Sejam bem vindos ao RPG via Fórum, onde pretendemos reunir jogadores, curiosos e interessados nesse grandioso mundo que é o RPG

Conectar-se

Esqueci minha senha



Parceiros
Fórum grátis

Últimos assuntos
» Chat - BatePapo - Descontração
28/10/16, 08:53 am por Fake

» [RPG] Terra devastada(Survival Z)
09/08/16, 05:42 pm por Felype Dias

» [RPG] UNIVERSOS
31/05/16, 03:45 pm por Grifen

» [UNIVERSOS] Ficha e Instruções
31/05/16, 03:37 pm por Grifen

» [RPG] Caminho Das Chaves
17/03/16, 02:29 pm por LíderDosLíderes

» [Database] Caminho das Chaves
16/02/16, 05:32 pm por LíderDosLíderes

» [RPG] Turno da Noite (Solo)
05/11/15, 06:42 pm por OJPSampaio

» [RPG] Mundo Aberto – Vampires à Paris
28/06/15, 08:29 pm por RPGista

» Peste Negra em Sevilla: Fichas e Informações do Cenário
26/06/15, 04:50 pm por RPGista


Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

[RPG] Corpse Party: O último dia de nossas vidas

Ir à página : 1, 2, 3  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 3]

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Corpse Party
O último dia de nossas vidas

''No ano de 1997, num hospital de Osaka, varias mulheres grávidas morreram graças a má administração e negligencia da enfermeira Himiko Daruki. Ao invés de injetar as vitaminas apropriadas, ela injetou vaselina pura em todas as pacientes que estavam hospedadas no hospital.

Familiares e amigos próximos dela afirmam que Himiko sempre quis ajudar os outros, desde pequena. Detetives supõem que foi por isso que ela acabou ficando louca, já que quando descobriu seu erro, matou todos os pacientes do quarto andar. Ela tentou se matar, mas foi parada pelo o policial Seihan Mutsigoshi justamente antes de cometer suicídio. A data de sua execução está marcada para a próxima Terça-Feira.
Como era de se esperar, o velho hospital privado Lost Sanctuary, acabou fechando.
''

É o ano de 2014. Hoje é o dia 11 de fevereiro*, e é o teu ultimo ano escolar. Você faz parte do Clube de Drama( também conhecido como Clube Teatral)
e por alguma razão você optou, ou foi forçado, a fazer tua ultima viagem escolar com os teus camaradas do ultimo ano do Clube, mesmo sendo que a maioria não é da mesma classe. Como grupo, vocês  decidiram viajar para Osaka, e encontraram um velho albergue chamado New Paradise que até mesmo os mais pobres do grupo podem pagar.

Esse é o teu ultimo ano escolar. Provavelmente a tua ultima viagem antes de entrar na verdadeira vida real. Mas enfim, o que poderia dar errado, não é?

Aclarações:

- O RPG se passa em Japão. Os alunos são de uma pequena cidade do interior, e inicialmente a maioria queria conhecer Tokio, mas não encontraram nenhum bom lugar para ficar, tendo que usar a segunda opção: Osaka
- O RPG está fortemente baseado no jogo/novela visual '' Corpse Party''. Eu pretendo colocar imagens gore, nada muito exagerado, mas se for fraco de estômago, por favor avise e apelarei para a descrição, e não o uso de imagens.
- *O ano escolar no Japão termina em Março.
- Vocês são parte do Clube de Drama, mas não precisam gostar de atuar. Podem cumprir outros papeis: Como escritores, mexer em equipamentos, diretor, inclusive podem estar lá como castigo. Abram suas mentes!
- O RPG começa Sexta, ao menos que as vagas lotarem antes disso. Ah, e são 4 vagas.
- Finalmente, a temática do RPG será Mistério/Horror( E não Terror, que é diferente!)

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Antes de começar, é muito importante aclarar:

- Ohba Mikako

- Ohba Kahori

- Tatsuki Neito

- Hiragaia Chikohumi

- Finn Neverson

- Rime-Sensei

Ver perfil do usuário

Corvo

avatar
   
   
- Maki Yuuto

8D

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Capitulo 1

O ultimo dia de nossas vidas

Maki Yuuto


Você estava suando, e muito. Fazia muito calor naquele lugar, e a gravidade parecia ser mais alta. Além disso, sentia uma forte formigação vindo do teu braço esquerdo. Teus olhos estavam grudados pela quantidade de suor, e só após você reunir a coragem suficiente você conseguiu abrir eles, um ou outro silio sendo arrancado no processo.

Você estava numa sala escura, em cima de uma cama. Dava para ver de longe uma porta de metal entreaberta, mas nenhuma luz saía de lá. Estava muito abafado. Você se olha. Está com o uniforme do colégio. Agora que você se lembra, haviam ido até Osaka para a viagem de fim de ano. Tiveram dificuldade em encontrar o albergue. Entraram, e... Você não consegue lembrar o que aconteceu depois disso.

Finalmente os teus sentidos estavam se recuperando totalmente, e você sentia que a ''gravidade'' voltava ao normal, provavelmente tua mente se estabilizando. Foi aí que você percebeu que tinha uma agulha enfiada na veia do teu braço esquerdo, e do lado havia uma bolsa de sangue com um liquido verde que rapidamente diminuía. Aquilo lá estava entrando no teu corpo!

Mitsuru Shinosuko


Você sentia uma forte dor de cabeça, e muito calor. Parecia que estava no meio de vinte pessoas num dia de verão.  Além de tudo isso, sentia um forte nó na tua garganta, uma leve vontade de vomitar.

Você não conseguia abrir teus olhos. A tua consciência já estava apagando quando você escuta uma voz conhecida sussurrando levemente no teu ouvido. - Acorda, Shinosuko. Acorda! - Logo após isso, você sentia um leve peso na tua boca. Você reconhecia a voz, era Hiragaia. Reunindo bastante forças, você conseguiu abrir os teus olhos. Hiragaia estava com o ombro dela em cima da tua boca, e isso te impossibilitava de falar. - Fica quieta, fala baixo. - Disse a estudante, lentamente retirando o seu ombro de cima.

Os teus sentidos ainda estavam voltando. A tua vista estava embaçada, mas você conseguia sentir que Hiragaia estava jogada em cima de você. Em poucos segundos a tua visão voltava ao normal, e você percebia que tuas mãos estavam amarradas com as mãos de Hiragaia. Não dava para ver o material, já que elas estavam entre o teu abdômen e a cintura da rebelde, mas você conseguia sentir muito suor ali. Com o passar de alguns poucos mais segundos, você percebeu que as tuas mãos estavam amarradas de uma forma obrigando ambas estar de mãos dadas com a outra.

Os teus sentidos ainda não haviam voltado completamente. O teu cérebro ainda estava carregando, e ainda não tinha entendido bem a situação. - Olha para trás de mim, e por favor, não grita. Ou eu mesmo te mato! - Ameaçou Hiragaia. Um pouco sonsa, você percebeu que estavam numa sala caindo aos pedaços. O chão feito de cimento estava gelado, e isso aliava as tuas costas da gigantesca densidade de calor naquele lugar. Você também percebia que havia marcas vermelhas no chão e...

