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[Ponte] Fichas

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1 [Ponte] Fichas em 19/03/14, 09:28 pm

Beatriz Moura

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"No começo havia a Magia e o Concreto, cada um vivia em uma margem do Grande Rio.
Um dia seus olhares se encontraram, e os dois se apaixonaram perdidamente.
Então cada um construiu um barco e se encontraram no meio do rio.
Mas enquanto se amavam, as águas arrastaram e destruíram os barcos.
De volta às suas margens, perceberam que nunca poderiam ficar juntos.
Mas do seu amor surgiram três filhos, os Deuses da Criação.
Vendo o sofrimento e solidão de seus pais, os três deuses se uniram e criaram uma ponte sobre o rio, para que seus pais pudessem finalmente ficar juntos.
"
Montie Corrani, 327E2, O Livro Da Criação




PONTE




O continente de Afara está dividido. Vinte anos atrás os Reis Magos entraram em guerra contra o Rei Corrupto, e após anos de batalha finalmente despojaram-no do trono. No entanto, algo aconteceu com os Reis Magos. Divergências de ideias levaram a brigas, perda de confiança e traição. Uma tensão se instaurava entre os exércitos de cada rei. Então veio a Guerra da Cidadela, quando a cidade-estado dos magos, jurada a jamais interferir no governo do império, quebrou seu voto e traiu os Reis Magos. A batalha que se seguiu foi terrível, algo jamais visto. A Cidadela foi completamente destruída. Toda magia sem autorização dos Reis foi terminantemente proibida. Magos ilegais passaram a ser caçados como animais e assassinados em massa pelos exércitos dos Reis. Mas isso não foi tudo. A Guerra da Cidadela serviu como um estopim para o ânimos já acirrados dos Reis Magos. Eles se voltaram uns contra os outros e o Império foi dividido, fragmentado nos três reinos que existem hoje: Nor, Les e Sut. Os próprios Reis Magos tornaram-se reclusos em seus castelos, controlando o reino sem jamais se mostrarem. Isso faz 15 anos.

No entanto, durante todo esse tempo a coexistência dos três não é pacífica. As tensões políticas entre os governos são extremas. As fronteiras são áreas de conflito constante entre os exércitos. O trânsito de pessoas por essas fronteiras é, em grande parte, proibido. Mesmo com seu poderio militar equilibrado, o Nor e o Sut tem sede pelo sangue um do outro. A única coisa que os impede de entrar em guerra é a posição neutra de Les, que apesar de ter um exército menor, pode pender a balança para o lado que decidir se aliar. No entanto a tensão cresce a cada dia, e as buscas dos Reinos por novas armas que possam ganhar a guerra nunca param...

É nesse cenário que surge um grupo de pessoas que pode mudar o curso da história. Pessoas com poderes especiais, conferidos por cada um dos deuses: Keadilan, deus da ordem e da justiça; Bakaia, deusa do equilíbrio e compreensão; Skal, deus do caos e da perversão. Essas pessoas ainda não sabem, mas logo receberão a missão mais importante de suas vidas. E tudo começa com uma mensagem...

- Jogadores, os seus personagens começam no reino de Nor. O(a) Escolhido(a) começa em Sut. Só existem humanos como raça humanoide. Qualquer tipo de mago é caçado. Religiosos dos Três Deuses são comuns. Existem facções de contrabandistas, piratas, mercenários, assassinos, milícias, guerreiros nobres e montes de outras coisas. Monstros são comuns. Bandidos são mais comuns ainda. Para mais informações fale com algum dos mestres (LíderDosLíderes, Beatriz Moura e Corvo), ou verifique na Database o tópico [Ponte] Informações. Bom jogo a todos. -

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2 Re: [Ponte] Fichas em 19/03/14, 09:52 pm

Beatriz Moura

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Postador Formado
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Fichas
Fichas também podem ser enviadas por Mensagem Privada para os Mestres.



Ficha padrão

Nome:
Idade:
Sexo:

Aparência: Descrição e/ou imagem.

Poder especial: Escolha um "superpoder" para seu personagem.

Atributos: Coloque "Força", "Inteligência", "Destreza" e "Carisma" em ordem de prioridade, do melhor para o pior.
-
-
-
-

História: Seja criativo. Se tiver dúvidas, contate os mestres.





