir esses vídeos. Não estava com muita vontade de ficar por aqui hoje e esses dvds chegaram em boa hora. Se a senhorita quiser, está convidada para tomar um café, mas também receio que minha companhia não seja tão boa como as que a senhorita tem de costume.

Além do cigarro, que sabia que um dia o mataria, o café era outro de seus vícios, por isso sempre que podia, gostava de dar uma escapada em busca de um café. E agora não seria diferente. Antes de voltar para a sua casa e lutar contra o sono enquanto assistia aquelas filmagens, tomaria uma bela xícara de café e claro, não recusaria a presença de uma bela mulher ao seu lado, mesmo esta sendo Annabel Stirling.

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Annabel deu um sorriso completamente desprezível e falso ao receber a resposta do agente. Contudo, no fundo, ela ficava feliz de saber que não precisaria passar mais um minuto naquele ambiente que tanto a desagradava. Todavia a ideia de ir à casa de Andrew trazia dois lados conflitantes em sua mente: o bom, que remetia a conhecer mais do homem responsável por esse caso pelo qual Ann nutria um peculiar interesse e o ruim, o qual era o simples fato em si, de ir a casa dele.

▬ Normalmente eu dispensaria isso tudo. ▬
Disse ela, também seguindo para a porta. ▬ Mas hoje vou dispensar somente o café. ▬ Completou, esboçando certo nojo na palavra café. ▬ Eu poderia dizer para assistirmos isso no departamento de tecnologia, já que é meu dever assisti-los também, mas acho que você que já teve muito desconforto para um dia. ▬ Disse, referindo-se gestualmente à delegacia. ▬ Só espero que sua TV seja melhor do que essas relíquias daqui. ▬ Comentou, deixando claro que iria ver esse vídeo com Andrew e estendendo o convite à sua casa, sem se importar.

Que Stirling era curiosa e inteirada de todos os assuntos políticos e criminais de Edimburgo ninguém tinha dúvida. Contudo, o ardoroso e súbito interesse por esse caso desconexo, que tampouco se relacionava com os assuntos geralmente encontrados no universo de Stirling, era, no mínimo, curioso de se observar. A loira se pôs a seguir Minas, ansiando para ver o conteúdo daquelas gravações.

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- Tem um ótimo café na lanchonete mais próxima. Você não sabe o que vai perder. - Comentou, já saindo da delegacia e acendendo um cigarro. - Minha tv não é uma das melhores, mas também não é tão ruim quanto as daqui. Se a senhorita tiver uma ideia melhor, estou disposto a ouvir. - Falou, dirigindo-se ao seu Corvette 98. - Mas antes de qualquer coisa, preciso do meu café. Se a senhorita não tiver vindo de carro, será um prazer ter a sua companhia no meu carro.

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