Você havia encontrado o que Hiragaia estava querendo mostrar. Uma mulher alta de cabelo largo, usando uma roupa de paciente de hospital. Os teus sentidos voltaram completamente quando percebeu que aquela pessoa, junto a sua roupa, tinha uma cor branco espectral. Era um... Fantasma? Aquela mulher tinha uma barriga grande e exposta, talvez uma grávida. Ela estava há alguns metros, olhando para vocês, apesar de não se mover.

Foi aí que você percebeu algumas peculiaridades. Estava faltando o seu olho esquerdo. Em seu lugar havia uma espécie de liquido, também de cor espectral, caindo levemente do se rosto. O seu estômago estava mucho, caído, e havia varias feridas que pareciam ter sido feitas com algo pontudo. E de todas aquelas feridas, o mesmo liquido caía. Apesar que de nenhum dos lugares chegava a cair no chão.

- É um fantasma, não é? Eu não tô vendo coisas ? Afinal, o que está acontecendo? - Disse Hiragaia, num tom impaciente. O suor dela caia nos teus lábios e teu nariz. Além disso, ela parecia estar usando um perfume com cheiro de chocolate. Charmoso, talvez, mas isso não ajudava o teu enjoo. - Escuta, o que você quer fazer? Eu não acho que ela seja que nem o Casper. Podemos nos levantar e sair correndo as duas juntas, ou... Você não consegue ver algo que possa cortar essa corda, ou seja o que for que nos está prendendo? - Observando melhor a sala, você percebia que do outro lado havia uma entrada que parecia ter tido sua porta arrebentada. Ao lado desta porta, o teto havia desabado, apesar de ainda ser possível passar. Inclusive, da forma que as tábuas de madeira estavam posicionadas, dava para subir para o outro andar. Havia cacos de vidro espalhados pelo chão perto da entrada, e inclusive um pedaço de madeira com ponta que talvez desse para cortar.

Além disso, olhando em direção ao Fantasma, havia um corredor que não dava para ver até aonde levava por causa do ângulo. Havia luz vindo daquele corredor.

Se você tentasse lembrar do que havia acontecido, lembraria que chegaram em Osaka bem, entraram no albergue... E tua memória acaba aí. Sem embargo, uma forte dor de cabeça te atacaria por alguns segundos.

Keito Harumi


Você sentia muito calor. E também um certo golpe contra o teu peito. O golpe se repetia. Não doía, só fazia uma certa pressão. Sem embargo, o teu corpo se negava a mover. Por mais que você desejasse teus olhos abrirem, o único que podia fazer era levemente mover teus dedos. A força e frequência dos golpes aumentavam, até depois de alguns minutos eles finalmente cessarem. ( Teste de Força= Fracasso). A tua consciência apagava.

Você lentamente abria teus olhos. Estava num corredor de chão frio, apesar do ambiente estar bastante quente. As tuas ultimas lembanças são de você e tua turma do Clube de Drama chegarem no albergue. Não consegue se lembrar de nada depois disso.

Ainda um pouco tonto, você percebe que está sem camisa, apesar de sua calça do colégio estar parcialmente intacta. Na verdade... Havia um pouco de sangue nela, perto do teu pé. Eram algumas gotas, mas você não estava ferido.

Você se recupera totalmente. E é aí que você percebe um som rítmico. Parecia uma lâmina, bem grande, cortando o ar. Há duas entradas: Uma na esquerda, uma sala escura, e a na direita, que parecia vir luz daí. O som da lâmina vem na da direita. E é então que escuta. - AAAAAAAAH! NÃO, NÃO, NÃO, SOCORRO, NÃO, NÃO, NÃÃÃÃO, SOCORRO! AJUDAAAAAA, NÃÃÃÃÃÃÃO! - Você reconhecia a voz, era Kahori, e estava vindo da sala da direita!



Última edição por LíderDosLíderes em 19/01/14, 12:34 am, editado 1 vez(es)

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
OBS: Desculpem a demora. Quando eu fui postar, apareceu que alguém mais tinha postado no tópico, e perguntou se eu queria postar mesmo assim ou editar minha resposta. O problema é que não dava pra postar mesmo assim, nem editar. Então tive que re-fazer meu post. :v Maldito Corvo.

Ver perfil do usuário

R.

avatar
Camper
Camper
Harumi Keito


Keito sabia que não deveria ter ido aquela viajem, isso estava cada vez mais evidente. Ele não conseguia lembrar-se de nada após a chegada ao albergue. Na medida em que seus olhos se abriam ele também percebia a diferença entre o calor ambiente e o chão gelado.

Em um ato instintivo ele colocou sua mão esquerda sobre o peito, e observou o corredor, foi quando veio aquela voz , como um choque o fez tremer. – Kahori-San – Gritou Keito e logo após se arrependeu de tê-lo feito.

Com um pouco de dificuldade ele conseguiu se colocar de pé e andar em direção à porta direita, antes de entrar ele encostou-se à parede e se pendeu para frente com o intuito de observar o que ocorria no próximo aposento.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Keito Harumi

Ao se levantar, sua visão se nubla por alguns poucos segundos, não te impedindo de avançar mesmo assim.

Batalhando contra o calor do lugar, você olha pela porta para avistar a situação. Era Kahori, como havia imaginado. Mas não foi ela a que te chamou a atenção ali.

Ela estava numa mesa de operações, com os membros atados contra a mesma usando fitas de couro. Seu uniforme escolar, mas especificando a camisa, estava cortada na parte do abdômen superior, e no meio do seu estômago havia uma linha de sangue. Acima, há alguns metros, uma lâmina gigante balançava de esquerda a direita, e parecia que ia cortar bem na linha vermelha da pobre garota. Ela te olhava, seus olhos estavam arregalados, junto com bastante lágrimas caindo pelo seu rosto. - H-HARUMI?! ME TIRA DAQUI, POR FAVOR, ME DESATAAAAAA! SOCORRO, ME AJUDA, POR FAVOR!  

Além disso, havia varias mesas e instrumentos de tortura encima delas. Inclusive, na outra ponta da sala havia um balde com algumas manchas de sangue ao arredor do mesmo, e vinha um cheiro horrível dele. Na parede contra o balde havia uma janela fechada. ( Prova de Percepção= Sucesso) De fato, a janela parecia estar pintada na parede. Mas era uma pintura bem realista.

A lâmina gigante, que a cada balançada se aproximava de Kahoru, não tinha muito fio. Parecia que havia sido feita daquela maneira, sem fio. Se alcançasse Kahoru, não a cortaria ao meio totalmente, provavelmente deixaria de balançar na metade do corpo, fazendo a vitima sofrer até morrer. Era uma arma de tortura, não de assassinato.

( Prova de Percepção= Sucesso)

Você percebia que debaixo da mesa de operações, que estava grudada contra o chão, havia finos e quase invisíveis cordões de ferro que estavam ligadas a cada fita de couro. Esse cordão ia até o chão, e de lá, pela parede, seguia até o teto até finalmente chegar na corda que aguenta a lâmina gigante. Percebendo bem, a corda não estava grudada no teto. Estava grudada no fio de ferro! Se você desabrochasse ou cortasse as fitas de couro de alguma maneira, a lâmina cairia muito mais rápido.

Ver perfil do usuário

Beatriz Moura

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Meus sentidos continuavam tentando escapar de mim. A princípio, não conseguia entender do que Hiragaia estava falando, e aquele lugar era tão quente...