Ficha do Escolhido

Nome:
Idade: 9
Sexo:

Aparência:

Poder especial:

Atributos:
- Inteligência
- Carisma
- Destreza
- Força


História: Suas primeiras memórias são de pesadelos que tinha durante a infância. Fogo, gritos e destruição. Apenas pesadelos.

A vida toda morou em um minúsculo vilarejo esquecido pelos deuses, ao sudoeste do reino de Sut. Seus pais, trabalhadores e honestos, sempre lhe ensinaram a respeitar os deuses igualmente, apesar de rezarem apenas no altar de Keadilan, o deus da Ordem e Justiça. E desde cedo você os deixava orgulhosos. Era inteligente como ninguém. Tinha devoção, sabedoria e liderança. Uma criança exemplar...

E mesmo assim, algo lhe assombrava. O poder que possuía, as coisas que podia fazer. Seus pais te alertavam sobre isso. "Seus poderes são perigosos, por isso deve tomar cuidado". "Jamais deve usá-los". "Terríveis". "Caçarão a todos nós". "A magia é algo mau".

Então, numa noite, sua própria mãe quebrou a regra sagrada. Você lembra dela entrando em casa, carregando uma garota que parecia acabada. "Atacada por um louco", dissera. "Não podia deixá-la lá". "Era o único modo".

Os dias seguintes foram aterrorizantes. Viviam com medo, desconfiados e escondidos. Então os homens de azul vieram. Montados em grandes lobos, brandindo aço e fogo. Obedeceu seu pai quando lhe disse para correr. Estava com medo. Medo demais para suportar. Ao longe, viu as magias dos seus pais iluminarem a noite... E falharem. Os homens de azul os pegaram. Você fugiu.

Uma semana depois você se encontrava na parte de trás de uma carroça, viajando com repolhos e cenouras. O comboio a levaria até o próximo vilarejo, ao leste, e depois tomaria a rota norte ao longo da fronteira, em direção dos acampamentos dos exércitos. Pela primeira vez na vida estava completamente só. Agora teria que tomar suas próprias decisões, pois não havia ninguém nesse mundo para lhe ajudar... Ninguém além dos Deuses.



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3 Re: [Ponte] Fichas em 20/03/14, 03:57 pm

Vaelin

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Camper
Camper
Nome: Lewine Illyan
Idade: 20
Sexo: Masculino
Aparência: Tem altura de 1,82 metros e pele clara. Tem longos cabelos negros às suas costas, que são presos em um rabo de cavalo, e uma barba curta. Seus olhos são castanhos, com uma cicatriz de um corte se posicionando entre sua sobrancelha direita, deixando uma marca branca não muito grande, mas que se destaca bem em suas feições. O nariz qualquer um pode dizer que já foi quebrado antes, devido a seu formato estranho. Sua face e bem rígida, semelhante a de qualquer soldado, que parece estar franzindo para qualquer tipo de situação. Seu corpo é bem definido, devido aos seus treinamentos. Há também cicatrizes em toda a extensão de suas costas.

Poder especial:
Canção da Morte: Assim foi como Lewine chamou seu próprio poder, pois simplesmente era isso o que era. Ele simplesmente consegue saber a localização de qualquer um que pretende matar alguém, a partir de uma musica, que sempre muda de pessoa para pessoa, e que parece vir de onde esse sujeito se localiza. As vezes essa música toca com muito alarme e expectativa, quando esse desejo de matar é muito grande, e como estivesse esperando que Lewine fizesse alguma coisa. Em batalhas esse poder age de outra forma, ele toca duas melodias, uma para cada um dos lados combatentes, como se todas as musicas se unissem e agissem como uma só. A música não pode ser escutada por mais alguém, e não danifica sua audição não importa o quão alta seja, mas ainda assim ele dificilmente consegue escutar a voz de outra pessoas quando ela é muito intensa. Lewine não consegue ouvir uma musica vindo de si mesmo quando está prestes a matar alguém.

