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[RPG] Artefatos

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1 [RPG] Artefatos em 07/02/14, 07:17 pm

Corvo

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Espaço reservado para transferência do jogo Artefatos.

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2 Re: [RPG] Artefatos em 09/02/14, 11:27 am

João Pedro Bracci

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blz

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3 Re: [RPG] Artefatos em 09/02/14, 08:12 pm

Corvo

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João Pedro Bracci escreveu:blz

Ow, Braccilomon, você me faria um imenso favor? Você consegue copiar o jogo lá do orkut e postar aqui, ou me mandar pra que eu poste? Eu não consigo mais acessar o orkut, vou ter que passar todos os meus jogos pra cá. >_<

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4 Re: [RPG] Artefatos em 09/02/14, 10:40 pm

Felype Dias

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Postador Formado
Intro:
Trinta anos atrás, uma nave caiu sobre a pequena cidade de Catspole. Os moradores não demoraram a descobrir que a nave, não tripulada, continha inúmeros objetos de interesse, e rapidamente a saquearam. Quando o exército chegou, restava apenas a carcaça e aquilo que não podia ser carregado. Foi feita uma varredura na região, interrogatórios, muita coisa foi tirada dos moradores. O caso foi encoberto. Mais tarde o exército ofereceu uma boa quantia para qualquer um que entregasse partes do "avião secreto de testes do governo". Isso durou meses, e gerou um comércio de peças falsas...

Mas isso foi a trinta anos. Hoje, os poucos que falam sobre isso são os velhos que repetem a história pela milésima vez para jovens entediados, e os comerciantes que vendem cacarecos aos escassos turistas, esperando que a frase "veio de uma nave espacial!" os faça pagar um pouco mais.

FICHA
- Nome: Completo, do personagem.
- Sexo: Do personagem.
- Idade: Do personagem.
- Aparência: Do pers... Você entendeu.

- Habilidades interessantes: Cite uma ou mais que você acha legal. Eu vou escolher apenas uma, e posso alterá-la para se encaixar no jogo. Sim, foda-se você, eu faço o que quero. XD

- História: Não enrole, se concentre apenas nas informações importantes. Origem, família, o que faz da vida, particularidades do personagem... Coisas assim. Não esqueça de falar como o artefato chegou até você. Ele é apenas um pedaço curioso de metal, num formato estranho, que não faz absolutamente nada.

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5 Re: [RPG] Artefatos em 10/02/14, 07:49 am

João Pedro Bracci

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Postador Formado
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oFF: faria , mas oq precisa de todas as peginas , apenas as ultimas?

E ve se posso jogar contos de sangue , fiz a ficha la

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6 Re: [RPG] Artefatos em 10/02/14, 01:50 pm

Corvo

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Felype Dias escreveu:Intro:
Trinta anos atr-Blahblahblah...

/o/
Muito obrigado, gentil senhor! 8D Agora poste o resto! Com detalhes! E não esqueça de manter a formatação correta! XD
João Pedro Bracci escreveu:oFF: faria , mas oq precisa de todas as peginas , apenas as ultimas?

E ve se posso jogar contos de sangue , fiz a ficha la

De preferência sim, seria bom todos os posts. Isso é mais para eu poder me lembrar dos detalhes do que qualquer outra coisa, na verdade. Não precisa postar aqui se for dar trabalho, mas eu realmente agradeceria se pudesse ao menos me mandar uma cópia do jogo. Algo simples mesmo, tipo em bloco de notas ou coisa assim. Sem isso, não tenho como continuar o jogo. (Maldito orkut! Malditomalditomaldito! >_<)

Sobre o Contos de Sangue, eu vou te colocar na parte 2, depois que os outros conseguirem (ou não) fugir. Mas tem um detalhe: Vampiro é bastante baseado em interpretação, então você tem que interpretar e escrever muito bem. Manter uma escrita clara e nada de ter reações que não fazem sentido para o personagem. Qualquer infração nesse sentido pode resultar na morte do personagem.

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7 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:29 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
Postador Formado
Blz irei postar tudo aqui. Serao dez posts. E sobre o Contos de Sangue , tomarei isso como desafio . Ja que achas que nao escrevo bem =D

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8 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:31 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
Postador Formado
[RPG] Artefatos
Trinta anos atrás, uma nave caiu sobre a pequena cidade de Catspole. Os moradores não demoraram a descobrir que a nave, não tripulada, continha inúmeros objetos de interesse, e rapidamente a saquearam. Quando o exército chegou, restava apenas a carcaça e aquilo que não podia ser carregado. Foi feita uma varredura na região, interrogatórios, muita coisa foi tirada dos moradores. O caso foi encoberto. Mais tarde o exército ofereceu uma boa quantia para qualquer um que entregasse partes do "avião secreto de testes do governo". Isso durou meses, e gerou um comércio de peças falsas...

Mas isso foi a trinta anos. Hoje, os poucos que falam sobre isso são os velhos que repetem a história pela milésima vez para jovens entediados, e os comerciantes que vendem cacarecos aos escassos turistas, esperando que a frase "veio de uma nave espacial!" os faça pagar um pouco mais.

FICHA
- Nome: Completo, do personagem.
- Sexo: Do personagem.
- Idade: Do personagem.
- Aparência: Do pers... Você entendeu.

- Habilidades interessantes: Cite uma ou mais que você acha legal. Eu vou escolher apenas uma, e posso alterá-la para se encaixar no jogo. Sim, foda-se você, eu faço o que quero. XD

- História: Não enrole, se concentre apenas nas informações importantes. Origem, família, o que faz da vida, particularidades do personagem... Coisas assim. Não esqueça de falar como o artefato chegou até você. Ele é apenas um pedaço curioso de metal, num formato estranho, que não faz absolutamente nada.
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Corvo .
Corvo . - 17/08/2013
Inscrições abertas! Máximo de três jogadores!
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Corvo .
Corvo . - 17/08/2013
eduardo ¤:
Habilidades interessantes seriam + ou - o que ? Saber desenhar e coisa do tipo ?
Poderes, habilidades que certos animais tem, coisas assim. Por exemplo, "garras retráteis", "descarga elétrica", "super velocidade", "camuflagem", "braços extras"... Por aí.
Gostou?
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Corvo .
Corvo . - 17/08/2013
eduardo ¤:
O rpg se passa em que País ?
A princípio, em algum país fictício, parecido com os EUA. Talvez eu realmente o transforme nos EUA mais tarde, mas, por enquanto, é só um país qualquer.
Gostou?
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eduardo ¤
eduardo ¤ - 17/08/2013

- Nome: Matthew Valkyrie
- Sexo: Masculino
- Idade: 16
- Aparência:

- Habilidades interessantes: Ler pensamentos, telepatia ou os do Professor Xavier dos X-men que inclui esses 2.

- História: Seus pais sempre foram ausentes, os dois trabalhavam no governo e sempre possuíam compromissos para ir, o que fez o garoto praticamente morar sozinho e fazer tudo o que quisesse, dormia tarde, saia com amigos praticamente a qualquer hora e não ligava muito se não voltasse para casa. Apesar disto sempre foi dedicado a seus estudos apesar de sair muito com os seus amigos para vagabundear por ai, foi em uma dessas aventuras em que eles encontraram o pedaço da nave, decidiram que ficaria com Matthew pois este morava sozinho e não fariam perguntas.
Gostou?
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 25/08/2013
Nome: Ton Neibother
- Sexo: M
- Idade: 17
- Aparência:  



- Habilidades interessantes: Vampirismo (mesmo da vampira x-man)

- História:
Tem uma familia presente e amorosa. Tanto seu pai quanto sua mãe o tratam com muito cuidado como se fosse uma criança de 10 anos. Ton vive se machucando por brincadeiras como andar de skate, bicicleta e outras coisas que jovens normais gostam.
Um dia qualquer tedioso, a mãe de Ton vai em seu quarto desejar feliz aniversario e compra pra ele um Skate novo. Logo depois seu pai lhe da um pedaço de metal, dizendo ser um metal que caiu a alguns anos atrás do céu e que ele o guarda desde então.
Ton achou inutil mas pegou o pedaço de metal, seu pai disse para não mostrar para ninguém, que era um metal raro e séria algo de familia... Ton ignorou tudo e continuou ouvindo musica em seu phone de ouvido.
Gostou?
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ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ
ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ - 26/08/2013
- Nome: Annie Edwards
- Sexo: F
- Idade: 20
- Aparência:


- Habilidades interessantes: Controlar elementos (em especial, o ar), sugar a energia vital ao toque (tipo vampira, dos x-men *-*), visão de raio-x, mudar de forma... (Era pra sair citando, então... rs)

- História: Annie estava empacotando suas coisas, dentro de algumas semanas se mudaria para uma republica próxima a faculdade. Ela havia sido aceita na Academia de Artes Cênicas, e já iniciaria as aulas no próximo semestre. Optou por mudar-se, uma vez que morava com os tios e a última vez que os viu brigando, a alguns dias atrás, o motivo era ela. Ao deslocar uma caixa de lugar, a garota esbarrou na prateleira de seu quarto, deixando cair a caixinha de música que pertencia a sua mãe (que faleceu, junto com seu pai, em um acidente na estrada há alguns anos atrás). Ao cair, a velha caixinha de madeira partiu-se, para o desespero da menina. Ao abaixar-se para recolher os pedaços, constatou que apenas o fundo da caixinha havia se soltado. Entre os pedaços ela avistou uma pequena figura de metal, distinta, que até então estava escondido dentro da caixinha que pertenceu a sua mãe.
Gostou?
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 26/08/2013
- Nome: Durkheim Bracci
- Sexo: Masculino
- Idade: 18
- Aparência:



- Habilidades interessantes:  Habilidade de controlar elementos , como fogo , gelo e ferro ou Regeneração

- História: Durkheim morava num internato , ja que tinha perdido sua mãe quando era muito novo e seu pai era militar e fazia missões fora do pais . MAs entao seu pai aposentou  e consigo trouxe um pedaço de metal muito estranho . Trouxestes pois gostava de colecionar coisas de sua missões , so que Bracci se interessou muito por aquele pedaço de metal entao acabou pegando escondido para ele o objeto . Durkheim é um garoto normal , mas tem um fraco por bebidas , cigarros e mulheres.
Gostou?
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Corvo .
Corvo . - 27/08/2013
Matthew Valkyrie
Não havia estrelas naquela noite. Sob as luzes dos postes, você caminhava pela rua com seus amigos. Seis garotos, gritando para a noite e fazendo algazarra. Um jogava o canivete para cima, fazendo-o rodar e segurando-o em seguida. Outros dois discutiam sobre a próxima festa que entrariam de penetras. Outros berravam uma música pesada. Você andava em silêncio, com um meio sorriso no rosto. Sentia o metal gelado do seu medalhão contra o peito, escondido por baixo da camisa. Era seu troféu, a prova de que você tinha invadido a casa daquele velho louco, roubado-a, e saído sem levar nenhum tiro. E a marca de que você era o líder daquela gangue. A luz de uma casa se acende ao lado de vocês e alguém grita para calarem a boca. Os rapazes dão risadas, e um deles joga uma garrafa vazia, fazendo-a estilhaçar contra o muro. Aquela era uma boa noite.