Me concentrei um pouco, tentando ignorar o enjoo   no fundo da minha garganta, que só aumentava com aquele perfume doce, e finalmente percebi que testávamos amarradas. Ainda meio confusa, segui as instruções da outra garota e olhei para trás...  Minha cabeça clareou em um instante.

Meu corpo contraiu-se instintivamente. Contorci os pulsos, como se o simples ato de querer levantar as mãos pudesse me libertar. Eu queria gritar. Queria empurrar Hiragaia de cima de mim, e sair correndo! Mas me contive. Fiquei imóvel, encarando aquela coisa. Tentando achar alguma explicação lógica para tudo aquilo e sentindo uma horrível dor de cabeça toda vez que tentava me lembrar de como tinha parado ali.

Respondi a pergunta de Hiragaia, sobre aquilo ser um fantasma, com um aceno de cabeça rápido e olhos arregalados.  E terminei fazendo o que ela havia me pedido, examinando o lugar.

Por mais que houvesse luz no corredor atrás daquela aparição, eu não sei se realmente queria tentar passar correndo por ela. Não conseguiríamos correr o suficiente amarradas como estávamos. Teríamos que nos soltar primeiro...

- Escuta, Hiragaia-sam – sussurrei, a voz ligeiramente tremula – tem alguns cacos do outro lado. E um pedaço afiado de madeira... Se você conseguir jogar o corpo para o lado, talvez possamos levantar e cortar essas cordas antes de... – Voltei a olhar para a mulher, procurando algum sinal de mudança. Questionando Hiragaia com o olhar em seguida, pronta para entrar em ação assim que ela se movesse.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Hiragaia te olhava séria. Enquanto você continuava, informando-a sobre a situação e sugerindo um plano, o seu suor continuava, de gota em gota, escorrer até o teu rosto. - Um pedaço de madeira? - Ela sussurrou para si mesma, enquanto discretamente olhava para trás.

Foi esse o momento que você checou novamente no '' Fantasma''. Antes, aquela mulher estava olhando para ambas. Mas assim que tua mirada chegava nela, o fantasma começava a olhar diretamente para teus olhos, e esboçava um doce sorriso. - Se prepara.

[ Prova de Sociabilidade= Sucesso] De acordo com o teu plano, Hiragaia se joga ao teu lado. Ela rapidamente se levantava, muito mais rápida que você, e ela acabava te puxando para cima. Agora que dava para ver bem, não era uma corda comum que as unia, a corda era de metal flexível! E era pesada, como se houvesse alguma coisa dentro dela... No exato momento, palavras vinham do fantasma. Enquanto o fantasma falava, Hiragaia corria em direção ao pedaço de madeira, e consequentemente te obrigava a fazer o mesmo. Se bem que eram poucos metros, se notava que ela era muito mais rápida que você.

- Aonde vocês vão, meus bebês? Vocês tem que ficar juntas, abraçadas... Ainda não nasceram... - Uma voz doce, mas ao mesmo tempo vazia, vinha da boca do fantasma. Hiragaia não parecia assustada, mas irritada, enquanto violentamente balançava suas mãos contra a ponta do pedaço de madeira. Dava para ver que a poucos, o metal ia se danificando, mas não o rápido suficiente... - Não fujam... Eu não quero perder outras filhas...

A mulher começava a caminhar na direção de vocês. Eram passos rápidos, e antes que você pudesse fazer qualquer coisa, você nota que alguma coisa saía do seu olho furado... Escutava o som de algo se movendo pelo meio da carne vindo dela, quando finalmente um pequeno punhal simplesmente brotava do seu olho. Ela retirava-o de seu olho segurando-o pelo punhal.

Aquilo já era demais pra você. Não dava para aguentar mais, você sentia o enjoo subindo por sua garganta. Sem embago, antes de vomitar, Hiragaia simplesmente pega o pedaço de pau, que parecia ser bastante pesado e devia medir uns 1,50m, e te puxa para a entrada ao lado de vocês.

Era um corredor escuro. A luz vinda do quarto anterior revelava que as paredes e o chão eram feitos de azulejos, e algum deles estavam fora do lugar, revelando o cimento. - Não vomita, Shinosuko. Não vomita! Temos que achar um lugar seguro para rasgar essa corda! - Disse Hiragaia num tom alto.

No final do corredor, havia uma porta de metal que parecia ser bastante pesada. Você conseguia ver silhuetas de outras quatro portas pelo corredor, mas era difícil ver suas indicações. [ Prova de Percepção= Falho]. Hiragaia, sem embargo, parecia conseguir ver um pouco melhor. - A porta no final do corredor parece ter um cadeado, tá fechada. E tem outras quatro portas: Sala de segurança, incubadora, vestiário e... Acho que a ultima, perto da porta de metal, diz congelador. Você é esperta, não é? Para onde vamos?!

Você escutava os passos vindo do quarto anterior. O fantasma ainda não havia aparecido, mas estava próximo, e caminhava num ritmo basante rápido.

Ver perfil do usuário

Corvo

avatar
   
   
Um gemido. Estava quente demais. Abro os olhos. Onde estava? Vejo o líquido verde - AHH! -

Num reflexo eu agarro a agulha, puxo-a do meu braço e atiro-a para longe, como se fosse algum animal peçonhento. Quase no mesmo instante, me debatendo com o susto, caio da cama. Fico ali por alguns segundos, arquejando.

Osaka. Albergue. Era ali que eu estava? No albergue? Aquilo não parecia... Com nada que eu conhecesse. Onde estavam todos? Como eu tinha chegado ali?

Levanto. Eu precisava lembrar o que tinha acontecido. Esforço minha mente tanto quanto possível, tentando recordar qualquer pequeno detalhe.

Em seguida, começo a vasculhar a sala. Aquele lugar me dava medo, mas eu tinha que descobrir o que aconteceu, e o melhor modo de conseguir isso era encontrando pistas.

Reviro o lugar de cabeça para baixo, separando tudo que parecer interessante em um canto, inclusive a agulha, o saco que continha o resto de líquido verde (com cuidado para não derramar) e o tubo de borracha que conectava saco e agulha. Até uma pedra ou lajota quebrada poderia ser "interessante".

Ver perfil do usuário

Beatriz Moura

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Eu me sentia uma boneca de pano, sendo arrastada para cima e para baixo por Hiragaia. Mas tentava acompanhá-la o melhor possível.

Tentei ajudar a cortar aquela corda estranha, movendo os braços no mesmo ritmo que minha colega de clube. Mas perdi o foco quando o fantasma tirou uma faca do buraco do olho que estava faltando, e me deixei levar para o corredor sem protestos, feliz por sair da visão daquela coisa.

Minha náusea tinha voltado, só que mais forte dessa vez. Mas eu me forço a engolir de volta o que estava querendo subir pela minha garganta.

Quando Hiragaia, que parecia enxergar no escuro muito melhor do que eu, pergunta para onde deveríamos ir, eu rapidamente respondo, em uma voz baixa e ligeiramente esganiçada:

- Sala de segurança.