Atributos:
- Destreza
- Força
- Carisma
- Inteligência

Historia: Lewine nasceu em Nor, em um vilarejo, filho de uma camponesa e de um soldado, segundo seu avô. Na verdade até hoje não sabe sobre o que teria acontecido com sua mãe ou seu pai, nem onde estariam. Talvez ela o tenha trazido para seu avô pois em sua profissão não poderia cuidar dele, mas este jamais disse realmente as circunstâncias que Lewine apareceu para ele. Alguns anos mais tarde ele veio a entender que provavelmente seria um bastardo de uma seguidora de campo nos poucos que lhe era dito. Graças às condições misteriosas de seu nascimento ele nunca foi tratado bem no vilarejo, e provavelmente teria sido expulso de lá se seu avô não fosse o dono da estalagem local, e uma pessoa que todos respeitavam. Lewine cresceu bem próximo dele, o qual considerava como seu único amigo, e aprendeu o seu negócio de comerciante. Eles moravam na própria estalagem, e vendiam toda sorte de itens que seu avô comprava de caravanas que passavam pelo vilarejo. Assim Lewine cresceu, aprendendo a ler, escrever, aprendendo mapas, o preço de produtos e como lidar com comerciantes, alem de sempre estar ouvindo histórias e novidades das pessoas que passavam pela estalagem.

Porém quando seu avô morreu sua vida se tornou insustentável. Lewine tinha somente 13 anos e não podia simplesmente assumir o negócio, tal como nunca o aceitariam se ele decidisse o contrário, assim tomou uma decisão. Foi para o exercito, e decidiu vender a estalagem, por um dinheiro que guarda até hoje. Assim sua vida se passou como um recruta durante 4 anos, tal como foi durante esse período que percebeu seu poder. Não lutou em nenhuma batalha ate fazer 17 anos, porem já tinha aprimorado suas habilidades, sua arma preferida sendo o machado, mesmo nunca tendo a oportunidade de usá-lo. Na primeira batalha, contra alguns bandidos que foram pegos de surpresa, ouviu essa música, duas melodias, que não parecia vir de qualquer instrumento, mas sim de todos aqueles presentes naquele confronto, uma de cada grupo. E apesar de aquele som ser muito alto, não lhe doía os ouvidos, e invés de o distrair o ajudava a concentrar na matança que se fez dos bandidos aquele dia. Usou o machado com proeza, não sentindo nada mais que satisfação quando matou a primeira vez, e por algum motivo sempre sabia onde estava a próxima ameaça. No fim do confronto foi elogiado por seus colegas, e a partir daí fez parte de toda batalha que seu esquadrão participava, se acostumando a matar como se fosse parte de sua rotina.

Começou a entender a natureza dessa música que ele ouvia, e como ela funcionava. Acabou ganhando uma cicatriz em uma emboscada contra alguns bandidos na estrada. Mesmo assim por todo esse tempo continuava juntando dinheiro para um dia poder comprar uma estalagem onde iria aposentar sua vida de matança. Porem era difícil para ele dizer que não gostava de ser um soldado. Na verdade no meio de confrontos ele dificilmente escutava ordens de seus oficiais, porém ninguém reclamaria com ele enquanto estivesse sendo tão útil quanto estava sendo. A música que ouvia na batalha o atraia, a matança daqueles que quebravam a lei era um prazer maior do que qualquer bebida ou mulher. Mas talvez seja o destino que o tenha levado a vida daquilo que mais desprezava.

Estavam indo localizar e eliminar um usuário de magia ilegal, denunciado por alguns camponeses. Chegando lá viu uma garota, que ele pensava que não tinha mais de 16 anos, amarrada a um poste, cheia de ferimentos e sangramentos por todo o corpo, onde foi acertada por pedras. Não acreditou quando aquilo o afetou tanto, afinal como um soldado nunca questionou suas ordens. Ele percebeu a mesma inquietação em outros de seus companheiros. Foi a seu capitão, um homem que respeitava, em frente a alguns de outros soldados, e sugeriu que talvez tirassem a garota de lá até acharem provas de que ela era o que diziam. Esse foi um erro que Lewine se arrepende até hoje, tanto que levará as marcas de sua punição por tentar proteger uma maga até o final de sua vida. Suas costas foram acertadas diversas vezes com um pedaço de pau na frente de soldados. Ao final do dia a garota havia sido executada com diversas flechas acertadas em seu corpo. Os soldados então separaram os membros do corpo e o penduraram por toda a aldeia. Lewine foi recebido de volta, com metade do pagamento, e este concordou, se arrependendo de suas ações, e ainda sentindo os ferimentos em suas costas. Porém não era muito sobre sua confissão para o capitão que se arrependia e sim por não ter salvado a garota. Sete dias depois, ele matou 9 soldados enquanto dormiam com uma faca, incluindo seu capitão e alguns oficiais. Então roubou um cavalo e fugiu.