Horas depois, o grupo tinha se reduzido a três jovens. Dois tinham ficado na boate, bebados demais para ir embora. Outro tinha se separado de vocês há alguns minutos, indo para casa. E logo seria a vez dos outros dois. Na próxima esquina, você sabia. Eles se despedem e viram para a esquerda. Você segue em frente.

O ar estava frio, mas você achava agradável. Faz você pensar no medalhão. Triangular, com formas estranhas saindo das pontas. Quase não tinha peso, apesar de ser muito resistente. As marcas gravadas pelo objeto te fascinavam. Às vezes você tinha até impressão de que ele se movia, mudava e vibrava. Agora era um desses momentos. Seus passos faziam o objeto balançar suavemente contra sua pele, e isso causava a impressão de que ele estava vivo, pulsando, querendo se libertar...

Você sente o movimento. Algo tinha se mexido, definitivamente se mexido. Antes que pudesse pensar sobre isso, o amuleto gruda na sua pele e a dor faz você cair no chão e gritar. O objeto se desdobrava e movia pela sua pele, cobrindo seu peito, subindo pelo pescoço. Você sentia a dor nos pontos onde o metal perfurava sua pele e se aprofundava, como agulhas penetrando mais e mais fundo, se movendo dentro do seu corpo. Você não consegue respirar. O metal já cobria seu pescoço e continuava se estendendo, cobrindo sua cabeça. Seu corpo fica amortecido quando, de uma só vez, o metal perfura vários pontos da sua coluna e da sua cabeça. Tudo fica negro...

Você acorda devagar. Teve um sonho estranho. Sentia um formigamento engraçado pelo corpo. Algo gelado envolvia seu tórax, cabeça e coluna. As coisas começam a ficar mais claras, e você consegue ver um paralelepípedo flutuando ao seu lado. Um barulho te chama atenção, e você vê o poste de luz chacoalhando sozinho, ao seu lado. Você mesmo se encontrava a quase dois metros do chão. Leva um susto, e isso faz com que a pedra seja jogada para cima, o poste entorta numa posição esquisita, e você é atirado vários metros para o lado, tudo ao mesmo tempo. Sente seu corpo se aproximando do chão devagar, até finalmente ficar deitado sobre o asfalto, no meio da noite deserta, sem saber o que estava acontecendo.
Gostou?
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Corvo .
Corvo . - 27/08/2013
Ton Neibother
Estava deitado na cama, lendo e ouvindo música nos fones de ouvido. Vira uma página. O movimento faz a luz fraca do abajur refletir na pulseira que usava. Era uma coisa escura e metálica, cheia de símbolos gravados, que seu pai te deu. Você colocou o objeto hoje apenas para agradar o velho, já que era aniversário dele. Seus pais tinham saído uma hora antes, para comemorar com um jantar romântico. Eles não voltariam até a manhã seguinte, você sabia. A pulseira continuava ali, por preguiça de tirá-la.

Acorda de repente. Não se lembrava de ter pegado no sono. Sentia algo vibrando em seu braço. Quando olha, fica momentaneamente cego pela luz que a pulseira emitia. Então você grita. Alguma coisa perfurava e atravessava seu pulso. Agora já conseguia enxergar a pulseira, que se abria, desdobrava e expandia, formando uma faixa metálica de alguns centímetros que se grudava em seu braço e seguia a linha dos seus ossos. Agora o prego, ou o que fosse, atravessava seu antebraço. Então o braço. O metal continuava se retorcendo e cobrindo seu corpo com faixas metálicas. Perde o ar quando o metal atinge suas costelas e começa a perfurá-las. Você desmaia.

Acorda novamente. Se sentia duro como uma pedra. Assustado, você olha para baixo e vê as faixas metálicas interligadas, em volta do seu corpo inteiro. Eram mais elaboradas na área dos braços, e suas mão estavam completamente cobertas pelo metal escuro, como uma luva. Por um momento você acha que estava preso, completamente imobilizado por aquela grade metálica que te envolvia! Desesperado, tenta se mover e se livrar do metal. Leva um susto ainda maior com a facilidade -e velocidade- com que seus braços se movem. Era como se não tivessem peso nenhum. O metal não segurava seus movimentos. Pelo contrário, ele é que parecia se mover e puxar seus membros junto com ele. Ao se levantar, percebe que até as pernas estavam envoltas pelo metal. Seu corpo não tinha peso algum.

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9 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:32 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
Postador Formado
Ton Araguahy - 27/08/2013
Começo a me mover e sentir a leveza em meu corpo

- O que diabos é isso?... seria um sonho legal?

Não tenho certeza da razão daquilo... tentava manter a calma, mas meu coração bate tão rapido que dificilmente consigo não gritar. Procuro um espelho para ver minha imagem por completo.

-Não quero morrer... por favor Deus...

 
Corvo .
Corvo . - 27/08/2013
Annie Edwards
Quando entrou para a faculdade de artes cênicas, pensou que seria tudo teatro e diversão. Ledo engano. A quantidade de coisas que faziam vocês lerem quase te deixava maluca. Só não era pior do que o quanto faziam vocês escreverem nas provas. Por isso agora você estava estudando como uma desesperada para a prova da semana seguinte. Tinha que aproveitar cada momento que pudesse, pois era impossível estudar quando seus companheiros de república estavam na casa. Não paravam de fazer barulho nem por um segundo, e simplesmente não conseguiam agir como adultos! Mas hoje eles tinham saído para uma festa, e você aproveitava o momento para estudar.

Olha para o relógio, cansada. Três e meia da manhã. Cogita fechar os livros e ir se deitar, mas sabia que se fizesse isso não poderia mais estudar em paz até o dia da prova. Tinha horas que se arrependia de ter deixado a casa dos seus tios, mas quando pensava nas brigas deles, na forma como gritaram seu nome, você sabe que não tinha opção. Sobre a mesa, sua mão vai sem pensar até o anel metálico que era da sua mãe. Não era propriamnete um anel, pois tinha várias aberturas que formavam um belo padrão, e nenhuma era grande suficiente para um dedo adulto. Não importava. Para você, ele era como um amuleto, a única coisa que te ligava a sua mãe, a única coisa que te dava forças para continuar se esforçando e seguindo em frente. Segura-o com força entre os dedos e volta à leitura.

Não se lembrava de ter dormido, mas acorda com o rosto sobre o livro. Ao lado da sua orelha, o motivo de ter despertado. Algo vibrava contra a madeira da escrivaninha. Pensa por um momento que era seu celular, mas se enganou. O anel reverberava de maneira estranha, você nunca tinha visto ele fazer qualquer coisa como aquilo! Lentamente, sua mão vai até o objeto. Assim que o segura, ele fica imóvel. Tavez você estivesse tendo alucinações, pela falta de sono?

Então você solta um pequeno grito de dor, quando o objeto perfura seu dedo. O grito aumenta conforme o metal se aprofunda e muda de direção, correndo junto dos seus ossos, subindo pelo dedo, pelo braço, contornando seu ombro... Tentar puxar o anel só piorava a dor, e agora ele girava e se alterava de uma maneira mecânica e complexa. O anel começa a se desdobrar e expandir pela sua mão, subindo pelo seu braço como se quisesse acompanhar, por fora, o caminho que já fazia por dentro da sua carne. Você não sabe como caiu, mas percebe que já estava no chão. Seus músculos contraíam violentamente por onde o metal passava. Não tinha certeza se estava gritando, porque não conseguia ouvir nada, apesar de achar que sua boca se movia. Tudo se apaga, mas você volta a si segundos depois. E apaga novamente, e volta, e apaga... E cada vez que acordava, você sentia a dor do metal percorrendo por dentro dos seus ossos. Um braço, o outro, as costelas, os pulmões... Quando o metal cobre completamente seu pescoço, como uma enorme e apertada gargantilha metálica, e então sente sendo perfurada profundamente por toda a garganta, você tem certeza de que iria morrer. Os seus gritos são mudos. Você estava morrendo, morrendo, morrendo...

Acorda no mesmo lugar. A cadeira estava virada ao seu lado. Anotações espalhadas no chão. O despertador quebrado tinha um ponteiro em IV e outro caído tristemente na beirada do relógio. Estava zonza, muito zonza. Tudo girava. Pressão baixa, com certeza. Fez você alucinar. Algo cobria sua boca. Tenta se levantar, cambaleante. Tinha algo nos seus braços. Uma espécie de manga longa, cheia de furos em formatos estranhos, metálica, escura. E dela saiam estranhos tubos ornamentados, não muito longos. Quatro.. Não, cinco tubos, no pulso, cotovelo, atrás do ombro, e entre esses. Um estranho e suave brilho azul saía da ponta de cada tubo. Você ofegava em desespero, ainda atordoada demais para ter certeza do que era real. Tenta arrancar um tubo, e percebe que o outro braço estava da mesma maneira. Mais que isso, percebe que a "manga" metálica se estendia até sua mão, e então cobria apenas seus dedos indicadores, completamente, alongando-os desproporcionalmente, terminando em uma garra afiada, fazendo cada um dos indicadores parecer com um comprido ferrão metálico. O tubo não saía do lugar, estava perfeitamente preso no seu braço. Você cambaleia até o velho armário e abre a porta. O espelho mostra sua figura deformada pelo metal que a cobria parcialmente. Não consegue conter o grito, e dessa vez, apesar do metal que cobria sua boca, você tem certeza de que se fez ser ouvida, pois a onda de som que é lançada destrói boa parte do armário e te lança para trás, fazendo bater com força na parede. No entanto, instantes depois, em vez de cair para baixo, você é forçada para cima, então para o lado, bate com força contra o chão e é arrastada por alguns metros, derrubando a escrivaninha no processo, e finalmente para num canto do quarto, junto à parede. Percebe que o brilho azul dos tubos tinha ficado mais forte, e agora que você parava de ser "arrastada", o brilho diminuia. Você estava tremendo.

Corvo .
Corvo . - 27/08/2013
Durkheim Bracci
Saiu com alguns amigos naquela noite. Tinha esperanças de finalmente conquistar a garota ruiva, Tatiane, e por isso trouxera seu amuleto da sorte, o pequeno objeto metálico com forma de ampulheta. Sua mão continuava girando nervosamente o objeto dentro do bolso, mesmo agora, horas depois de ter recebido o fora e saído do bar. Ainda conseguia ver o sorriso debochado na cara dela, e a maneira como as duas amigas ao lado caíram na gargalhada quando você a convidou para saírem juntos. Você sabia que não era um membro importante naquele grupo de amigos, mas também não pensava ser tão mal visto assim. Um dos rapazes ainda tentou te consolar, mas você preferiu se retirar assim mesmo.