Esse deveria ser o melhor lugar, talvez até tivesse algo mais útil para cortarmos essas cordas. Porém, antes que a garota pudesse me arrastar até lá, eu pego um dos destroços que estavam no chão. – Distração! - Falo, mostrando a pedra. Em seguida corro com Hiragaia até a porta da sala de segurança e, antes de entrar, atiro o pedregulho o mais forte que consigo no final do corredor. Com sorte o fantasma seguiria em frente e ignoraria a sala onde estávamos escondidas.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Maki Yuuto

O teu braço continua formigando, só que mais levemente. De á poucos, a sensação ia diminuindo.

Você juntava tudo que você julgava útil perto, ou ao lado, da cama: A bolsa, a agulha, o tubo de borracha. O resto do quarto estava muito escuro, e parecia estar vazio. Você deu três voltas pelo até finalmente se topar com algo... Bizarro. No canto contrario a porta de metal entreaberta, você acabava sem querer pisando alguma coisa que se quebrava. Demorou alguns segundos até que você pudesse identificar bem o que era: Os ossos de um cadaver, incluindo sua caveira que estava quebrada ao meio. Havia uma chapa de identificação no piso: '' Hiraki Fishuoji, Saint Missionary of Tokyo''. Você já ouvia escutado esse nome. Saint Missionary of Tokyo era uma escola internacional católica de Tokyo...




Do nada, uma misteriosa chama flutuante aparecia encima do cadáver. Você conseguia escutar o som de fogo vindo dela. - Hahaha. Mais uma alma destinada á uma cruel morte, como a minha. - Uma voz vazia, que emitia um leve eco vinha dela.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Você pegou o pedaço de azulejo mais pesado que pode encontrar por perto, e antes de entrar o jogou contra a porta de metal, no fim do corredor. Se bem que a força não era a tua, também não era como se o azulejo fosse muito pesado.

O pedaço de cerâmica batia contra a porta de metal, que causava um eco não tão forte quanto esperado. Higurashi imediatamente entra na sala, e depois de você entrar, fecha a porta levemente.

Assim que você entrava ali, sentia um forte ar frio na sala. Na verdade era tão frio, que graças as roupas de verão do colégio que você estava usando, acabava ficando arrepiada. Inclusive incomodava um pouco respirar aquele ar frio.

Talvez por costume, Hiragaia levantou suas mãos, fazendo você fazer o mesmo, e pressionou o interruptor ao lado da porta, o que acendeu a luz, mas imediatamente ela apagou, arregalando os olhos. - Espero que aquilo não tenha percebido... - Sussurrou. A sala estava escura o suficiente para ver bem. O único que chamava a atenção era uma grande e antigo sistema  vigilante, além de uma cadeira com rodas na frente deste. A maioria dos monitores estava apagado, somente dois dos cinco estavam acendidos. Um deles mostrava um elevador para só uma pessoa, e o outro três capsulas, umas mesinhas no canto da sala com algumas coisas encima delas, e como o corredor, alguns azulejos fora de lugar. [ Prova de Percepção= Sucesso] Em uma das capsulas parecia haver uma pessoa contorcida... Hiragaia também parecia perceber, já que levantava a sobrancelha, meio confusa.  

E respectivamente, encima do primeiro monitor havia uma etiqueta que dizia em cor verde de giz '' Elevador para descapacitados'' e a outra '' Incubadora'. Antes que pudesse comentar algo, vocês escutavam os passos vindo do corredor. Eles se aproximavam, cada vez mais... Até que eles continuavam indo, e se distanciavam. Hiragaia suspirou, aliviada. Esperou alguns segundos para apoiar o pedaço de madeira no chão, com cuidado, e começou novamente a serrilhar. - Deveriamos usar esse elevador. Ir para o térreo, e encontrar a saída dessa porra. -  Sem embargo, enquanto o fazia, ela voltou sua atenção para uma das câmeras. - Olha lá - Indicou. O fantasma havia entrado na Incubadora. Ela pegava alguma coisa da mesinha[ Prova de percepção= Falho], mas você não conseguia identificar o que era. Ela abria uma das incubadoras, a que havia o corpo, e levantava sua cabeça, soltando o objeto na boca da pessoa. Ela continuava  segurando a cabeça da pessoa por alguns segundos, até que a soltava e novamente fechava a incubadora.

Ela dava alguns passos em direção a porta, mas não sem antes olhar para a câmera. - Meus amores, eu não vou deixar irem embora, não novamente, hihi... Eu sei aonde vocês estão, minhas doces, mas mamãe não pode entrar aí. Por favor, venham até aonde aquela ordinária as matou na ultima vez. As estarei esperando lá. Hihi... - O espirito saia daquele lugar. - Eu acho que ela acabou de fazer aquela garota engolir uma chave... Será que era a do cadeado da porta de metal? - Vocês escutavam o som de seus passos retornando de onde foram. Dava para perceber que ela estava bem ao lado da porta, quando o som de seus passos para. Depois de alguns segundos de tensão, ela cravava o punhal na porta, e obviamente era a lâmina que ressaltava. - Não demorem muito, minhas queridas. Mamãe as está esperando... - Novamente, os passos continuavam para onde vocês originalmente tinham vindo. Eles continuam cada vez mais baixos, até que não se escutam mais.

Foi nesse momento que Hiragaia finalmente conseguia cortar a corda de metal. Uma espécie de liquido caía de dentro, e vocês finalmente tinham suas mãos livres. - Você soa bastante, Shinosuko. Parece até um porco. - Comentou Hiragaia, com um tom sarcástico. - Eu realmente acho que a porta de metal leva ao elevador. Mas para ir para lá, teríamos que... - Ela pausava, engolindo saliva - Tirar a chave de dentro daquela pessoa... Bah, nem sabemos se ela está, bom...Viva... - Hiragaia pausava, enquanto acariciava suas próprias mãos.

- Sabe, no começo, quando eu estava encima de você, achei que havia sido alguma zuera idiota dos moleques. Agora, como eu gostaria que fosse só uma brincadeira... Me pergunto o que aquela mulher estava querendo dizer com '' ir até onde aquela ordinária nos matou da ultima vez'', ou algo assim. Onde estará o resto do pessoal, droga!? - Disse ela, irritada, batendo levemente contra o interruptor, fazendo a luz ligar.

A sala não era muito grande, e tirando alguns pedaços de azulejos fora do lugar, o único que vocês não haviam enxergado no escuro era um quadro de antigo de uma mãe segurando um bebê. O estilo da pintura lembrava os velhos quadros medievais. - E aí? O que você acha que deveriamos fazer, ô leitãozinho?
- Disse Hiragaia, meio estressada.

Ver perfil do usuário

R.

avatar
Camper
Camper
Harumi Keito


Ao entrar na sala e observar aquela cena, parecia que uma faca tinha passado pela barriga de Keito, ele podia sentir a o aspecto de morte vindo daquele lugar e daquela situação. Por um minuto ele ficou olhando o abdômen da garota enquanto ela clamava por ajuda. Depois de alguns momentos ele piscou os olhos com força, e depois voltou a encarar a garota. – Calma Kahori! – Ele nunca a tinha chamado pelo primeiro nome, mas foi o que saiu naquele momento. – Não grite mais! – Ele continuou seus pedidos ou ordens a garota.