Foi caçado, sim, mas sua habilidade sempre o prevenia de ser encontrado por surpresa, além de que não havia ninguém melhor do que Lewine para se mover na escuridão. Matou cerca de 7 soldados ao longo dessas perseguições que passaram nas semanas seguintes. Conseguiu escapar, e aparentemente desistiram de persegui-lo quando se moveu mais para longe da civilização. Sem muita opção para sobrevivência, Lewine começou a roubar pessoas na estrada de seus suprimentos. Só agia a noite, quando não podiam vê-lo e conseguia roubá-los sem confronto, porém em algumas situações era descoberto, e então fugia sempre evitando uma luta. A não ser quando se tratavam de soldados, desses ele nunca fugia quando era descoberto, sempre lutando e ganhando contra pessoas confusas no meio da noite. Porém deles ele não tinha a intenção de roubar e sim de cortar suas gargantas enquanto estivessem dormindo

Deixou seu cabelo e barba crescer, sempre mantendo uma franja para que cobrisse sua cicatriz na sobrancelha. Além disso, também começou a roubar dinheiro e jóias. Depois de um ano voltou a visitar vilarejos e cidades novamente. Descobriu como obtinha mais lucro roubando coisas de estalagens e viajantes distraídos, porém sempre a noite. Ele gostava muito daquela vida, apesar de não ouvir a música tão frequentemente, a adrenalina de saber que se fosse pego teria de matar ou seria morto também era prazerosa.

Porem não seria certo dizer que ele não tinha nenhuma ambição. Longe disso. Ele tinha grandes sonhos, onde os Reis Magos que só se importavam com suas guerras tremessem com essa nova ameaça inesperada e percebessem que não estavam protegidos dentro de suas muralhas. Lewine iria criar uma reputação para si que colocaria medo em qualquer pessoa de bem. E um dia ele iria saquear os castelos desses Reis de suas riquezas. Disso ele tinha certeza.

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4 Re: [Ponte] Fichas em 22/03/14, 10:20 pm

Fake

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Nome: Luke Lorrent
Idade: 19
Sexo: Masculino
Aparência: http://tinyurl.com/ovevy9e
Possui cabelos pretos, que não curtos mas também não são longos. Possui olhos levemente vermelhos, e suas feições em geral são normais. Sua pele é naturalmente clara.

Usa um casaco marrom por cima de uma camiseta branca, com uma calça preta folgada e um pouco rasgada perto de seus pés, no qual veste uma bota velha de couro.

Poder especial: Move Point - Permite teleportar "objetos" do ponto A ao ponto B, sendo que A é a posição do alvo e B é o local escolhido para teleportar o alvo. Objetos podem ser seres vivos ou não, incluindo o próprio usuário. Objetos em movimento mantém sua velocidade e trajeto após teleporte.

Atributos:
- Destreza
- Inteligência
- Carisma
- Força

História:
Luke nasceu em uma família pobre em Nor, que, quando não possuíam mais dinheiro para alimentar três bocas, expulsaram-o de casa quando tinha cerca de dez anos. Sendo uma criança fraca, ele apelou para o poder que ele havia descoberto há pouco tempo: o poder de teleportar objetos.

Dessa forma, ele conseguia roubar comida, usando um teleporte de curta distância. Nunca foi pego, pois roubava apenas o suficiente para poder se alimentar para as pessoas não perceberem. Depois de crescer, ele começou a roubar objetos mais valiosos de pessoas ricas, agora capaz de teleportar os objetos até um lugar seguro mais facilmente. Depois de conseguir um Fencer, ele começou a vender os objetos roubados, embora por talvez mais barato que deveria.

Em um ponto, ele teve certeza de roubar sua antiga casa, deixando-os sem o que comer e sem deixar nenhum objeto de valor dentro da casa. Mesmo o menor dos itens foi removido da casa. Ele sequer vendeu os objetos roubados; Luke fez questão de teleportar todos no rio, tornando a maior parte dos objetos inusáveis. Se sentindo satisfeito com sua pequena vingança, ele voltou à sua vida normal. Essa foi sua primeira vez roubando uma casa pobre, e não pretendia ter uma segunda vez.