Agora caminhava sem rumo na madrugada, sem vontade de voltar para casa, nem para o bar, nem para lugar nenhum. Continuava girando o amuleto da sorte. "Sorte...", você pensa, "Sorte merda nenhuma!". Tinha vontade de atirar o objeto longe, e quase faz isso. Mas quando ainda se preparava para jogá-lo, a raiva murcha e você volta a ficar depressivo. Nada daquilo valia a pena, mesmo... E seu humor continuava se alterando, hora cheio de raiva, hora depressivo e sem vontade de nada. Não conhecia aquele caminho, mas não se importava. Cruza com um trilho de trêm, e resolve seguí-lo. Os seus pés batendo contra as pedras eram o único barulho naquele lugar afastado. Ao seu lado havia um barranco, então um rio, e lá longe você via algumas casas. Do outro lado havia mato, uma grade, um pátio e, finalmente, uma fábrica vazia. Em frente apenas o trilho de trêm, que se perdia na escuridão. Não havia estrelas naquela noite. As pedras gemiam umas contra as outras sob seus pés. Seus dedos giravam o metal frio dentro do seu bolso. Você não tinha percebido, até agora, como sua mão estava tremendo. Não, não era sua mão, eram seus dedos... Também não. O que tremia era-Dor!

Você grita. Alguma coisa perfurava seus dedos. Você tenta desesperadamente tirar a mão do bolso, mas o tecido se enrosca na sua mão. A dor se espalhava rapidamente pela sua mão. Na confusão, você tropeça numa dormente e cai com força nos trilhos, perdendo todo o ar. A dor subia agora pelo seu braço, como se houvesse algo cobrindo toda sua pele e cravando pregos por toda parte. Você tenta se debater, mas ainda faltava ar. A dor invade suas costelas, pescoço, perna... Você já estava com metade do rosto coberto, agonizando pela ponta afiada que perfurou seu olho, quando finalmente perde a consciência.

Alguma coisa tremia de leve, fazendo você despertar. Você tenta descobrir a fonte da estranha vibração, então percebe que era só o mundo tremendo, vibrando... Algo estava errado. As memórias começam a voltar. Você abre os olhos, e se apavora. Tudo estava estranho, como se as cores não estivessem certas. Você sabia que era noite, mas estava tudo... "Claro" não é a palavra certa. Estava escuro, mas você via as coisas, os contornos, os movimentos. Mas as cores estavam erradas. Você não sabia dizer o porque, mas estavam. Então seu olhar cai sobre seu corpo. Estava completamente coberto por uma grossa armadura metálica escura, coberta de símbolos e marcas familiares. O desespero te pega de surpresa. Começa a entrar em pânico. As cores começam a ficar diferentes, mas esbranquiçadas. Você vê fumaça se erguendo do chão abaixo de você, e percebe que continuava sobre o trilho do trêm... Que continuava trepidando, mais e mais e mais...

Você se vira assustado, e seu medo se confirma. O trêm de carga estava a poucos metros de você. Não havia tempo de escapar.
Gostou?
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eduardo ¤
eduardo ¤ - 27/08/2013
Matthew Valkyrie

Aquele era o dia em que ele mais gostava, o dia em que se reunia com amigos e apenas saia vagabundeado por ai, não possuíam um objetivo em mente quando saíam, faziam o que desse na telha na hora, como aquela vez em que passaram pela casa de um velho rabugento e os amigos duvidaram que Matthew fosse lá pegar algo e sair sem machucados. '' Mas o que eu pego ? '' Ele havia perguntado no dia, '' Ele possuí aquela peça de metal, um pedaço de lixo, nem dará falta, pegue-a. '', e assim foi feito, nem o menino sabe como saiu vivo daquilo mas este era o símbolo que o representava como o líder, o símbolo que o garoto estava encarando no momento. Estava relembrando-se da história quando um velho gritou pelo motivo de seus amigos falarem alto demais, Matthew deu um leve sorriso ao ver eles retrucando jogando uma garrafa no muro, a vida era boa.

Horas então se passaram, o grupo foi se desfazendo aos poucos, dois dos amigos ficaram na boate e um deles foi para casa, o garoto sabia que nem todos poderiam ficar o tempo que quisessem ali fora já que ele era o que tinha os pais mais ausentes de todos, algo que era bom e ruim ao mesmo tempo. Quando se tocou ele estava sozinho, caminhava pela rua escura apenas com as luzes de alguns dos postes, não sabia o porque mas aquele objeto não saia de sua mente, ele até parecia ter vida própria, o que era impossível e estranho. De repente começou a sentir uma dor tremenda no peito, caiu no chão gritando para aquilo parar, levou um tempo para perceber que algo entrava em seu peito, parecia metal, o colar ? Era a única opção possível, pensava que ia morrer, algo lhe dizia que ele ia morrer, sua visão foi ficando escura até que... nada. Acordou flutuando ? Pera, ele realmente estava flutuando ? Quando se deu conta disto levou um susto e então viu uma pedra se chocando com um poste e foi arremessado até uma parede, o que diabos estava acontecendo ? Ficou um tempo ali deitado pensando no que poderia estar ocorrendo mas nada lhe vinha em mente, a única solução era a causa disto, procuraria o objeto que roubou do velho e voltaria até a casa dele pedindo ajuda, decidiu então, este seria seu plano.
Gostou?
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 27/08/2013
Durkheim Bracci
Durkheim por alguns segundos puxava pedaços da armadura tentando tira-la desesperadamente , não sabia se era um pesadelo ou realidade . O desespero o tomava nos segundos finais de sua vida , entao paralisado por medo e angustia abraçava a morte ficando parado, ja que nao conseguiria desviar do cavalo de ferro . Soltava apenas um grito como se sentisse a dor da pancada antes da mesma acontecer
Gostou?
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ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ
ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ - 27/08/2013

ㅤㅤAnnie Edwards

Ela estava ofegante, de desespero. Ao menos acreditava que aquele ruido era a sua respiração. Estava com medo de se mexer, de levantar-se. Ela tremia enquanto observava agoniada as próprias mãos, envoltas por aquela estranha carcaça de metal. O que era aquilo? A garota era fã de filmes de terror, e sentir-se parte do elenco de O Exorcista fez com que ela surtasse. - Me ajudem... Chamou, ou pelo menos tentou. Olhou ao redor, a visão de seu quarto destruído fez com que Annie se sentisse um monstro. Ela tentou apoiar-se nos próprios braços para levantar-se, receando ter sofrido alguma fratura graças ao ocorrido. Ela sentia as lágrimas queimando em seus olhos, o desespero por não saber o que estava acontecendo. Seus olhos avistaram o relógio quebrado, próximo ao seu óculos - Meu óculos? Como...? - que também encontrava-se despedaçado ao chão. "IV", ainda estava cedo, seus colegas ainda não teriam retornado. Um mix de alívio e desespero. Desespero por saber que estava sozinha, alívio por saber que estava sozinha. A menina não conseguia imaginar o que aconteceria se alguém a visse daquele jeito, ao mesmo tempo em que tudo o que ela desejava era ajuda, tudo o que ela mais queria era trancar a porta de seu quarto, antes que alguém a visse daquela maneira.
Gostou?
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Corvo .
Corvo . - 29/08/2013
Ton Neibother
Quando tenta correr até o espelho, você quase se desequilibra, pois seu corpo não parecia ter peso algum. Cada passo parecia te impulsionar para frente como um pulo.

Se controlando para andar devagar, você chega até o armário com espelho embutido. Ainda ansioso, você abre a porta do armário e acidentalmente quebra a maçaneta. Nem tinha percebido que estava fazendo tanta força. Talvez nem estivesse!

Sua aparência lembrava uma fantasia de esqueleto, daquelas do dia das bruxas. Mas, em vez de tecido, havia metal escuro cobrindo as partes que deviam parecer com ossos. E nas outras partes havia apenas você, parecendo espantado sob aquele estranho exoesqueleto.

(OFF: Algo assim...)

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Corvo .
Corvo . - 29/08/2013
Matthew Valkyrie
Você tenta encontrar o medalhão em seu pescoço, mas ele parecia ter sumido debaixo daquele metal que cobria seu tórax. Então você vê um padrão triangular no metal, exatamente na forma do medalhão, exatamente no lugar onde ele ficava pendurado no seu peito... O medalhão era a armadura!

Nesse instante um barulho chama sua atenção, então você olha para o lado e fica cego com a luz! Até agora estava abalado demais para se tocar que ainda estava sentado no asfalto, no meio de uma pista de alta velocidade. Mas agora o carro que vinha com os faróis ligados na sua direção, a mais de cem por hora, faz você despertar para os assuntos mais imediatos. Você tinha poucos segundos.
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Corvo .
Corvo . - 29/08/2013
Durkheim Bracci
Era impossível tirar a armadura. Você nem mesmo encontrava os pontos onde as peças deviam se conectar, como se fosse tudo uma peça só! E, junto com sua ansiedade, a fumaça que saía de onde estava sentado também aumentava. O trilho de metal ao seu lado parecia brilhar, branco. Então você vê o trem...

De algum modo você consegue se por de pé antes do trem chegar, e por instinto cruza os braços na frente do rosto para se proteger. O impacto te tira o ar. Você sente o mundo girar violentamente, e outro impacto menor, e outro e outro... Quando finalmente para de quicar nos trilhos, mal tem tempo de olhar para a frente antes do trem, que ainda corria atrás de você, te acertar novamente. Dessa vez o impacto é menor, e você se vê agarrado na frente do trem. O metal brilhava contra seu corpo. Você tenta se segurar onde estava, mas o trem parecia mole sob seus dedos. Sente seus pés batendo contra o trilho. Pedaços de madeira estilhaçada e em chamas começam a voar ao seu redor. O trem que te empurrava começa a pular com violência. O barulho era ensurdecedor. Você sente o corpo ser jogado para cima, e então começa a cair. Cai por mais tempo do que deveria. Ainda estava agarrado ao trem, e ambos giravam. Sente seu corpo ser esmagado, e tudo fica escuro...

Abre os olhos. Apenas alguns minutos haviam se passado. Ao seu redor, muita fumaça se erguia furiosamente por todo lado, e você percebe que estava até à cintura dentro do lago. A água explodia abaixo de você, fervendo com violência e levantando paredes de vapor, mas mesmo assim você conseguia, de modo inexplicável, enxergar perfeitamente através da densa fumaça. O trem estava tombado ao seu lado, com a frente deformada e derretida, na forma de um corpo humano. Os vagões se empilhavam atrás, barranco acima e até onde o trilho se estendia, lá no topo. Muitos deles estavam em chamas. Atrás de você, depois de um breve matagal e uma ruela, as casas começavam a se iluminar conforme os moradores acordavam e acendiam as luzes, correndo para as janelas para ver o que tinha acontecido.
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Corvo .
Corvo . - 29/08/2013
Annie Edwards
"Me ajudem", você tenta falar. Da sua boca sai um som metálico que, apesar de não causar a onda de impacto de antes, reverbera pelo quarto e faz cada superfície tremer. Mas abaixo desse som estranho você, de algum modo, reconhece suas palavras de socorro.

Segundos depois se levanta e cambaleia, insegura, até a porta. Ao tentar chegar à chave, roça acidentalmente com o dedo metálico na porta, muito de leve, abrindo um enorme vergão na madeira. Com as mãos trêmulas, você consegue virar a chave e trancar a porta, mas no momento seguinte faz um movimento errado e quebra a chave, com a mesma facilidade que quebraria um fio de palha.