Após perceber o mecanismo daquela mesa juntamente com a lâmina, ele pensou em como poderia tira-la dali. Foi quando uma voz passou por sua cabeça: “Eu deveria deixa-la ai, eu não posso fazer nada mesmo, ninguém saberá que eu não a ajudei...”. Ele abriu a boca ao reconhecer que ele mesmo estava pensando naquilo e como um ato instintivo ele deu uma tapa em seu próprio rosto, no intuito de esquecer. – Não é o momento de entrar em desespero! – Exclamou ele para si mesmo. Então ele observou a sala procurando por algo que pudesse ajuda-lo.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Harumi Keito

Kahori te olhava, aterrorizada.- M-Mas eu vou morreeeer, eu não quero morrer! Me tira daqui, desabrocha isso! Por favor! - Pedia Kahori, entre lágrimas e soluços. Ela provavelmente não havia percebido o mecanismo do cordão de ferro. Você analisou a situação por alguns segundos...

Se bem que tua mente sugeriu dar o fora, optou por tentar pensar em algo. Analisou a situação, olhando bem o que estava presente naquele quarto, se bem que cada segundo significa um tempo menor de vida para a coitada da modelo. [ Prova de Calma= Sucesso]

Apesar da pressão do momento, você se mantinha sobre controle e acabava descobrindo uma saída de tudo isso. A lâmina gigante não tinha muito fio, o que quer dizer que não estava muito afiada.

Se bem que nenhum material naquela sala parecia poder aguentar a brutalidade da lâmina, você avistou novamente o balde, perto de algumas manchas de sangue. De longe, não parecia muito oxidado. Se você colocasse dentro do balde algumas ferramentas que estavam espalhadas pela sala, então talvez a lâmina parasse, e você pudesse pensar bem em como tirar ela dali.

Ver perfil do usuário

Beatriz Moura

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Abri a boca para protestar quando Hiragaia disse que eu suava como um porco, mas voltei a fechá-la. Esse não era o momento nem o lugar para começar a discutir por besteiras. Principalmente com essa esquentadinha.

Eu massageava meus pulsos, ao mesmo tempo em que tentava identificar o que era o liquido que tinha saído da correte. Conseguia sentir meu coração diminuindo o ritmo. Era bom finalmente estar desamarrada, em um lugar iluminado e longe daquela mulher.

- Tem certeza que aquilo era uma chave? Eu não consegui ver o que era. E não sei se o elevador é uma ideia tão boa assim. Ele só pode levar uma pessoa por vez, e nós nem sabemos em que andar estamos. – Falo, tentando ligar os outros monitores, na esperança de conseguir uma dica melhor de onde estávamos, e de como chegar até a saída. – Fora que você não acha que deveríamos procurar os outros? Eles também devem estar aqui em algum... – Minha atenção se volta para o monitor que mostrava o berçário. Mais especificamente para a pessoa na incubadora. Hiragaia parecia disposta a pegar a chave (se for mesmo uma chave) a todo custo. Mas e se aquela fosse uma das nossas colegas... Abano a cabeça para afastar aquele pensamento. Fosse o que fosse nós acharíamos uma solução.

Concordo instantaneamente com Hiragaia, quando ela diz que gostaria que tudo fosse uma brincadeira dos garotos. Mas tive que parar um instante para pensar sobre a questão da mulher. - Alguém deve ter matado as filhas dela, quando ela era viva... Quer dizer... Bem, ela pensa que nós somos suas filhas, que voltamos pra ela ou algo assim... – Dou uma olhada para a pintura da mãe com o bebê. – Ela deve ser um espírito muito atormentado... – As histórias sobre fantasmas e espíritos inquietos que minha tia Ai costumava contar me vêm à cabeça. Meus pais sempre torciam o nariz e diziam que eu não devia dar ouvido a essas coisas. Mas nunca disseram que as histórias eram mentira...

- Vamos dar uma olhada na pessoa presa no berçário. – Mais uma vez mordo a língua quando sou comparada com um porco. Hiragaia não conseguiria me tirar do serio, não na situação em que estávamos. – Melhor levar isso. - Aponto o pedaço de madeira que usamos para cortar a corrente. Se aquilo pudesse, de alguma forma, ser útil contra aquela mulher, Hiragaia teria mais chances de causar algum dano.

Examino os monitores uma ultima vez, voltando a mexer naqueles que estavam desligados caso fosse necessário. Depois, abro a porta lentamente e espio o corredor. Caso ele realmente estivesse vazio, eu aceno para que Hiragaiae viesse, e vou em direção ao berçário.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Hiragaia escutava tudo o que a a garota dizia. - Certo. - Ela concordou quando Shinosuko sugeriu que ela se armasse. Com suas duas mãos, ela levantou com facilidade o pesado pedaço de madeira. Você nunca tinha notado, mas os braços da estudante eram bem torneados, provavelmente mais do que Finn e inclusive Tatsuki.

Quando você abriu a porta para o corredor, percebeu que não havia ninguém. Pelo menos ninguém visível. Como planejado, você começava a caminhar em direção ao berçário,  não antes de Hiragaia se meter na frente de liderar o caminho. Você não podia evitar mas perceber como ela caminhava segurando a madeira, pronta para bater em algo. Era como se ela já soubesse o procedimento de pegar alguém desprevenido...

Na metade do caminho, ela abre sua boca, em voz baixa. - Eu notei que ela tinha uns furos no barriga. Talvez as filhas nunca saíram? - Ela disse, num tom frio. - E... Sobre encontrar nossos companheiros, você não acha que eles tentariam ir para o andar com a saída dessa porra? Se aconteceram com eles o mesmo conosco, e todos fomos separados em grupos, não seria o mais óbvio pensar que o melhor lugar para se encontrar seria a saída? Sei lá, só uma palpite.

Já dava para ver a placa encima da porta. Dizia '' Incubadoras''. Hiragaia colocava uma de suas mãos no maçanete, mas antes de abrir a porta, dizia num tom sarcástico e com um sorriso rude no rosto. - Sobre o elevador, nós dois somos magrinhas, acho que daria para entrar. Ou você não tá querendo ficar encostada comigo? Sabe, eu acordei antes de você. 'Ce tava com um sorriso na tua cara enquanto dormia. Tá querendo reprimir teus desejos, é? - Ela soltou uma leve risada. - Não se preocupa Shinosuko-san, eu não sou homofóbica. Mas já vou avisando que gosto de homem, porquinho. - Disse, com um largo sorriso em seu rosto, imediatamente abrindo a porta.

A sala era feita de cerâmicas. De diferente cor que do corredor, um branco levemente verde, havia alguns balcõezinhos contra as paredes, mas o que mais chamava atenção, obviamente, eram as incubadoras. Três delas, duas vazias. Parecia haver vapor dentro da que a suposta garota tinha que estar, o que impossibilitava uma boa visão.

Hiragaia ligava a luz. Não era estável, e ficava piscando. Sem embargo, você percebeu que havia uns tubos vindo da incubadora com o excesso de vapor dentro, e esses pequenos tubos de plásticos entravam dentro do chão.

Você escutava a saliva sendo engolida por Hiragaia. Com cuidado, ela se aproximou da Incubadora e apertou um grande botão vermelho, que a abriu. O vapor imundou a sala por alguns instantes, até que a visão ficou clara. O corpo de uma garota. Ela devia ter uns 13 anos. No pescoço dela, uma chapa de identificação. Hiragaia arrancava-o com força de seu pescoço e lia em alto. - Tá dizendo Ariki Namiotsu. Que nome estranho... Gakkō Minami no shima, segundo ano do ensino médio - Disse, olhando para o corpo. - E então, abro o corpo dela? Talvez você queira esperar lá fora, borboleta.