Ele viveu nômade, nunca comprando uma casa. Nem conseguiu dinheiro suficiente para tal, e de qualquer forma, estava satisfeito vivendo sem ter uma casa. Seu dinheiro era mais que suficiente para comprar um quarto em uma estalagem em dias de chuva ou tempestade.

Em geral o dinheiro extra, afora um pouco que era guardado para comprar coisas em caso de emergência, era usado para comprar coisas das lojas das massas menores. Luke não tinha uso para nada além de comida e roupas. Ele priorizava comprar comida nas lojas que ele tinha roubado no passado, como uma forma de desculpas, apesar de os donos nunca saberem que Luke havia roubado eles.

Luke não realmente possui um objetivo na vida. Ele apenas segue sua rotina de roubar os riquinhos andando por aí com jóias pedindo para serem roubadas - não que ele tenha algo contra eles, mas seus alvos não vão sentir muito a falta de algumas jóias no pescoço. Ou vão. Mas isso não importa, eles possuem mais que o suficiente para repor-las. O importante é não roubar nada que pessoas vão perceber rapidamente.

Ele geralmente é visto vagando pelas ruas no reino de Nor ou dormindo em algum lugar qualquer fora dos muros.



Última edição por Fake em 27/03/14, 09:09 pm, editado 1 vez(es)

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5 Re: [Ponte] Fichas em 26/03/14, 05:02 pm

Anita Júlia

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Postador Formado
Postador Formado
Nome:Rika Furude
Idade: 9
Sexo:Feminino

Aparência:







Rika possui cabelos cumplidos de coloração preto azulado,  estatura baixa , e possue pele palida.

Poder especial:

Telepatia

Capacidade de ler os pensamentos de outros ou mentalmente se comunicar com eles. Pode ainda interferir e controlar qualquer tipo de ação ligada ao cérebro.


Atributos:
- Inteligência
- Carisma
- Destreza
- Força

História: Suas primeiras memórias são de pesadelos que tinha durante a infância. Fogo, gritos e destruição. Apenas pesadelos.

A vida toda morou em um minúsculo vilarejo esquecido pelos deuses, ao sudoeste do reino de Sut. Seus pais, trabalhadores e honestos, sempre lhe ensinaram a respeitar os deuses igualmente, apesar de rezarem apenas no altar de Keadilan, o deus da Ordem e Justiça. E desde cedo você os deixava orgulhosos. Era inteligente como ninguém. Tinha devoção, sabedoria e liderança. Uma criança exemplar...

E mesmo assim, algo lhe assombrava. O poder que possuía, as coisas que podia fazer. Seus pais te alertavam sobre isso. "Seus poderes são perigosos, por isso deve tomar cuidado". "Jamais deve usá-los". "Terríveis". "Caçarão a todos nós". "A magia é algo mau".

Então, numa noite, sua própria mãe quebrou a regra sagrada. Você lembra dela entrando em casa, carregando uma garota que parecia acabada. "Atacada por um louco", dissera. "Não podia deixá-la lá". "Era o único modo".

Os dias seguintes foram aterrorizantes. Viviam com medo, desconfiados e escondidos. Então os homens de azul vieram. Montados em grandes lobos, brandindo aço e fogo. Obedeceu seu pai quando lhe disse para correr. Estava com medo. Medo demais para suportar. Ao longe, viu as magias dos seus pais iluminarem a noite... E falharem. Os homens de azul os pegaram. Você fugiu.

Uma semana depois você se encontrava na parte de trás de uma carroça, viajando com repolhos e cenouras. O comboio a levaria até o próximo vilarejo, ao leste, e depois tomaria a rota norte ao longo da fronteira, em direção dos acampamentos dos exércitos. Pela primeira vez na vida estava completamente só. Agora teria que tomar suas próprias decisões, pois não havia ninguém nesse mundo para lhe ajudar... Ninguém além dos Deuses.

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6 Re: [Ponte] Fichas em 26/03/14, 10:13 pm

dot.Dope

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Nome: George Belford

Idade: 31

Sexo: M

Aparência: É um homem de 1,87 de altura. Usa a armadura tradicional dos paladinos sobre o corpo com apenas uma simples roupa de couro que muda de tempos em tempos por causa do dinheiro que pega dos seus assassinatos. Sempre uma um capacete sobre sua cabeça, raramente o tirando – como também toda sua armadura. A espada e o escudo se mantêm nas costas numa cruz. Os olhos azuis podem ser observados pelo capacete. Os cabelos castanhos sempre cortados até não existirem, deixando-o careca. As formas masculinas do rosto são muito presentes, como também em todo o corpo, esse definido. Uma pequena sacola de lã branca está presente em seu cinto, sempre com exatamente cem moedas.