Um barulho atrás de você chama sua atenção. A janela estava se rachando sozinha, tremendo muito de leve. Você percebe que estava soluçando, e isso causava a vibração. O vidro estoura de repente. Você olha lá para baixo, na rua escura e deserta. Estava no sétimo andar daquele prédio de baixa renda. O apartamento não era pequeno em si, apesar dos cômodos apertados, mas a idade e as péssimas condições do prédio, mais a localização ruim, cercado de outros prédios mal cuidados, faziam daquele um lugar barato suficiente para você e seus 4 colegas viverem.

Acima, os topos dos prédios eram contornados pela escuridão. Não havia estrelas essa noite. Seu corpo inteiro parecia muito leve... Leve demais. Você sente seus pés se erguerem do chão apenas por um instante, então se agarra no parapeito. O brilho azul nos tubos em seu braço parecem diminuir um pouco conforme seu corpo se fixava firmemente no chão.

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10 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:33 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
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João Pedro Bracci Lopes - 29/08/2013
Durkheim Bracci
*Enquanto estava acordando dentro do lago , nao acreditava que estava vivo . Como era possivel?*

*Entao Bracci percebia o trem descarrilhado e casas ligando as luzes . A unica coisa que poderia fazer é fugir naquele momento , Durkheim entao começa uma fulga da região em que estava tentava se manter nas sombras para nao ser visto com aquela coisa sobre seu corpo e assim rumava ate sua casa. Torcendo para o caminho ter pouca dificuldade*
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Corvo .
Corvo . - 29/08/2013
João Pedro Bracci Lopes:
Droga, eu disse "lago" sem querer! >_<

O certo é um rio. Um riacho, não muito grande. Na parte mais funda deve dar no seu peito. Er... Não que faça muita diferença pra história, ou pro seu post, ou pra qualquer outra coisa, acho. XD
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eduardo ¤
eduardo ¤ - 29/08/2013

Quando percebeu que o medalhão era a armadura logo entrou em desespero, o que diabos estava acontecendo ? Algo com certeza estava errado e o garoto tinha de descobrir o que. Segundos depois viu o farol do carro logo em sua frente, não achou que conseguiria desviar mas tentaria, no momento em que se tocou do que estava acontecendo tentou rolar para o lado, desejava que o carro sumisse dali, algo impossível mas aquelas pareciam as horas para parar de ser ateu e esperar um milagre de Deus, se duvidar a armadura o protegeria da morte.
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 29/08/2013
Ton Neibother
-....

Um sonho... isso explicaria tudo... mas por quê parece tão real.

Sentindo o medo e o coração bater tentava acordar, mas não acordava. Começava a tentar se controlar entender os proprios movimentos e quem sabe... Voltar a forma normal.

- O que tá acontecendo?.... Deus...
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Corvo .
Corvo . - 03/09/2013
Durkheim Bracci
Por sorte, o vapor de água e a escuridão da noite sem estrelas encobriam seus movimentos. Naqueles trilhos no meio do mato, sem qualquer iluminação, ninguém conseguiria te ver à distancia... Mas ainda podiam ver as chamas que se levantavam da grama nos lugares onde você pisava, marcando uma trilha de pequenas pegadas de fogo.

Logo, no entanto, tudo começa a perder a cor branca e as suas pegadas param de incendiar. Apesar do que aconteceu, você corria com facilidade pelos trilhos, sem se sentir nem um pouco cansado. Era como se pudesse correr para sempre, sem nunca parar! Mesmo a noite sem estrelas não era um obstáculo. Normalmente seria impossível ver qualquer coisa naquela escuridão, mas você enxergava assim mesmo, tudo naquelas cores estranhas que não era capaz de explicar!

Finalmente chega no ponto onde deveria deixar os trilhos e voltar para as ruas da cidade, por uma área residencial de casas de muros baixos e luzes apagadas... Então você olha para o próprio corpo, ainda coberto por aquela estranha peça de metal. Com todos os postes de luz, seria impossível para andar pelas ruas despercebido. Sua casa ainda estava longe, alguém pelo caminho, algum mendigo, alguém ainda acordado olhando pela janela, alguém iria te ver.
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Corvo .
Corvo . - 03/09/2013
Matthew Valkyrie
Você se joga para o lado, e percebe que vai com muito mais força do que esperava. Não apenas isso, mas você sente seus pés deixarem o chão novamente. Estava flutuando! Ao mesmo tempo, o carro é forçado para o outro lado por alguma força invisível. Por apenas um instante as duas rodas laterais deixam o chão. No instante seguinte o carro perdia o controle e, passando ao lado de onde você flutuava, acerta o meio-fio, capota e bate com força contra um poste. Você não consegue tirar os olhos enquanto a frente do carro começa a pegar fogo, que vai aumentando lentamente. Ninguém tinha saído do carro. Quando você percebe que seus pés estavam a quase um metro do chão, você cai de repente, assustado.
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Corvo .
Corvo . - 03/09/2013
Ton Neibother
Deus não lhe responde, mas aos poucos você vai se acostumando com a velocidade e força dos seus movimentos. Então faz força para voltar ao normal... E o espelho se quebra! Das palmas das suas mãos saia um metal pontiagudo que perfurava a porta do armário!

Ao tirar a mão do lugar, deixando um buraco na madeira onde o espelho estava preso, e analisar melhor o que havia acontecido, você percebe que havia uma "estaca" metálica saindo da palma de cada uma das suas mãos. Essas protuberâncias cônicas haviam se projetado enquanto você tentava mover mentalmente a armadura e, como sua mão estava perto do espelho, acabaram acertando o mesmo. As laterais das "estacas" eram cheias de detalhes, como se fossem feitas para se encaixar em alguma coisa.
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Corvo .
Corvo . - 03/09/2013
Ton Neibother - Anexo


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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 03/09/2013
Durkheim Bracci
*Bracci olhava para seu corpo , desejava que essa "armadura" sumisse de seu corpo. Nao tinha ideia do que fazer , estava preso naquele lugar... oque os outros achariam se vissem aquilo *

-Droga...- *Olhava para todos os lados , agora procurando por um abrigo*
*Caminhava mais um pouco , precisava achar algum lugar , ficaria naquele lugar ate conseguir entender tudo oque havia passado e como desativar aquela armadura , nao queria alarmar a sociedade em relação a essa coisa estranha que agora fazia parte de seu corpo*
*Enquanto caminhava cautelosamente pela escuridão , ficava ... meio que tentando de varias formas descobrir oque ela fazia ou se conseguia desativa-la *
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 03/09/2013
-...

Imagino alguma ação para fazer, o medo começa a diminuir e vejo que aquilo é real, talvez eu seja alguem especial... Talvez eu possa sair por ai, todo jovem gostaria de poderes fora do normal e ser especial... talvez eu seja especial.

-Talvez eu seja especial.

Começo a sorrir e controlando meus movimentos tento sair de casa, logo em seguida tento pular para ver o limite do meu salto.

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11 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:34 pm

João Pedro Bracci

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ㅤㅤAnnie Edwards

"Que porra é essa!?" O desespero estava se transformando em revolta, Annie era nerd demais para suportar não ter o controle sobre o que acontece ao seu redor. Aquele brilho azul que aumentava e diminuia do nada, - pelo menos ela não havia detectado padrão algum - aquela espécie de armadura metálica envolta em seu corpo e o fato dela parecer não possuir peso algum, o fato de seus dedos indicadores estarem extremamente pontudos... Tudo isso a estava tirando do sério. Uma coisa em especial a estava deixando intrigada: As vibrações. O grito, o pedido, o soluço... O plano inicial de Annie era permanecer escondida, no entanto isso já não seria mais possível. Ela havia se trancado, danificado a porta, e o vidro da janela de seu quarto estava espalhado pela calçada. Com tudo isso, quando seus colegas chegassem, a primeira coisa que fariam seria verificar como ela está. A jovem soltou o parapeito e encarou a escuridão em sua frente. Sem consciência do que estava fazendo, ela respirou fundo e realizou um teste: Ela gritou.
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Corvo .
Corvo . - 04/09/2013
Annie Edwards
Enquanto respirava fundo, juntando o ar gelado da noite com toda a frustração que sentia no peito, você já sabia o que iria acontecer. Grita.

Imediatamente, tudo fica distorcido pela poderosa onda de impacto que sai da sua boca. Você teria sido jogada para trás novamente, mas dessa vez estava prepavada para o baque, e o brilho azul dos tubos aumenta e te dá estabilidade. Ao redor o ar se agitava incontrolavelmente, distorcendo tudo com ondas irregulares que refletiam em todas as superfícies. Era difícil ver qualquer coisa. Ouvir era impossível. Ou severia ser, mas você conseguia ouvir com perfeição por baixo de todo o barulho. O som das janela se quebrando no seu prédio, nos prédios vizinhos, do outro lado da rua, os carros na avenida principal... Por um instante consegue distinguir cada taça que se quebrava em cada apartamento da vizinhança. Então seu fôlego acaba.

Lá embaixo, centenas de alarmes de carros perturbavam o silêncio. Na avenida central, à direita, os carros paravam no meio da rua, os motoristas e passageiros já saindo dos veículos. Nas calçadas, uma densa camada de vidro estilhaçado. Ao redor, dezenas de dezenas de buracos de janelas vazios. Uma cortina acenava alegremente para a noite, embalada pelo vento. Atrás de você, sua janela, a poucos metros de distância. Você estava de braços levemente abertos, flutuando no vazio, mantida pela estranha energia azul que saía dos tubos em seus braços.
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eduardo ¤
eduardo ¤ - 04/09/2013
Matthew Valkyrie
O que diabos estava acontecendo ? Ele estava.. flutuando novamente ? Ok, foi só percebeu que caiu na hora, algo definitivamente estava errado. Vamos ver tudo o que aconteceu até agora na noite, estava andando com amigos, todos foram embora, seu colar penetrou em seu corpo criando uma armadura, um poste entortou e agora ele havia feito um carro sair voando, aquilo era possível ? Tinha de ter alguma explicação lógica para aquilo, ninguém havia saído do carro e o garoto nem esperou para ver se sairia, apenas levantou-se e saiu correndo, iria para algum lugar que pudesse lhe ajudar, seus pais não estariam em casa, um hospital ou algum outro local público as pessoas iriam achar estranho demais e possivelmente até matar o garoto, tinha de ser algum lugar confiável... A primeira coisa que pensou foi em ir na casa de um de seus amigos, o que morasse mais perto e que possivelmente não haveria ninguém em casa sem ser ele, com este pensamento em mente ele correu.
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ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ
ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ - 04/09/2013

ㅤㅤAnnie Edwards

"Fica... calma." Ela havia ignorado toda a destruição generalizada que havia provocado, afinal, estava flutuando na altura do 7º andar acima de uma rua lotada de cacos de vidros com a probabilidade relativamente alta das pessoas saírem nas ruas (Ou pior, nas janelas!) assim como estavam saindo dos carros. Estava escuro, sim, mas isso não fazia diferença com a aquelas luzinhas saindo do braço dela! Como ela estava conseguindo pensar em tudo isso, aliás? Já não deveria ter caído? Como nada fazia sentido, ela apenas tentou abrir mais os braços, se estabilizar de alguma forma, temendo cair os 7 andares. Não apenas se estabilizar, na realidade, ela queria subir! Sair da visão das janelas, ir para o teto do prédio talvez. Ela não fazia ideia, apenas queria subir. Olhou para baixo, mais uma vez, tomada por um enjoo e pânico extremos -Comentei que Annie tem medo de altura? -, ela diz para si mesma: - S-sobe, s-só um p-pouquinho...
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Corvo .
Corvo . - 05/09/2013
Durkheim Bracci
Você dá meia volta e penetra na escuridão... Apesar de não ser "escuridão" para você, que enxergava tudo perfeitamente.