Ver perfil do usuário

Beatriz Moura

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Em qualquer outra situação, eu me sentiria desconfortável com Hiragaia armada com um pedaço de madeira, pronta para emboscar alguém.  Mas, naquele momento, estava muito grata pela aparente experiência da garota em surrar os outros...

- Hmmmm... Provavelmente você tem razão. – Concordo quando ela fala sobre a barriga da mulher, e sobre acharmos nossos companheiros de clube. Se estivessem em algum lugar por aqui, eles também estariam procurando a saída.

Estávamos indo bem. O argumento dela sobre cabermos as duas no elevador era bem coerente, mesmo Hiragaia estando mais para musculosa, do que para “magrinha”. Acenava positivamente com a cabeça, quando ela começou a tirar uma com a minha cara. Eu sentia o calor subindo pelo meu pescoço, não sei se de raiva ou de constrangimento.

- Eu não gosto de garotas! Gosto de rapazes. – Sussurro indignada.  – E pare de me chamar de “porquinho”! – Eu ainda poderia ter acrescentado um “Não sou eu que me comporto como um garoto aqui.” Mas, por um monte de boas razões, segurei a língua.

Toda essa história havia me feito lembrar de Finn. Será que ele e os outros estavam bem? Eu esperava que sim.

Finalmente tínhamos chegamos ao berçário. E se eu achava que aquele lugar era ruim no escuro, era porque ainda não o tinha visto com as luzes piscando. Aquilo era inquietante. Dava a impressão que alguma coisa estava se esgueirando pelos cantos, pronta para nos pegar, igual a um filme de terror.

Tínhamos parado em frente a incubadora com a pessoa dentro. Ou pelo menos supúnhamos que havia uma pessoa dentro, já que não conseguíamos ver nada com todo aquele vapor. Escuto Hiragaia engolir em seco antes de abrir o aparelho. Eu prendo a respiração. Vapor se espalha pela sala, revelando uma garotinha. Escuto Hiragaia ler a chapa de identificação sem tirar os olhos da menina. Ela parecia ser só um pouco mais velha do que minha irmãzinha. O que era estranho, já que a chapa dizia que ela estava no segundo ano do ensino médio...

 Meu raciocínio é interrompido quando Hiragia fala em abrir a garota. Eu a encaro com olhos arregalados. Ela falava aquilo como quem diz que vai cortar um assado. Como essa garota podia ser tão fria?!

- A-Abrir? Não podemos simplesmente abrir o corpo dela. Nem sabemos se ela está realmente morta! – Com delicadeza, eu puxo um dos braços da menina e tento sentir seu pulso, como tínhamos aprendido nas aulas de primeiros socorros. Caso não sentisse nada, tentaria a artéria, e só então abriria a boca da menina para ver se essa tal chave estava mesmo lá.

Ver perfil do usuário

Corvo

avatar
   
   
- FILHO DA P- Caio para trás e me arrasto quase dois metros enquanto olhava para a chama, antes do susto passar. Mesmo quando isso acontece, meu coração ainda batia com força e meu cérebro trabalhava violentamente, o que me faz ficar calado por mais alguns instantes antes de balbuciar - M-morte cruel, eh? O-o que aconteceu? -


(Para os interessados, o que se passava em minha cabeça era algo mais ou menos assim: - Mate! Mate com fogo! ~ Não, ele É FEITO de fogo! Vai piorar a coisa toda! ~ Distraia ele! Mantenha-o falando! ~ Mate! Mate com uma tijolada! ~ Não tem tijolos aqui, imbecil! ~ Ele parece ter uns bons segredos... Mas como posso negociar com essa coisa? ~ TAQUE QUALQUER COISA, MAS MATE ESSA PORCARIA! ~ Será que ele vai usar aquele fêmur? -)

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Hiragaia levantava uma de suas sobrancelhas quando você protestava sobre ser chamada de '' Porquinho''. - Mas é um nome tão bonitinho. Pff, entendo. - Ela disse, cruzando os braços.


Você checa o o seu pulso, mas não encontra nada. Quando abre a boca da garota, Hiragaia não consegue aguentar e acaba deixando escapar uma risada sarcástica, acompanhado de outro comentário rude.- Então é assim que você e a modelo falam de moda. - Disse ela, num tom baixo, talvez para si mesma.

- Ela está morta, Shinosuko. Você não vai querer ver isso - Disse Hiragaia, te empurrando de leve para trás. A atlética estudante levantava com uma mão o pedaço de madeira, pronta para perfurar a garota, ou seu corpo. - A roupa vai atrapalhar.

Com sua outra mão livre, ela puxa a camisa de estudante para cima. E é nesse momento que ela dá um leve pulinho para trás, soltando o grito mais feminino que você já escutou na tua vida. Apesar disso, os olhos de Hiragaia estavam completamente dilatadas. - Kyaaaa! - Sua respiração era forte, e novamente ela engolia saliva.

O abdômen da agora descoberta garota morta estava totalmente aberto, com suas tripas expostas. Um cheiro nojento imediatamente invade o quarto. Sem embargo, como Hiragaia havia reconhecido antes, uma chave também estava levemente exposta. Hiragaia olhava para você, e novamente sua postura corajosa e fria voltava. Com um pouco de receio, ela rasgou as mangas de sua jaqueta escolar, e com elas, conseguiu retirar a chave de dentro da garota.

Ela ficou olhando fixamente a chave. Parecia ser de bronze, mas estava totalmente banhada no sangue da garota. Hiragaia parecia estar em transe. Ou pelo menos estava muito pensativa.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Maki Yuuto

Você podia sentir que a atmosfera ficava mais densa depois da tua pergunta. - O que aconteceu. A pergunta certa seria o que não aconteceu. E a resposta é o seguinte, seu lixo humano morto: Eu não fui para o lado certo. Eu não desconfiei das pessoas que eu deveria haver desconfiado. Eu não matei as pessoas que eu deveria ter decapitado.

A voz do espirito ficava cada vez mais forte, e a mesma ecoava pelo quarto cada vez de forma brutal. Você podia sentir uma espécie de peso passando por teu corpo quando ele falasse, como se suas ondas sonoras pesassem.

- ME ESCUTA, HUMANO! SE VOCÊ QUER TER ALGUMA CHANCE DE SOBREVIVER, NÃO... - Você escutava um passo vindo da porta de metal entreaberta, e imediatamente o espirito desaparecia, antes de poder finalizar a frase.

- Yuu-chan!? - Você conseguia ver completamente bem quem era: Rime-Sensei. Ela aparentava aliviada. - Eu tinha escutado uma voz vindo desse quarto, e achei que era algum desconhecido. Você tava falando sozinho?

A professora se aproximava, e você sentia que a densidade do quarto desaparecia. [Prova de Paranoia= Sucesso] Sem embargo, você sabia que aquilo não era normal. Não era simplesmente a temperatura, não era simplesmente vento que estava circulando por Rime-Sensei ter abrido a porta. Era a sua própria presencia que aliviava o lugar. - Você está bem, Yuu-chan? Eu não consigo me lembrar como terminamos aqui... Acordei faz umas três horas junto com o Finn, mas depois do terremoto, acabamos nos perdendo e estou aqui.