Poder especial: Visão Divina – Consegue observar a aura de qualquer pessoa, pela parede ou a razoáveis distâncias. Essa aura lhe deixa saber o sentimento da pessoa no momento, o auxiliando um pouco a entender cada um – mesmo que nunca tenha sentido coisa alguma. Odeia essa sua visão, tanta que se mantém de olhos fechados por muito tempo para não ter de vê-las, já que lhe mostra algo que não possui – tendo assim, inveja dos outros e ódio de si mesmo.

Atributos:
- Inteligência
- Força
- Destreza
- Carisma

História: A infância se estabeleceu como um momento de aprendizado e castigo. Desde seus quatro anos, seus pais, Sacerdotes Dourados, o mostraram a educação de Keadilan como também um ensinamento deles mesmo: “A Bondade é a única forma de poder.”. Qualquer ato de maldade: roubo – mesmo que pequeno, bater sem devidas razões, mentir, omitir, qualquer coisa e ele era punido com a falta de alimentação, chicotadas e escrever o Ensinamento até seus dedos doerem.

  Isso marcou tanto sua infância tanto sua adolescência. Na escola, manteve-se sempre como um bom menino e qualquer um que fizesse algo de errado arrependia-se quando quebrava algum membro deste. Tornou-se um lutador quase que nato graças a essas punições que dava aos outros, tanto que cresceu com uma fama de mal bondoso. Logo quando pode, tornou-se um Paladino.

  A sociopatia cresceu durante esse período. Matava pelo prazer de fazer o bem, qualquer mago sofreria da sua espada, qualquer bandido de suas mãos. Cada vez mais crescia sua crueldade com o maligno, cada vez mais torturava quem encontrava que havia feito algo de errado. Tinha uma ideia na cabeça que se fixou e o movimentava pela vida.
Num dia qualquer, aos seus vinte sete anos, aniquilou quase uma vila inteira por causa de uma maga que haviam escondido. Isso o levou a expulsão, mas antes de qualquer formalidade, fugiu. De armadura, espada e escudo seguiu a vida, aniquilando, e com gosto, qualquer um que havia realizado alguma maldade.

  Amigos, George nunca possuiu, mantendo-se mais solitário e de poucas palavras. A família morrera tempos atrás de velhice e qualquer relação com a nobreza havia sido quebrada em sua fuga. A sociopatia, criada pelos pais, o levou a ser sem sentimentos em relação ao outro, até gostando da dor de outrem.

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7 Re: [Ponte] Fichas em 28/03/14, 04:36 am

Felype Dias

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Postador Formado
Postador Formado
Ficha padrão

Nome: Airon Fisto
Idade: 18
Sexo: M

Aparência: Descrição e/ou imagem.
Magro. Costuma usar roupas leves e soltas, que permitem movimentos do corpo e alongamentos. Careca na maior parte da cabeça. Seu cabelo se acumula apenas na parte de tras dacabeça, onde usa uma trança de quase 50cm. 4 pontos avermelhados na testa semelhantes a queimaduras. Pele clara e olhos mais fechados que o normal nos cantos. Por cima das roupas leves está quase sempre com alguma capa pesada por causa do frio da parte mais ao norte de Nor, onde vive. Capas feitas de couro de animais ou bestas.

Poder especial: Cura pelo Chackra
Com o poder de seu chackra, Airon descubriu que pode acelerar a cicatrização de ferimentos graves e até curar de vez ferimentos menores. Assim como cicatrizes saradas ha pouco tempo. A habilidade também pode ser redirecionada para ao invés de curar apenas um ferimento, se distribuir pelo corpo e curar vários, mas em uma escala de efeito menor.
Recentemente foi aprimorada: Se Airon se concentrar apenas em um alvo, seu Chackra pode detectar ferimentos que ainda não foram percebidos. Com isso, se um aliado se encontra em batalha e Airon se concentrar apenas nele, poderá curá-lo continuamente enquant oa batalha perdurar ou enquanto se mantiver concentrado.
[A habilidade é desgastante mentalmente e para usá-la, deve-se estar concentrado apenas na cura. Qualquer distração ou atividade terá grande chance de fazer a cura ser interrompida e Airon terá de se concentrar novamente para continuá-la].

Atributos:
- Carisma
- Destreza
- Força
- Inteligencia

História: Em uma noite de tempestade, o mar de Kolos estava incomumente agitado. Isto é, mais que o normal. Um navio mercador trazia alimentos para barganhar com o reino de Nor, mas aproximadamente na fronteira com Sut, teve o casco abarroado e ferido. Por algum rochedo sumerso ou besta do mar. Não se sabe.
O navio teve que atracar próximo à fronteira e esperar a tempestade passar. A ideia tinha lógica. Não poderiam navegar em uma tempestade, com águas turbulentas e o casco danificado. Não fosse pela surpresa de um tipo de monstro marinho ter surgido um pouco antes do navio atracar.

Pela manhã, não havia mais navio. Não havia tripulação. Só havia destroços. Pedaços de táboas boiando e várias frutas e vegetais flutuando na água. Algumas caixas ainda quase que intactas, boiavam com frutas. Em uma dessas caixas, uma criança, pela idade, não tinha muito mais que 6 meses de nascido.

Alguns habitantes de lugares proximos ao mar encontraram os destroços e saqueavam o que já não tinha dono, até que um dos saqueadores encontrou o bebê. Ileso e dormingo dentro de uma caixa de maçãs que já estava na praia. Quase o descartou achando que estava morto.

O homem solitário batizou e criou Airon por 4 anos, até quando não o suportou mais. Simplesmente usava o garoto para atividades domésticas. Como um escravo. Até que um dia, ao sair de casa com Airon, seu 'padrasto' foi morto em uma emboscada. Servos do rei o identificaram como rebelde, parecia estar ajudando algum mago ilegal. Ao resistir, foi morto por uma das lâminas reais.

Airon perambulou perdido por algumas horas, até quando encontrou com Zack, um monge adolescente do monastério principal do reino de Sut. Foi levado para lá, onde passou o resto de sua infância. Os monges sempre acreditaram em antigas profecias. Acreditavam que alguém seria designado a mudar a sorte dos tres reinos. Um escolhido tocado pelos deuses e pela magia que seria capacitado à liderança de uma revolução. E ao descobrir a habilidade de Airon, todos começaram a crer que ele era o tal 'escolhido'. Aos 10 anos de idade, fez sua primeira cura na frente de um monge. Um simples arranhão no joelho de uma criança do monastério que havia sofrido uma simples queda.

Desde então, Airon começou a meditar com mais frequência. Aperfeiçoou o domínio de sua mente e corpo com o uso de artes maciais milenares criadas pelos próprios monges. Mas a eminência do escolhido seria arriscada se o mesmo fosse exposto na hora errada, então aos 12 anos, Airon foi enviado ao Reino Les, onde ganhou roupas novas e aprendeu a dominar melhor seu dom. Ainda aos 13, atraves dos mesmos monges, pôde viajar para o templo de Nor, onde conheceria seu novo mestre. La aprendeu a dominar suas habilidades físicas, mentais e espirituais. Lá teve a verdade exposta a si mesmo. Ele não era "O escolhido". Era "Um escolhido". Um guardião e devia dedicar sua vida a encontrar, servir e proteger ao verdadeiro escolhido.

Recentemente, aos 18 anos, Airon conseguiu sua quarta marcação gradual na testa. Atingindo a maturidade em sua crença e jurando lealdade ao escolhido, abrindo mão, se necessário, de sua própria vida para protegê-lo.
Agora só falta saber de seu paradeiro, pois já está ciente de sua missão.
[OBS.: Monge devoto a Keadilan]

Ver perfil do usuário http://independentart.deviantart.com

8 Re: [Ponte] Fichas em 31/03/14, 06:58 pm

LíderDosLíderes

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Postador Formado
Postador Formado
Muito bem! Todas as fichas aceitas. Com o resto dos mestres, haviamos combinado que...

Eu postaria para a Furude e o Airon.
O Corvo postaria para Belford.
E a Beatriz postaria para Illyia e Luke.

Estou indo postar agora...

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9 Re: [Ponte] Fichas em 31/03/14, 09:43 pm

Anita Júlia

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Postador Formado
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vai postar aonde ?

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