Anda por um longo tempo, e aos poucos sua velocidade vai diminuindo. Não por cansaço, mas por puro desânimo. Você estava ficando realmente deprimido com aquela situação toda. A noite já tinha começado ruim, e estava pior a cada minuto!

Cerca de quarenta minutos depois, você estava escondido dentro de uma pequena gruta. Já tinha atestado que conseguia correr um pouco mais rápido que o normal, que estava muito mais forte (conseguia esmigalhar pedras sem fazer o menos esforço!), e que aquele metal era virtualmente indestrutível. O que não te ajudava muito no quesito "se livrar dessa coisa".

De qualquer modo, sem muito mais o que fazer, você apenas ficava remoendo sua falta de sorte, escondido naquela gruta. Tudo parecia mais escuro ali, mesmo com sua nova visão estranha. Ainda assim, enxergava com perfeição. Mesmo as gotas transparentes que caiam do teto as vezes, para você eram claras como... Bem, como água. Ou como gelo? Algo estava estranho. O ar parecia mais pesado, e uma leve neblina se acumulava no chão da gruta. As gotas estavam paradas no teto, congeladas.
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Corvo .
Corvo . - 05/09/2013
Ton Neibother (Coloque o nome nos posts ¬¬)
Você vai até o jardim. Começa devagar, dando saltos de meio metro de altura, um metro, um metro e meio... Cada vez que caía, deixava grandes marcas na grama. Ao visto você ainda tinha peso, apesar de não sentí-lo.

Logo você estava dando saltos de três metros de altura e fazendo piruetas com tremenda facilidade, considerando que você nunca praticou esportes na vida. Forçando, conseguia chegar a quase quatro metros de altura. Suas aterrissagens no gramado faziam um barulho abafado.

Então você erra um passo e metade do seu pé bate no concreto. O som de pedra se partindo rasga a noite. Você tinha certeza de que acabou de acordar toda a vizinhança.
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Corvo .
Corvo . - 05/09/2013
Matthew Valkyrie
Sai correndo noite adentro. Atrás de você as chamas do carro aumentavam, engolindo devagar quem estava lá dentro. Você ouve um grito. Continua correndo.

As vezes você olhava para alguma coisa, e o objeto se movia. Chacoalhava, se torcia, ou simplesmente levantava do chão. Parecia que enquanto mais você se desesperava, pior a coisa ficava.

Leva um bom tempo, mas finalmente chega na casa de Nick, o único dos seus amigos que morava sozinho. Era uma casa pequena, de madeira. Estava tudo escuro. Você chama por ele. Nada. Claro, Nick ainda devia estar caído de bêbado na boate, onde vocês o deixaram.
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Corvo .
Corvo . - 05/09/2013
Annie Edwards
Abrir os braços funciona, você fica perfeitamente estática no ar. Então deseja subir., e você nem precisa falar. O efeito é imediato, você sobe como uma flecha, passando rapidamente da altura dos prédios. Assustada, para quinze metros acima dos prédios, novamente estática no ar. Ali, seria muito difícil alguém te ver, mesmo com as pequenas luzes azuis.
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 05/09/2013
Durkheim Bracci
*Bracci ficava alguns minutos observando aquela mudança , de gotas caindo para congeladas e imoveis*

*Durkheim olhava para sua armadura , ficava observando seus braços e assim do ocorri, como era possivel ter sobrevivido a aquele impacto , lembrava tambem do formato incandescente que ficou na locomotiva , e deu seus paços em chamas em quanto andava.*
*Entao alem de força , aquela armadura poderia ter poderes como manipular fogo , agua ou qualquer coisa do genero*

-HUm... será que funcionará?- *Bracci entao apontava suas mãos para onde estava com gotas congeladas e , com a força do pensamento tentava soltar alguma bola de fogo ou alguma outra coisa. Estava agora encafifado com o funcionamento e poder daquela armadura*
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Corvo .
Corvo . - 11/09/2013
Durkheim Bracci
Assim que você tem a ideia, tudo começa a ficar esbranquiçado novamente. Você estende as mãos, mas nada acontece. Aos poucos, você vai percebendo que as gotas tinham descongelado, e rapidamente sumiam. E pequenas chamas surgiam dos musgos a sua volta. Rapidamente, a rocha na qual você estava encostado começa a ficar incandescente.

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12 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:34 pm

João Pedro Bracci

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Durkheim Bracci
*Ficava observando aquelas reações do ambiente , percebia que algo de anormal conseguia fazer alem da super força que adquirira *
*Entao abaixava suas maões e sentia o ambiente ficar mais quente. Talvez nao seria uma boa continuar naquela caverna , pois poderia colocar fogo e a caverna poderia ter bolões de metano e explodir tudo.*

*Bracci olhava para fora da caverna vendo se havia algum movimento , depois entao deixava-a e começava a caminhar novamente pela escuridão na rua , se testasse mais algum poder poderia ter menos riscos . Mas mesmo assim , seu foco agora era desativar a armadura , precisava aprender isso para conseguir ir embora para sua casa*
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 12/09/2013
Ton Neibother
-Ops

Vendo o grande barulho que fiz, saio correndo pra bem longe.

-Esse é o melhor sonho da minha vida.

Enquanto corro vou saltando .

-Incrivel!!!
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eduardo ¤
eduardo ¤ - 12/09/2013
Matthew Valkyrie
Fuck you Nick, como diabos ele ainda não havia voltado da balada ? Era um inútil mesmo, não tinha como o garoto aparecer em um local público daquele jeito... Lembrou-se então de quando o carro foi jogado para o outro lado quando o garoto estava flutuando, aquilo era um tipo de poder ? No caminho até ali ele havia feito alguns objetos se mexerem ou até mesmo flutuarem, realmente havia algo errado, tentou procurar por algo que havia na rua ao seu redor, quando achasse esticaria a sua mão e tentaria mover aquilo, tinha de haver alguma explicação, aquilo tinha de ser apenas a sua imaginação, seu corpo inteiro tremia.
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ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ
ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ - 14/09/2013

ㅤㅤAnnie Edwards

Seus olhos chegavam a doer de tão forte que Annie os apertada. Não sabia se estava sentindo todo aquele frio pela altura ou pelo medo, assim como não sabia como não estava tremendo - ou estava? - ou como não havia perdido a consciência ainda, ou havia? Ela abriu os olhos, encarando a escuridão a sua frente, com a respiração frenética, não encontrava forças para olhar para baixo. Ela havia conseguido, havia subido, estava fora do alcance do olhares e de qualquer coisa, mas... "E AGORA!?!?" Annie resolveu arriscar, mais uma vez. Se ela conseguiu se direcionar para cima, talvez conseguisse para os lados, também. Ela observou o ponto mais afastado da cidade, e movimentou os braços de forma que as luzes mirassem para o lado oposto. Ela desejava descer novamente, mas não meio na cidade, e sim em seu ponto mais afastado, um lugar aonde não fosse avistada. Ela mentalizou a ideia, caso não surtisse efeito, gritaria, pois isso ela sabia que daria em algo, seja lá o que fosse.
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Corvo .
Corvo . - 18/09/2013
Durkheim Bracci
No fundo, você sabia que seu medo era infundado. Não havia chance de haver metano ali, aquilo nem mesmo era uma "caverna" propriamente dita. Não passava de uma rocha com um formato estranho, criando um pequeno "teto". Mesmo assim, você para de tentar usar as recém-descobertas habilidades e sai do seu pequeno esconderijo, sem perceber a deformidade na rocha onde estava encostado, nem os pingos de rocha derretida que escorriam nas suas costas.

Quanto tenta "tirar a armadura", sente seus ossos sendo repuxados e desiste rapidamente. Percebe que estava fazendo a coisa certa, mas por algum motivo a armadura ainda estava grudada em você... Sondando seu corpo. Ao visto você teria que aturar aquele metal todo por mais algumas horas.

Enquanto caminhava, percebe que estava refazendo o caminho de volta pela área do trêm. Ainda estava longe do local do acidente, mas já havia algumas fábricas com ar de abandonadas por ali.
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Corvo .
Corvo . - 18/09/2013
Ton Neibother
Você pula facilmente o muro da sua casa e sai correndo, fazendo um estardalhaço ainda maior conforme o metal nos seus pés batia na rua. Toda vez que dava outro enorme salto, o asfalto se rachava com um poderoso estalo.

Com todo o barulho, algumas das casas por onde você passava acendiam as luzes, e vez ou outra você via um rosto assustado numa janela. Se você queria não chamar a atenção, estava falhando miseravelmente.
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Corvo .
Corvo . - 18/09/2013
Matthew Valkyrie
Não precisa nem se virar para encontrar o que queria. A casa de Nick, diferente da sua, lembrava muito um ferro velho, cheio de lixo e tranqueiras espalhados pelo pequeno quintal. Você aponta a mão, através da grade de metal enferrujado, para um velho cortador de grama estragado, caído ao lado de uma pilha de tijolos. O efeito é imediato. O cortador balança por um instante, como se indeciso, então é arrastado para o lado, tão trêmulo e hesitante quanto você estava.

Um repentino choque de realização te atinge quando você percebe que você estava fazendo aquilo! Você estava fazendo aquilo! O cortador dá um salto violento na sua direção, te desconcentrando. O objeto bate no chão e rola algumas vezes, parando junto à grade de metal.
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Corvo .
Corvo . - 18/09/2013
Annie Edwards
Você mal precisava mover os braços para se movimentar. No começo não acerta muito bem a direção nem a força, mas em alguns minutos você começa a perceber que era tudo uma questão de vontade e equilíbrio. Lá embaixo, ouvia a confusão das pessoas. Algumas sirenes transportando feridos, outras tentando reestabelecer o trânsito. Pessoas reclamando e pessoas assustadas. Várias equipes de jornais registrando a situação. Você sai dali, rumando para a escuridão.

Agora estava numa área residencial, longe dos prédios. As únicas luzes eram dos postes e de algumas poucas casas ainda com atividade, muito abaixo de você, quase invisíveis à distância. Uma região mais escura indicava o que poderia ser um parque cheio de árvores, ou qualquer coisa assim. Vários quilômetros para a sua direita, os arranha-céus e ruas do centro da cidade ainda piscavam com luzes agitadas. Você conseguia distinguir claramente a larga avenida que bordeava o enorme lago, vizinho à cidade. O lago era tão grande que, mesmo do ponto onde você estava, se continuasse reto e saísse da cidade, ainda chegaria a sobrevoá-lo.
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 18/09/2013
Ton Neibother
-uuowwwntt

Sabendo que precisava ir para longe e fazer menos barulho começo a tentar controlar melhor a corrida, correndo com menos força e mais habilidade, com mais jeito e talvez quem sabe... quebrar menos os objetos.