Você não conseguia lembrar de nenhum terremoto.  

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Kei Natsumi



Você sentia calor. Tanto calor que parecia que teu corpo estava enrolado em uma capa de suor. Mas o que te fazia acordar não era isso, mas o som que você escutava constantemente. O som de fogo queimando madeira... Você finalmente conseguia abrir os olhos, pese o cansaço que sentia no momento.

Havia uma fogueira muito perto do teu rosto. Perigosamente perto. Olhando para os lados, uma sala escura mas levemente visível é revelada diante dos teus olhos. Você estava num quarto meio destruído, havia escombros por todos os lados, a unica excepção era a porta, que justamente quando você passava sua vista por ela, a mesma se abria.

Um jovem entrava na sala, com um sorriso no rosto. Ele era alto, cabeça rapada, levemente atlético. Ele estava usando um uniforme escolar, apesar das mangas de sua camiseta terem sido arrancadas. Ele percebia que você estava acordado. - Hahahaha... Minha putinha está acordada. Eu já te comi de uma maneira, sua vadia, agora vou te colocar encima dessa fogueira e te comer de outra. - Violentamente ele avançava contra você, que só agora percebia que tinha suas mãos e pés amarrados.

Pela corda, ele levanta o teu torso. Estava pronto para te jogar contra a fogueira quando você escuta o som de alguma coisa forte quebrando, e o jovem do nada caindo no chão. Sua cabeça estava sangrando. Quem havia feito aquilo era...

- Ah... - Respirou fundo Neito, segurando um pedregulho bastante grande. Ele balançou a cabeça negativamente por um segundo, soltou o pedregulho e prosseguiu para te desamarrar. - Você está bem, Natsumi-san? - Você finalmente estava liberado das cordas.

Ver perfil do usuário

R.

avatar
Camper
Camper
Harumi Keito

Aquela era a única opção visível no momento e o passar dos minutos podiam determinar a morte da garota. Keito corre em direção ao balde, o observa com certo nojo, imaginando qual era o conteúdo que continha ali. Logo ele segurou o balde com as duas mãos e o virou na direção oposta ao seu corpo, o que quer que tenha ali, ele não queria em seu corpo.
Então após o balde estar vazio ele correu pela sala juntando muitas ferramentas dentro do balde, tentando-o deixar o mais massivo possível. Ele então seguiu em direção a lâmina e colocou o balde em uma posição capaz de interceptá-la. Ele então fechou os olhos e esperou pelo resultado.

Ver perfil do usuário

Beatriz Moura

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko

Ignoro completamente o comentário rude de Hiragaia. Discutir com ela era besteira. Fora que eu não tinha entendido o que ela disse mesmo...

Ela me empurra para trás, pronta para abrir o corpo da menina com aquele pedaço de madeira. Tentei protestar, mas acabei desistindo. Hiragaia estava determinada a recuperar a tal chave, e eu duvido seriamente que conseguiria convencê-la de fazer o contrario. Ao menos ela tinha me deixado verificar se a garota estava realmente morta. O que fazia minha consciência ficar mais tranquila.

Eu esperava que o show grotesco começasse – e, de preferência, terminasse logo - a alguns passos de distancia, quando Hiragaia dá um gritinho e se afasta. Me sobressalto por um instante, hesitando em ir ver o que tinha acontecido.  Se, o que quer que aquilo fosse, tinha conseguido arrancar aquele gritinho dela, provavelmente conseguiria arrancar um de mim. Mas no final, tomo fôlego e me aproximo da incubadora, apenas para cobrir a boca e voltar a sentir o gosto da bílis.

Não precisaríamos mais abrir coisa alguma, alguém já tinha feito isso por nós. E o cheiro... Argh! Como não tínhamos sentido aquele cheiro antes? Ao menos a chave estava lá... Hiragaia pega a chave, e começa a encará-la fixamente.

- Hiragaia-san, você está bem? – Pergunto quando ela fica algum tempo muda, olhando para o objeto.

Ver perfil do usuário

Corvo

avatar
   
   
Ok, ele estava falando, isso era bom, isso era bom. Tendo encontrar qualquer pedregulho, só por garantia...

Mas então ele muda o jeito de falar, e meu medo é substituído por um enorme interesse. Não me importava o que aquela coisa era, ele estava para falar algo importan-Aquela mulher entra no quarto! Um arrepio corre lentamente minha espinha. Maldita! Mulher maldita! Ela fez de propósito, eu tinha certeza! Ela não era normal, ela que arrastou a gente naquela excursão, ela era a culpada de tudo e sabia exatamente o que estava fazendo! Malditamalditamaldita!

- S-sensei? He.. Hehehe... Hahaha! - Coloco a mão sobre o rosto enquanto rio baixinho por mais alguns segundos - Desculpe, desculpe. Estou tão aliviado de ter mais alguém aqui! - Me levanto devagar e, depois de verificar se meus bolsos estavam vazios, começo a juntar "minhas coisas" do chão - Eu acordei nesse lugar e não tinha ideia do que aconteceu. Devo ter batido a cabeça, não lembro de nada depois que entramos no albergue. -

Finalmente me desloco até a ossada de Hiraki Fishuoji e finjo interesse num fêmur enquanto, discretamente, pego com a outra mão a placa de identificação do aluno magrelo e, junto com um osso pequeno, escondo-o no bolso - Sensei, o que aconteceu exatamente? Onde estão todos os outros? - Olho para a professora com o canto do olho, apenas por um instante, e tento adivinhar o que ela estava pensando.

Enquanto ela fala, eu pego o fêmur e balanço-o no ar um pouco, testando o porrete improvisado. Independente do resultado, procuro outro osso que estivesse pontiagudo. Se necessário, quebraria um para criar uma ponta.

A ideia era ter nos bolsos: Um saco com líquido verde; Uma agulha presa a um tubo de borracha; Uma placa de identificação; Um ossinho pequeno e inútil. E ter nas mãos: Um osso grande do fêmur; Um osso pontiagudo.

Ver perfil do usuário

Felype Dias

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Natsumi Kei

Ao acordar, sentido a alta temperatura direto no rosto e a luz intensa da fogueira, fecho um pouco os olhos, apertando-os com as palpebras. Olho ao redor. O calor e aparencia do lugar começam a me deixar nervoso. Deve ser a sensação de desconhecer completamente a situação.
De repente a porta se abre e um garoto maluco, com jeito de quem havia acabado de fugir de algum sanatório adentra dizendo tais coisas.
Tento me levantar, mas percebo que se encontrava preso. Amarrado em algo e sendo ameaçado de ser jogado na fogueira e... estuprado? Espera aí? como assim me comeu uma vez? Esse maldito me estuprou enquanto estava inconsciente?
O nervosismo se mistura com a raiva. A sensação de não-ciência da situação se mistura com nervosismo e impotência. Até que o som da pancada me fez voltar um pouco a si.
O rapaz cai ao chão sangrando.
-Tatsuki-senpai! Onegai, tasukete!!! Me ajude aqui, por favor!- Pedia ainda nervoso. - Daijoubo! Estou bem.. eu acho... - Preferia silenciar sobre a possibilidade de um estupro. Mesmo em uma situação de estres, o constrangimento também era de um nível alto.
Mesmo com a mente se recuperando do susto, seu corpo ainda demonstrava o nervosismo. Estava um pouco ofegante.
- Tatsuki-senpai, o que aconteceu? Porque estamos aqui...assim? Onde estão os outros? - Perguntava enquanto Neito o desamarrava.