Controlar... controlar... controlar.
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 18/09/2013
Durkheim Bracci
*Caminhava em direção as fabricas , chegando perto de uma delas . Se aproximava de seus muros olhava para cima , sera que conseguia pular o muro? Sabia que tinha uma força sobrenatural será que isso refletiria em grandes pulos, entao antes de tentar pular o muro faz apenas um teste toma força e salta do lado do muro para medir a altura que conseguiria chegar e com o salto tentava ver se haveria algum tipo de proteção na parte superior da parede ,, como cerca eletrica , cacos de vidros ou coisas do tipo *

*Depois que descobrir isso , pensaria no que faria . Se tentaria pular ou iria procurar pelo portão na fabrica*

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13 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:35 pm

João Pedro Bracci

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Ton Neibother
Você começa a correr mais devagar, mas, por mais que não sentisse peso algum, ainda tinha os pés, mãos e boa parte do corpo cercada de metal. Cada passo no asfalto lançava no ar uma nota estridente que cortava a noite. Pelo menos agora que você não estava correndo o barulho não era mais tão alto, e nada mais se quebrava.

Então finalmente chega num lugar onde poderia se esconder. Um parque, cheio de árvores e com pouca iluminação. Seria fácil se esconder ali, e a grama abafaria os seus passos. Havia uma calçada que circundava o parque, e outra que cortava-o no meio e seguia pelo meio de um arvoredo. Estava tudo escuro e não tinha ninguém à vista.
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Corvo .
Corvo . - 30/09/2013
Durkheim Bracci
Você se aproxima de uma das fábricas. O muro era alto, mais de três metros de altura, mas havia partes onde estava quebrado e chegava a dois e meio. Um largo portão de metal meio enferrujado estava trancado com uma grossa corrente e cadeado. Pelo que você podia espiar atravéz da grade, aquela parecia ser uma antiga fábrica de automóveis.

Você se prepara para o pular ao lado do muro, medir o poder do seu salto. Toma impulso. Respira fundo... Pula!

Você chega a um metro de altura. Ainda bem que ninguém tinha visto, aquilo foi uma vergonha! Bom, um metro ainda era muito mais alto do que você alguma vez já conseguiu pular na vida, mas por algum motivo você esperava mais que isso daquela armadura. Aparentemente, ela não foi feita para ser ágil.

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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 30/09/2013
Durkheim Bracci
*Aquele pulo foi vergonhoso , por um lado descobriu que sua armadura não fora feita para ser agil e por outro aquele pulo realmente foi terrivel* *Dava uma pequena risada de seu fracasso e entao ia para o portao*

*Olhava novamente para dentro da fabrica atraves das grades , em seguida faria um novo teste com sua armadura , se ela conseguia esquentar as coisas ou fazer pegar fogo entao tentaria fazer isso. Com as duas mãos segurava o cadeado e tentava focar naquilo para ver se assim surtia efeito a armadura e conseguisse derete-lo*
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Corvo .
Corvo . - 30/09/2013
Durkheim Bracci
O efeito é quase imediato. Na sua visão, suas mãos e o cadeado começam a ficar brancos, e em minutos o cadeado derrete, junto com a corrente que ele prendia e uma parte da grade de ferro.
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 30/09/2013
vou ate o parque,

-Uffa... mas que diabos? acho que fiz merda, acordei todo mundo.

depois de cochichar comigo, vou adentrando o parque procurando um lugar mais tranquilo pra meditar e entender esse "poder"
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 30/09/2013
Durkheim Bracci
*Entao empurrava o portão e adentrava a fabrica em seguida fechava o portao para ano dar tão na cara que alguma coisa havia entrado ali.*

*Bracci começa a andar pelas instalações da fabrica. Procurava algum galpão amplo , onde poderia procurar entender seus poderes e oque poderia fazer mais com eles*

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Corvo .
Corvo . - 16/10/2013
Ton Neibother
Andava pelas sombras, onde ninguém poderia vê-lo. No entanto, não tem muito tempo para meditar: Antes que achasse um bom lugar para ficar, um grito de mulher corta a noite, vindo do meio das árvores.
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Corvo .
Corvo . - 16/10/2013
Durkheim Bracci
O lugar parecia ideal. Havia uma grande quantidade de maquinário pesado, materiais e galpões que você poderia usar. Parecia realmente perfeit- Seu pensamento é interrompido pelo barulho de algo sendo quebrado, seguido de gritos e risadas. Vinham de um galpão não muito longe.
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 16/10/2013
Durkheim Bracci
*Finalmente conseguiu um lugar perfeito para tentar descobrir mais sobre aquela armadura , por enquanto sabia apenas coisas muito basicas sobre ela. Então apos ouvir varios barulhos , não poderia simplesmente ignorar , então decide ir observar oque estava acontecendo*

*Então cautelosamente foi se aproximando do galpão que vinham os barulhos , e sorrateiramente tenta achar algum lugar para observar oque estava acontecendo , não poderia ser visto , pois ainda estava com aquela armadura negra , por isso estava tomando tanto cuidado*

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14 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:35 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
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Ton Neibother
" O que foi isso? "

Sem pensar duas vezes me preparo para correr ao encontro do grito.

"com esses poderes nada me abala"

Fico atento para não me perder do grito e tento alcançar a suposta mulher
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eduardo ¤
eduardo ¤ - 19/10/2013
Matthew Valkyrie
Ok, como diabos ele havia feito aquilo ? Não fazia a mínima ideia de como mas havia controlado o cortador de grama, perderá o controle por alguns segundos mas o controlou, havia algo mais foda que aquilo ? A vida do garoto estava feita agora, nunca mais precisaria levantar para pegar o controle remoto da televisão, o único problema é que ele não fazia a mínima ideia do que fazer, tinha de mostrar para um amigo e perguntar o que ele achava, decidiu então ir até a balada onde Nick havia ficado, talvez encontrasse ele lá.
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Corvo .
Corvo . - 24/10/2013
Durkheim Bracci
Apesar de você conseguir enxergar tudo com perfeição, outras pessoas não poderiam. A escuridão realmente escondia seus movimentos.

No entanto, seu corpo ainda estava revestido com metal e, mesmo que não parecesse, ainda pesava muito. Cada passo fazia ecoar o barulho de metal contra concreto. A princípio as risadas eram suficiente para mascarar seus passos, mas quando você finalmente chega na porta do galpão, a gangue lá dentro já estava alerta e procurando pelo invasor.

Havia algumas velas espalhadas no fundo do galpão, e nessa área estavam os delinquentes, quebrando vidraças e equipamentos. Os seus corpos se destacavam do resto do ambiente pela cor mais esbranquiçada. Eram oito ao todo, armados com correntes, canos de metal, facas e até uma pistola. Cinco deles já deixavam a área iluminada e vinham na direção da porta ~na sua direção~ com uma lanterna. Em instantes o feixe de luz te acertaria e eles veriam você.
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Corvo .
Corvo . - 24/10/2013
Ton Neibother
Você adentra no bosque escuro, sem ligar para as plantas que se enroscavam nas suas roupas e te arranhavam. Alguns metros adiante você depara com um homem agarrando uma mulher, tapando a boca dela. Com a mão livre o brutamontes aponta uma arma para a cabeça da garota e fala que se ela gritasse mais uma vez, ele iria atirar. Em seguida manda ela tirar a roupa. A mulher parecia desesperada, e por um segundo os olhos molhados dela brilham na sua direção. Ela tinha te visto.
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Corvo .
Corvo . - 24/10/2013
Matthew Valkyrie
Ignorando o fato de que havia um enorme treco bizarro de metal grudado no seu corpo, você pega o caminho de volta para a balada, um lugar de baixo nível chamado BackDoor. Várias vezes ao longo do caminho você dá um passo em falso e se pega flutuando sem querer, levando alguns segundos para conseguir voltar ao chão. Assim mesmo, continua seu caminho.

Conforme se aproximava, as ruas vão ficando mais movimentadas. As pessoas que passavam lançavam olhares para você, e um cara que parecia drogado te aborda para falar que achou seu "colete" muito louco. Mais à frente, a entrada do BackDoor. Já era quase hora de encerrar as atividades, mas a música pesada e desafinada que chegava aos seus ouvidos mostrava que o lugar ainda estava aberto.

Você sabia que, do lado do outro lado da porta, o segurança esperaria que você pagasse a entrada... E de repente lembra que estava quase sem dinheiro. Talvez ainda tivesse alguns trocados na carteira?

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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 25/10/2013
Durkheim Bracci
*FIca sem saber oque fazer , tentar se esconder com aquela armadura nao era uma boa ideia ja que ela fazia muito barulho e agora estavam todos alertas a barulhos diferentes*

*Então respirava fundo e ficava meio sem ideias apenas observava ao redor a procura de um lugar um pouco mais escuro e perto da parede , algum lugar que possa se encostar na parede e ficar escondido . Mas nao ficaria agachado ou encolhido , quando chegar no lugar fazendo o menor barulho possivel, apenas iria ficar em pé e paralisado como uma armadura antiga da época medieval*

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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 25/10/2013
Sempre fui um rapaz normal... nunca briguei com ninguém de verdade. Como todo jovem já sonhei em ser herói, já sonhei em fazer a diferença, agora tenho a chance.

Observo a mulher sendo violentada, o homem não parece ter me notado, logo penso "uma brecha".

Dou uma investida no homem segurando as duas mãos dele e esmagando apontando-as para baixo.

-Pare ai mesmo!
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Corvo .
Corvo . - 25/10/2013
Ton Araguahy:
Dou uma investida no homem segurando as duas mãos dele e esmagando apontando-as para baixo.
Wat?! Não entendi o que você quer fazer com as mãos do cara.
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 27/10/2013
off: segurar e esmagar :3 e joga-las para baixo, desculpa pela falta de detalhes.
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Corvo .
Corvo . - 06/11/2013
Durkheim Bracci
Você simplesmente fica parado, e o resultado é óbvio. A luz da lanterna bate em você. Eles se espantam com a visão - FILHO DA P- Mas o resto é abafado pelo som do tiro, pois o que estava mais a frente dispara a pistola contra você. Um baque te faz cambalear, e você sente um formigamento no ombro direito. Em seguida mais três disparos, e você sente mais alguns baques. Agora sua barriga e coxa esquerda também formigavam. Os vândalos olhavam para você de queixos caídos

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15 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:35 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
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Ton Neibother
Você avança sem planejar direito. O homem te vê saltando dos arbustos. Um grito, um tiro, e você consegue pegar o bandido.

As mãos dele estalam quando você as aperta, e ele grita. A arma cai no chão, ao lado do corpo da mulher. A mão dela estava sobre a cabeça, por isso você não conseguia ver o ferimento de onde saia todo aquele sangue.

Você solta as mãos do homem, que se ajoelha por um instante, choramingando sobre as mãos em frangalhos. Então você vê quando ele se prepara para levantar e sair correndo.
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 06/11/2013
Durkheim Bracci
*Que plano idiota havia tido , a unica coisa que poderia fazer na quele momento era bater muito naqueles punks*

*Bracci entao corria em direção ao que atirou e tentava usar seu poder de fogo para queima-lo ou coisa do tipo , torcia para que esses tiros nao tivessem ultrapassado aquela armadura. COm sua mão direta tentava acertar o rosto do Punk com a pistola para queimar e derretar a cara dele*
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Ton Araguahy
Ton Araguahy - 17/11/2013
Ton Neibother
Um lixo é um lixo... você não pode jogar o lixo na rua, já que, o lixo se propaga e infestara a cidade, entupira boeiros e junto de outros lixos vão fazer um estrago.

Seguro o homem pelas pernas antes que o mesmo fuja, seguro um pé com uma mão e o outro pé com a outra mão e começo a aperta-las, não escondo minha raiva... ele atirou nela, ele é um lixo, e lixos não merecem viver nesse mundo. Logo depois de ter certeza que destrui os dois pés dele pego a arma e destruo, tomando cuidado para não apertar o gatilho ou apontar para mim, depois de desfazer da arma vejo a mulher.

-Desculpe, não fui rapido o suficiente para lhe salvar.

Vejo o estado dela, caso seja muito ruim a levo imediatamente para o hospital mais próximo.
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Corvo .
Corvo . - 04/12/2013
Amanhã posto aqui.
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Corvo .
Corvo . - 24/12/2013
Corvo .:
Amanhã posto aqui.
Ou não. XD
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Corvo .
Corvo . - 24/12/2013
Durkheim Bracci
Com os formigamentos, você se atrapalha para correr até o rapaz e acertá-lo com o soco. Seu punho passa a vários centímetros do rosto dele... Mas é o suficiente para que seu cabelo cheio de tinta azul pegasse fogo. Você cambaleia para o lado e cai com um joelho no chão. Ao mesmo tempo o vândalo cambaleia para trás antes de perceber que estava em chamas, e então sai correndo enquanto tenta apagar o fogo com as mãos. No desespero a pistola, que ainda estava na mão dele, dispara. Com o susto o rapaz joga-a no chão e corre desembestado para o fundo da galpão, de onde os três que haviam ficado para trás já haviam fugido. Você ainda vê o rapaz apagando o cabelo com uma garrafa de água antes de sentir a pancada nas costelas.

Doeu, mas ao se virar e ver que um dos rapazes tinha acabado de te acertar com um cano de aço - agora torto e incandescente onde encostou na armadura - você percebe que não chegou nem perto do que deveria ter doído. Por um instante todos olham boquiabertos para você e para o cano torto, então o rapaz que te acertou larga a arma e sai correndo. Os outros o seguem e apenas um fica para trás, aparentemente muito assustado para correr. Você começa a se levantar, quando sente uma dor imensa nos ossos e cai de vez no chão. A dor piora, te fazendo gritar. O rapaz, se aproveitando da situação, dá passos rápidos até você e te acerta com a corrente de ferro que carregava. Na quinta pancada a corrente arrebenta, incandescente. O rapaz foge. Você continua gritando de dor enquanto a armadura começa a dobrar e redobrar sobre si mesma, reduzindo de tamanho e deixando seu corpo descoberto.

Você acorda horas depois, com uma sirene de polícia em algum lugar distante e a luz do Sol, que entrava por uma janela, batendo no seu rosto. Cada parte do seu corpo doía como se você tivesse sido atropelado por um trem... Oh, é mesmo! Você tinha.

Caído no chão, ao seu lado, estava seu amuleto da sorte, o estranho pedaço de metal em forma de ampulheta que pertencia ao seu pai. Você o pega, e quase deixa cair quando ouve um barulho repentino vindo de fora do galpão. Alguém estava ali fora, perto da entrada mais distante de você.

OFF: Há duas entradas no galpão, uma em cada extremo. Também existem alguns maquinários bem grandes ao seu redor, e não seria difícil se esconder num deles.
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ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ
ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ - 26/12/2013

ㅤㅤAnnie Edwards

"E agora!?!?" Ela avistou a região mais escura - árvores - era justamente isso que ela precisava para se esconder. O pânico tomou conta da jovem, o que faria da vida agora? Se esconderia? Ela precisava tirar essa coisa dela! O pânico provocado pelo futuro incerto, o medo insano de altura que a fazia permanecer imóvel - como se fosse adiantar de algo - e o horror de se ver envolta por aquela armadura. Ela estava surtando, precisava descer. Mas... Como? Se ela fizesse o processo inverso, tinha medo de descer tão rapidamente quanto subiu e arremessar a si contra o chão. - Droga! Ela resmungou, ou pelo menos, pretendeu. Respirou fundo, tentando situar-se, tentando aceitar a situação. Esse seria o primeiro passo para ela conseguir se livrar daquilo - entender o que era aquilo. A ideia de se jogar contra o chão não pareceu nada satisfatória, por conta disso, ela optou por um plano dez vezes pior. "Eu vou descer... No lago." A ideia do impacto contra a água parecia bem menos assustadora do que o impacto contra o solo. Poderia ser uma boa ideia, se ela soubesse nadar, o que não era o caso. Pensar demais não estava ajudando, ela visualizou o ponto do lago que mais se aproximava daquela região isolada e se concentrou, posicionando os braços para trás, jogando o corpo para frente. Tentando tomar impulso para baixo... Pensou em como o grito a havia empurrado contra a parede em sua casa. Mas logo esqueceu - ou não - disso, assim que o medo de altura a dominou ao notar que estava em queda livre. Ela gritou, apavorada. A ideia de focalizar um destino se perdeu completamente no momento em que ela fechou os olhos e tentou puxar os braços para frente, para proteger o rosto.
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Corvo .
Corvo . - 26/12/2013
Ton Neibother
Ignorando o fato de que você foi a principal causa do disparo, você alcança o bandido e esmaga seus pés. O homem grita agonizante por alguns segundos, então desmaia. Quando você tenta destruir a arma, ela começa a entortar lentamente e então estoura de repente, causando um susto e uma dor na mão. Você provavelmente apertou as balas onde não devia, ou coisa assim, mas aparentemente suas luvas aguentaram bem o impacto. Um grito tira sua atenção da arma: a mulher se assustou com o estouro.

Quando volta sua atenção para a mulher, ela grita de novo e se afasta de você, apavorada. Se por um lado isso parecia ingratidão, por outro dava o alívio de ver que ela estava relativamente bem. Perdeu uma orelha, mas ia sobreviver.

Sem esperar nem mais um segundo, a mulher sai correndo do lugar, completamente apavorada, deixando a bolsa e uma orelha para trás. O bandido continuava caído ao seu lado, completamente imóvel.
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Corvo .
Corvo . - 26/12/2013
Annie Edwards
Leva alguns minutos para você cobrir os quilômetros que te separavam do negrume que era o lago a essa hora. Mesmo na parte onde ele se encontrava com a cidade, a escuridão rapidamente encobria as águas... E agora você sobrevoava uma parte do lago cercada por árvores, longe de qualquer construção.

Com medo de cair sobre uma área rasa, pedras ou um banco de areia, você se afasta das margens até ter certeza que as águas seriam profundas ~talvez até demais~ antes de inclinar seu corpo para baixo. Quando o faz, é de maneira atrapalhada. Você sente que descer era muito mais simples do que você previu, e os movimentos exagerados feitos na sua expectativa errônea te fazem perder o controle e embicar para baixo numa queda quase perpendicular ao chão.

Mas isso dura apenas alguns segundos, pois o susto faz você gritar e mover os braços bruscamente, então seu corpo perde totalmente a direção. Tudo era negro e confuso, você não sabia para onde estava indo, o que era embaixo e o que era em cima, e apenas um ocasional borrão de luzes distantes te informavam que a cidade ainda era visível da altura que estava naquele instante... Mas o instante se arrasta e prolonga sem que você conseguisse retomar o controle. A coisa toda provavelmente não dura mais que alguns segundos, mas parecem ser vários minutos.

Finalmente você tem a impressão de estabilizar o corpo e parar de girar, e é nesse momento que vê as águas se aproximando vertiginosamente. Seus braços protegem o rosto instintivamente, e é esse movimento que faz seu corpo girar para trás. Sua cabeça projeta um arco, e sua nuca bate contra as águas do lago. O negro das águas se torna o negro da sua consciência se esvaindo.

Acorda com uma forte luz batendo em seu rosto. Vultos se apressam ao seu redor. Vozes desconhecidas. Aos poucos tudo começa a entrar em foco. Um médico pairava sobre você - Não se mova, você levou uma bela pancada na cabeça. - Ele prossegue um uma série de testes neurológicos simples, então pergunta seu nome... E você fica sem resposta. Não conseguia se lembrar de nada! Quem era?! Como havia parado naquele hospital?!

Depois de algum tempo conversando com os médicos, você descobre que foi encontrada desacordada nas margens do lago e trazida até o hospital. Uma série de exames mostrou que você não tinha ferimentos além de arranhões e uma grande contusão na parte de trás da cabeça. E o mais interessante, ninguém conseguiu tirar o anel que você trazia no indicador direito. Apesar de parecer feito de metal, não reagiu à ressonância nem a outros testes, então preferiram ignorá-lo por hora. E, finalmente, havia suas radiografias. Tiraram três vezes, para ter certeza de que estavam mesmo vendo aquilo. Parecia haver algo muito denso misturado aos seus ossos e músculos, formando estranhos padrões. Nunca tinham visto nada igual, mas você acordou enquanto eles ainda decidiam o que fazer quanto a isso. O consenso era realizar uma pequena cirurgia no seu braço para descobrir o que era a estranha formação, mas agora tinham que considerar sua opinião.

Fora isso, o casal que lhe encontrou parecia ainda estar no hospital, esperando notícias sobre seu estado.
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 27/12/2013
Durkheim Bracci
*Sua cabeça estava latejando , e suas vistas meio destorcidas , nao sabia oque fazer estava muito tonto e dolorido para tentar uma fuga cinematografia. Apenas sabia que havia pessoas ali mas estavam longe. Bracci pega seu amuleto e o olha , e em seguida guarda-o*

*Com tanta dor pelo corpo nao conseguia nem respirar direito ou falar , mas a unica coisa sensata que poderia fazer era ir para a saiada mais proxima dali para assim tentar fugir dali e voltar para segurança de sua casa*
*Enquanto andava ia se esgueirando pelos maquinários, ate se aproximar da saiada , antes de sair Durkheim se esconde no maquinário mais proximo e fica observando a saida por algum tempo , tentando ver se haveria algum carro de policia ou algo do tipo, depois disso se não houvesse , tentaria a sorte e sairia por la mesmo rezando para não encontrar ninguem e rumar para sua casa*

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16 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:35 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
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Olhando para o bandido apenas esmago a cabeça dele no chão.

-insetos devem ser esmagados.

O poder tomou conta de mim? não.
O poder toma conta de todos os que o tem.

*Pego a bolsa da mulher.

-Acho que ela vai querer isso... se eu voltar ao normal levo para policia.

Procuro também sair do lugar, tento limpar o provavel sangue em qualquer lugar que de no meio do caminho.
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ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ
ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ - 5 de jan

ㅤㅤAnnie Edwards

As vozes. A luz. O que havia acontecido? Ela acorda assustada, mas rapidamente é confortada com algumas explicações que, na realidade, não explicavam nada. Sentia-se extremamente dolorida, e frustrada, por ver que ninguém sabia responder suas mais óbvias perguntas, nem mesmo ela. Lago? "O que eu fazia em um lago?" Então, sua atenção é desviada para o comentário aleatório que ela escutou. Seu anel, de alguma forma, preso. Ela fitou o objeto, tentando lembrar-se de o que ele devia significar para ela e... Nada. Depois de muitos exames e questionamentos criados, ela precisava tomar uma decisão. Olhava as radiografias, assustada. O que era aquilo? - É... É seguro? Perguntou, referindo-se a cirurgia. Mas, ela estava em um hospital, se queria saber o que era aquilo, aquele era o melhor local. Sentiu-se insegura, e encarou o médico. - E-Eles estão aqui, ainda? Por um instante, ela sentiu vontade de conhecê-los, conhecer o casal que a havia salvo. Mas antes que pudesse dizer algo, preferiu não falar com eles antes de ter algumas respostas. - Ok, vai, pode fazer essa tal cirurgia. Rápido, por favor.

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Corvo .
Corvo . - 9 de jan
Durkheim Bracci
Enquanto cambaleava para trás dos restos decadentes de maquinários, dois policiais entram no galpão, pela abertura mais distante de você. Mais de um minuto se passa antes de você conseguir uma brecha para fugir dali sem ser visto.

Em frente ao portão da fábrica estavam pelo menos duas viaturas, e um policial investigava as grades derretidas do portão. Sem outra saída, você é obrigado a dar a volta por fora do galpão e andar pelas ruínas de galpões, prédios e maquinários abandonados.

O lugar era tão grande que não demora para você se perder. Algumas áreas pareciam mais antigas que outras, e a diversidade de máquinas esquecidas te dizia que a fábrica deve ter mudado de ramo várias vezes ao longo dos anos, provavelmente passando de um dono para outro quando o negócio anterior ia a falência. Às vezes, quando passava pela entrada de algum galpão, seus passos ecoavam alto e te davam um susto. Seria muito fácil alguém se esconder de você naquele lugar.

Então você finalmente avista o muro que cercava a fábrica. Como era o único ponto de referência para encontrar a saída, você decide segui-lo até encontrar outro ponto em que pudesse escapar dali. Não demora muito para você chegar em outro portão, que saía para os fundos da fábrica, onde havia os restos de um estacionamento ~agora apenas um lamentável pátio de concreto todo rachado e tomado pelo mato~ cercado por um longo matagal que chegava à altura da sua cintura. Você começa a caminhada.

Era duas da tarde quando finalmente chega em casa, suado, dolorido e exausto. A casa estava silenciosa e vazia. Sobre a mesa da cozinha, um frango parcialmente comido e uma nota do seu pai - Fui ao mercado. Há mais comida na geladeira. Conversamos quando eu voltar. - ..."Conversamos quando eu voltar"?! Oh oh, era melhor você arranjar uma boa desculpa para ter passado a noite fora de casa sem avisar, e rápido!
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Corvo .
Corvo . - 9 de jan
Ton Neibother
Aparentemente, quebrar o crânio de alguém não era tão fácil quando quebrar as mãos. Você é obrigado a segurar a cabeça do homem desacordado com as duas mãos e fazer uma força semelhante a que usou para destruir a arma. Mesmo assim, estava conseguindo apenas um pequeno movimento e um ou outro estalo de osso sendo quebrado...

Então você sem querer faz um movimento familiar e as estacas de metal se projetam de repente das suas palmas, ao mesmo tempo te dando um susto, fazendo voar sangue e pedaços de "carne" no seu rosto, e prendendo suas mãos à cabeça do homem que você matou.

Do pavor do momento, você tenta largar a cabeça, mas as estacas estavam firmemente presas ao crânio. Aos poucos suas mão começam a ficar amortecidas, e a sensação vai subindo pelo seu braço, ombro, se espalha pelo tronco...

Você não se lembra de ter desmaiado, mas tem certeza de que esteve inconsciente por algum tempo. Só isso explicaria o fato de você estar agora acordando no chão do bosque, com o rosto sujo de terra. Levanta as mãos para se limpar, e arregala os olhos. Aquelas não eram suas mãos! Eram maiores, mais velhas, morenas e calejadas! E seus braços também estavam daquele jeito! E as pernas, e o corpo, e...

Se levanta, e percebe que está mais alto que o normal. Não reconhece seu rosto ao passar as mãos por ele. Tenta falar, e se surpreende ao ouvir a voz do bandido que acabou de matar... "Acabou"? Quanto tempo tinha se passado? O corpo continuava ao seu lado, e o céu ainda estava escuro. De repente você percebe que também não estava mais usando a "armadura". O que raios tinha acontecido?!
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Corvo .
Corvo . - 9 de jan
OFF: "No pavor do momento..."
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Corvo .
Corvo . - 10 de jan
Annie Edwards
Quando pergunta se é seguro fazer a cirurgia, os médicos se entreolham por alguns segundos, então um deles te diz - Nós não temos ideia do que está nos seus ossos, mas essa operação pode nos dar informações importantes sobre sua saúde... - Você não consegue evitar de pensar que sua pergunta não foi respondida.

Sobre os seus "salvadores", o médico diz - Eles estão na sala de espera. Disseram que iriam esperar por notícias suas. - e rapidamente volta para o assunto da cirurgia.

- Ah, muito bem então! Já temos uma sala de operações reservada, vamos levá-la para lá agora mesmo. - Então ele dá algumas ordens e logo sua maca estava estava passando pelos corredores.

Durante a cirurgia você permanece acordada, com anestesia local. A concentração dos médicos é intensa. Eles raspam o osso repetidamente por vários minutos. Trazem uma broca e, ao colocarem-na na abertura, fumaça sobe do seu braço. Apesar de não haver dor, você não consegue evitar se sentir alarmada.

Mais de duas horas se passam, e pelo seu braço passam alicates, pequenas serras, objetos pontiagudos e até mesmo um tipo de laser, seguido de uma bateria de testes. Finalmente costuram seu braço e te levam de volta para o quarto, onde você aguarda por por mais algumas horas até o médico voltar e lhe fazer uma série de perguntas que, sem memória, você não sabia responder. Quando indagado sobre a cirurgia, ele parece frustrado e diz que ainda estavam analisando os resultados, e que você deveria permanecer internada por mais alguns dias. (Pode fazer perguntas se quiser)

Mais tarde o casal que lhe encontrou faz uma visita. Os nomes eram David e Ellen, tinham pouco menos de 30 anos de idade e estavam casados há 2 anos. Moravam em um pequeno apartamento próximo ao centro da cidade, e pareciam pessoas simples e honestas. Ficam emocionados com a sua situação, e oferecem ajuda se você precisar de alguma coisa. (Pode fazer perguntas se quiser)

Finalmente você é deixada sozinha, com apenas uma televisão, uma campainha para chamar a enfermeira e uma vista do terceiro andar pela janela. Ao longe, por trás de uma avenida elevada, você conseguia ver um pedaço do lago.
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 11 de jan
Durkheim Bracci
Se sentava por um momento no sofá da sala , retirava do bolso seu amuleto e o olhava com perplexidade . Oque aconteceu? como aquele objeto poderia fazer aquilo , mas deixaria isso pra depois. Então o guardava consigo e foi para o banheiro tomar uma ducha gelada. Em seguida se trocava e voltava para o sofá estava preocupado com oque seu pai iria falar , oque queria conversar

-To fodido- Sua voz era triste mas tentava manter-se firme, colocava a mão no bolso e acariciava o amuleto e assim ficava ate seu pai voltar e tentar a sorte para nao se ferrar
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Corvo .
Corvo . - 17 de jan
Durkheim Bracci
Seu pai chega e faz você sentar na mesa da cozinha. Ele se senta de frente para você e começa a fazer perguntas. Porque você não tinha ligado na noite anterior? Porque não atendia o celular? Onde tinha passado a noite? Com quem estava? O que esteve fazendo?

Depois de você responder com detalhes a cada uma dessas perguntas (responda), ele continua com algumas perguntas retóricas ~Sabe o que significa "responsabilidade"? Tem alguma coisa na cabeça além de minhocas? Quanto tempo acha que ficaria de castigo?~ e finalmente te manda para seu quarto, de onde você não deveria sair até o dia seguinte, e onde você passaria a maior parte das semanas seguintes.
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João Pedro Bracci Lopes
João Pedro Bracci Lopes - 20 de jan
Durkheim Bracci
Se sentava e olhava para seu pai com um rosto serio e meio de desdem, mas iria responder as perguntas com um pouco de sinceridade .
- Não liguei a noite anterior porque tinha ido em um bar com meus amigos, pai .-
Cruzava os braços e continuava a ouvir as perguntas - Não atendia o celular porque o bar tinha musica muito alta e estava com algumas meninas la . Então acabei ficando muito tempo com o pessoal . Depois do bar decidimos dar uma volta por ai , procurando algum lugar para nos divertir - DEpois então se mandava para o quarto com o grito do pai , fingia estar decepcionaod consigo e partia para a cama , pois tinha sido um longo e louco dia e tentava dormir
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ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ
ㅤㅤㅤϟ ㅤMαísα ㅤ - 22 de jan

ㅤㅤAnnie Edwards

Annie olhava para o próprio braço, intrigada. Era difícil dizer se ela estava preocupada com o que poderia ser descoberto ou se estava preocupada em ganhar uma possível cicatriz. Por mais que, a cada momento naquele hospital ela se sentisse mais perdida, estranhamente se sentia muito segura. Percebeu que, devido ao seu silêncio, o médico estava começando a se retirar - E-Espere. Eu realmente preciso ficar internada? Me sinto bem, não poderiam me entregar os resultados, sei lá, em outra ocasião? Eu... Eu realmente gostaria de ser liberada. Não, na verdade, ela tinha receio de ser liberada. O que faria ao sair dali? Mas, talvez fosse esse o motivo dela não querer ficar, quanto antes saísse, melhor. Após a saída do médico, ela descansou até receber a visita de um jovem casal. - Eu nem sei o que dizer, meio que devo minha vida a vocês, não é? Muito obrigada, mesmo. - Ela sentia uma simpatia imensa por aqueles dois, sabia que havia acabado de conhecê-los, mas, no momento, eles eram os únicos a quem ela conhecia. - Como vocês me encontraram? Eu adoraria ficar sabendo de algo que possa me ajudar a... Não sei. Ela sentiu-se embaraçada com a situação, e com a maneira como eles eram prestativos. Após um tempo, encontrou-se sozinha, observando a paisagem através da janela. Ignorava completamente os ruídos provocados pela tv, estava inquieta, perdida em pensamentos enquanto observava o lago. O que eu estava fazendo lá... Sozinha? Quem so... eu era?

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17 Re: [RPG] Artefatos em 11/02/14, 08:35 pm

João Pedro Bracci

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Postador Formado
Ton Neibother
Respirando para acordar desse sonho... a realidade, é tão crua assim?

Começo a andar procurando uma saida enquanto verifico minhas roupas.

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18 Re: [RPG] Artefatos em 13/02/14, 12:24 pm

Selta

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Camper
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off: depois apago, só pra falar, sou o Ton, não consegui usar o mesmo nome aqui =\ botei meu nome em rpgs online :3, ok?

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