Ver perfil do usuário http://independentart.deviantart.com

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Mitsuru Shinosuko


Ela demorava alguns poucos segundos para reagir. - S-sim. É que... Esquece. Si'mbora. - Disse Hiragaia, num tom sério. Sem mais preâmbulos, ela caminhou para fora da sala, e avançou até o elevador. A chave cabia perfeitamente, e ela conseguia abrir a porta de aço como um pouco de esforço, revelando o pequeno elevador.

- Eu estava pensando... Se esse lugar está amaldiçoado, qual será que foi o feito que o tornou maldito? - Dizia ela, enquanto abria a porta manualmente. - Lembra que vimos a etiqueta do elevador na sala de monitoramento? Acho que dizia elevador para descapacitados, ou algo assim. Terá haver com algum acidente? Ele é tão pequeno. - De fato, era impossível que alguém numa cadeira de rodas pudesse sentar ali dentro.

Vocês se ajeitavam dentro do elevador. Conseguiam fazer que o pedaço de madeira coubesse junto a vocês, mas ficaram bem apertadas. Seu corpos não se chegavam a tocar nem nada, mas dava para sentir a respiração forte de Hiragaia. Ela fechava a porta do elevador, e apertava o botão '' T'', o mais embaixo de todos. Além disso, havia botões 1, 2, 3, 4 e !!.

Demorou alguns segundos para o elevador se mover. Por um momento, Hiragaia indagou se '' essa bosta tava funcionando'', mas finalmente estava baixando. Por alguma razão, o elevador era muito lento. Baixava uns poucos centímetros por segundos, além de tremer um pouco.

Sem embargo, Hiragaia mantinha sua mirada fixa em você. Olhava direto para os teus olhos, e finalmente após alguns segundos, dizia algo, num estranho tom tímido. - Borboleta... Você não sente nada por o estrangeiro, não é?

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Maki Yuuto

Rime-Sensei respirava fundo, e soltava o ar como se aquilo fosse a ajudar conseguir alguma resposta. Ela olhava o chão, como se estivesse esperando que a solução aparecesse. Sem embargo, após perceber que teria que reagir, dizia.

- Aaaah, eu não sei... Gostaria de saber, é sério! Você acordou agora, Yuu-chan? Boooom, se eu me lembro bem... - Ela colocava o indicador nos lábios, e olhava para cima. - Eu acordei faz, digamos, uma hora ao lado de Finn-kun. Meu bumbum tava doendo, como se tivesse caído de algum lugar. Confirmei minha teoria quando percebi que Finn-kun tava com a perna quebrada. Ele tava dormindo, é claro.

Ela pausou por um momento, quando percebeu que você estava colectando umas coisas. Olhou confusa, mas decidiu não perguntar. - Foi aí que eu ouvi passos. E o barulho de varias rodas girando. De longe, eu consegui ver, e eu JURO que não fumo, fantasmas empurrando duas macas-carrinhos! Eram mulheres, e eu acho que estavam grávidas... Não pensei direito, consegui acordar o Finn e tentamos fugir. Mas elas começaram a gritar... E começou a sair uma sombra de sua boca e de seus olhos, e do nada elas começaram a correr... E foi aí que houve um terremoto. Você não deve ter sentido por que tava dormindo, eu acho. Mas foi tão forte que acabei no chão. Quando abri os olhos, estava num lugar totalmente diferente, e comecei a andar até que cheguei aqui!

Era um grande relato. E apesar do conteúdo, ela não parecia muito assustada. De fato, parecia séria... Preocupada... - Sabe, temos que encontrar todo mundo e sair daqui, Yuu-chan. Eu acho que esse lugar é perigoso. Enquanto corríamos, Finn sugeriu que tentássemos encontrar uma saída. Talvez todos pensassem o mesmo, e todos nos encontraríamos lá.



- Isso não vai funcionar, moça. - Você escutava uma voz femenina, desconhecida aos teus ouvidos. - Se o espirito de Hiraki Fushioji houvesse terminado de dizer o que ele queria dizer, Maki Yuuto teria percebido qual é a situação real, e teria conseguido '' sair'' daqui com Mitsuru Shinosuko e Tatsuki Neito. Sem embargo, todos os outros morreriam. Mas esta vez Maki Yuuto não conseguiu escutar a frase final de Hiraki Fushoji, e graças você, moça, o espirito de Hiraki Fushioji desapareceu para sempre.

A voz parecia vir de varios lugares diferentes ao mesmo tempo.

E finalmente, bem detrás de Rime-Sensei, ela simplesmente aparecia.




- Vocês podem me chamar de Achi. Eu sou uma xamã, uma mediadora entre a dona deste limbo, o inferno e infelizmente, o mundo real.


Rime-Sensei saltava do susto ao escutar a voz vindo de trás dela. Ela parecia muito impactada para dizer algo.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Harumi Keito

Como imaginou, o conteúdo do balde era algo nojento. Tripas, e muito sangue. Alguns orgãos que pareciam ter sido esmagados, mas o trabalhou foi meio mal feito e não se converteram totalmente em liquido. Por alguma razão, você não havia sentido o cheiro até aquele momento. Estava feliz em despejar aquilo.

Você recolhia tudo, ignorando os berros de Kahori, e colocava bem encima do estômago dela, que era aonde você calculava que a lâmina gigante ia acertar.

Bastou alguns segundos para a lâmina acertar o balde. Felizmente, como esperado, ela acabava travando. - Me tira daqui, Keito-san... Por favor... - Sua voz estava fraca, por causa de tanto choro. Ainda sim, se desabrochasse as fitas de couro, e lâmina cairia para algum lado. Provavelmente não para baixo, graças ao balde cheio de ferramentas, mas sim para a esquerda ou direita. Deveria tomar cuidado caso decidisse
desabrochar as fitas.

Ver perfil do usuário

LíderDosLíderes

avatar
Postador Formado
Postador Formado
Natsumi Kei

Neito finalmente terminava de te desamarrar. - Sinceramente cara, eu estava prestes a perguntar a mesma coisa pra você... - Suspirou Neito, talvez um pouco decepcionado. Você podia sentir as marcas que a corda fez na tua mão.

- Eu acordei faz uns trinta minutos. Eu tava numa sacada, entrei, vi uma pessoa, a segui, e bom... Agora ela está inconsciente, ou pior... Morta. - Disse Neito,  encarando o corpo do jovem que supostamente te havia estuprado. Demorava alguns segundos até que ele finalmente seguia falando.

- O que você acha que devemos fazer? Amarramos o cara? Tentamos buscar uma saída? Ou deveríamos buscar o pessoal? - A sala estava escuro, e além da leve luz vindo do corredor atrás da porta entreaberta, a única fonte de iluminação era aquela fogueira. Havia alguns pedregulhos na sala, estava bastante desgastada.

Ver perfil do usuário

Conteúdo patrocinado


Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo  Mensagem [Página 1 de 3]

Ir à página : 1, 2, 3  Seguinte

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum