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[RPG] O Navio

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1 [RPG] O Navio em 26/06/14, 11:48 pm

LíderDosLíderes

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Já fazia seis horas. Por que eles ainda não haviam volto por vocês?  O experimento já havia acabado. AQUELA LOUCURA JÁ HAVIA TERMINADO. Eles disseram que seriam pontuais. Que não deixariam que ninguém passasse por aquela insanidade. AONDE ELES ESTÃO?!

_____________________________________________________________________

Premissa

O Navio é um RPG levemente basado no filme/livro O Iluminado. Será de elemento Dramático/Misterioso, aonde os jogadores devem interpretar personagens que  acabaram de passar por uma experiencia traumática e irritante: Conviver com desconhecidos por um mês e meio num pequeno espaço, sem meios de privacidade e sem ter uma maneira de escape.

_____________________________________________________________________

Argumento

Era um dia chuvoso quando a notícia saiu. Uma famosa empresa farmaceutica faria um experimento social, oferecendo um belo prêmio de $500,000 dólares para seus 15 participantes. Aquilo era mais que muita gente ganhava em um ano. Curioso, você decidiu buscar mais detalhes sobre o experimento.

Caso selecionado, você viveria por um mês e meio, junto a outros 14 participantes em um navio no meio do oceano pacífico. Nenhum dos participantes terá a permissão de tomar ar fresco, ao menos que haja algum acidente, no qual nesse caso os cientistas que estarão observando por câmeras ocultas em outro parte do navio interfiram. Vocês serão alimentados e viveram numa jaula grande com outras três pessoas. Em todo o dia, terão somente 30m para interagir com os outros grupos do navio, num espaço ilimitado. Além disso, o chuveiro estará nesse espaço, e caso queiram tomar banho a única maneira seja se despir na frente dos outros desconhecidos. Vocês receberiam suas comidas por uma pequena porta de menos de 30cmx30cm.

A descrição do experimento continuava. Parecia degradante. E perigoso. E repulsivo. Mas por alguma razão, seja qual for, você aceitou.


E dentro dos 1500 entrevistados, você foi um dos escolhidos. Eles especificaram que caso a coisa ficasse perigosa, eles interveriam. E que eles seriam pontuais quando o experimento acabasse.

_____________________________________________________________________

A Verdade

A verdade por atrás do experimento é um enigma. Sem embargo, você sabe que as pessoas que estão no Navio não são normais. Elas sofrem de problemas mentais, distúrbios e fobias Em alguns são mais evidentes, em outros não dá nem pra saber. Mas não são problemas normais, como medo de altura. São problemas que afetam sua conduta social.

E mesmo que você queira negar, você sabe que você também tem um problema.

_____________________________________________________________________

O Experimento

O Experimento foi horrível. Humilhante. Nojento. Pra começar, as celas não tinham banheiro. Em nenhum lugar havia banheiro. As pessoas tinham que fazer sua necessidades no canto da cela, até que num dos recessos tiveram a ideia de só fazer suas necessidades na área de recreação.  

A cada dia, a comida era cada vez mais nojenta. Começou com um delicioso café da manha com frutas, pão e queijo. No quinto dia, era alguma coisa frita. Alguns de vocês suspeitavam que os estavam alimentando com ratos fritos.

Depois da primeira semana, as pessoas começaram a usar o chuveiro. Evitaram seu máximo, mais o cheiro já era horrível. No começo, tentavam fazer da experiencia o menos traumática possível. Mas começou a haver olhares luxuriosos. Algumas das mulheres foram as mais sofreram nesse período. A gota d'água foi quando um garoto de 15 anos estavam banhado-se quando um homem mais velho, gordo e feio, o jogou no chão e começou do nada e na frente de todos agredir-lo sexualmente.

Algumas pessoas obviamente os separaram. O espancaram. O mataram.  Naquela noite, o jovem de 15 anos se suicidou. Eram 13.

E os cientistas não apareceram. Desde então, a hora do chuveiro foi sempre problemática, mas ninguém voltou a morrer.

Até que um líder começou a aparecer. Mark. Ele conseguiu liderar-los por uns dias. Para muitos, ele foi um amigo para chorar no ombro, uma figura a seguir. E para a bela Carla, um presente divino, seu primeiro amor.

Todos voltaram a se respeitar. Mas aquilo não durou muito tempo, quando no fim do mês uma mulher de 30 anos chamada Anna ficou louca de vez. De alguma maneira, ela conseguiu uma pistola. Declarou seu amor para Mark, que a recusou. Em vingança, ela  atirou na perna de Mark e agrediu Carla sexualmente na sua frente. Logo a matou. E logo matou Mark.

Foi aí que um dos participantes pulou encima de Anna, tirou sua arma da mão e tentou atirar nela. Mas não havia mais balas. Ele estava sufocando-a quando outra pessoa o tirou de cima dela. Ao parecer, Anna tinha seus próprios aliados.  Houve uma briga essa noite, aonde seis pessoas morreram.

Agora eram 7 pessoas.

Anna virou a nova chefe. Os recessos se tornaram momentos para '' descarregar a energia sexual'', de acordo com Anna.  Com desconhecidos. Algumas pessoas já nem saiam mais de suas celas, esperando que tudo aquilo terminasse.

A situação continuou. Houve problemas, mas ninguém mais morreu. Foi na ultima semana que Anna ficou doente, e faleceu no penúltimo dia.

Agora eram 6.

No ultimo dia daquele inferno, vocês acordaram com três lápis e três folhas ao invés dos seus nojentos cafés da manhã. Você e seus companheiros acabaram preenchendo. Todos estavam ansiosos para sair daquele lugar. Suas mentes estavam confusas, mas não importa.

E os relógios do navio marcaram 00:00.
E ninguém veio.

Vocês pensaram que, talvez, seria o outro dia quando vocês acordaram.

E vocês dormiram.

E acordaram. Os três participantes que compartiam aquela cela. Por um forte tremor. O navio estava se movendo. Os papeis a lápis não estavam mais na sala. As portas da cela estavam abertas... O relógio marcava 04:00 AM.

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2 Re: [RPG] O Navio em 28/06/14, 12:30 pm

LíderDosLíderes

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04:13 da manhã

A tua cabeça doía. Aquela noite havia sido esperançosa para muitos, uma pequena esperança de que aquele pesadelo fosse finalmente terminar...

Mas no fundo, todos sabiam que havia poucas chances que terminasse. Na primeira luta, eles não vieram. Na primeira morte, eles também não vieram. O chão e as paredes estavam num constante tremor, e isso só podia significar uma coisa: O navio estava se movendo.

Foi então que as luzes piscam. Você começa escutar o som de passos. Pareciam ser duas pessoas, correndo. O som vinha da sala de recreação.  Luz piscava novamente, mas dessa vez ela não voltava a ligar.

Foi então que você escutou o som de duas pessoas colidindo entre si e esfarrapando-se contra o chão.

? - S-Sai de cima de mim!
?2 - FALA CARA! EU SE DE TUDO! FALA! - Os gritos eram seguidos de socos.

Os teus olhos finalmente se acostumavam com a escuridão. Considerando que não havia mais eletricidade, talvez as portas de segurança estariam agora livres.

Você poderia ir em direção á sala de recreação, que era de onde você escutava a luta, ou sair daquele ambiente. Você desconhecia totalmente o resto do navio, já que eles os levaram naquele ambiente com uma venda.



Olhe o mapa 8D8D:

Eu não estou conseguindo reduzir a imagem... Arraste ela para uma nova aba n_n

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3 Re: [RPG] O Navio em 28/06/14, 01:45 pm

Beatriz Moura

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Marybeth Jhonson


Aquilo não teria um final agradável. Soube disso no momento em que mataram aquele gordo tarado e ninguém apareceu. Parte de mim queria acreditar que todas as mortes e abusos que haviam acontecido eram parte do experimento. Um monte de mentiras e encenação para ver como eu, e talvez os outros dois que sobraram, reagiríamos. Por isso nos deram aquele formulário estranho para preencher. No final, alguém nos pediria desculpas, explicaria o real motivo do experimento e nos mandaria para casa com o dinheiro prometido. Mas havia aquela sensação. A sensação de estar na merda, em um beco sem saída, onde tudo pioraria a qualquer momento. Ninguém viria ajudar. Ninguém nunca vem...

Tento aguçar minha audição quando a briga começa do lado de fora, na esperança de identificar quem estava envolvido. Deviam ser os outros dois que sobraram, o que me faz procurar algo para me defender. Já tinha visto isso antes. O isolamento te deixa irritadiço, paranóico, e então alguém morre... E eu não estava disposta a ser pega, não voltaria a ser uma vitima.

A briga parecia estar acontecendo na área de recreação. Então saio da cela, o mais silenciosamente possível, e viro a direita, em direção a porta no final do corredor. Talvez a falta de energia a tenha destrancado.

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4 Re: [RPG] O Navio em 29/06/14, 09:51 pm

LíderDosLíderes

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Postador Formado
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04:15 da manhã

Esforçando a sua mente ao máximo você consegue identificar os participantes daquela briga. Mais ou menos. Um deles era um homem velho, veterano de guerra, com grande músculos e um largo cabelo grisalho. Se tua memória não te falhava, seu nome era Luís Vargas. Ele era um dos outros individuos que havia recusado participar das festas de Anna.

O outro... Você não sabia. Não era que você não conseguia identificar-lo, você simplesmente desconhecia aquela voz. Pelo menos não era nenhum dos pacientes. E era justamente esse individuo que estava apanhando.

Ao entrar no corredor, você teve uma melhor imagem da cena. Como você pensava, Luís estava espancando um homem desconhecido que usava um sobre-tudo branco. Ou talvez fosse um jaleco de laboratório. Apesar dos teus olhos terem se ajustado o máximo possível a escuridão, você ainda não conseguia ver nitidamente.

Decidida, você vai até o caminho contrário, indo em direção a porta. A porta é de metal, grande, e parecia pesada, como se a única maneira de abrir-la fosse por meio de um dispositivo...

Analisando bem, havia uma espécie de leitor de crachás ao lado da porta... Sem embargo, ao menos que o leitor estivesse conectado diretamente a porta, o dispositivo seria inútil já que não há eletricidade.

Vargas - Você não vai me dizer, NÃO É?! HEIN?!
? - Cara, eu...
Vargas - Talvez ISSO te motive!

Luis morde brutalmente a orelha do individuo. Parecia por um momento que ele ia arrancar-la, mas por alguma razão Vargas a solta, respira fundo e... Continua ameaçando o cara, dando uns socos neles de vez em quando.

Vendo bem o panorama da porta, o único modo de poder passar por ela seria com a crachá, e isso não garantiria nada.

? - Eu posso abrir isso pra você... - Uma voz feminina vinha da cela pra tua esquerda, considerando que você estava olhando pra porta. A cela parecia consideravelmente escura, mas você reconhecia o rosto asiático da mulher enquanto ela se acercava. Seu nome era Yi, de largo cabelo negro, baixinha, dá a impressão de ser sorrateira. Havia sido uma das aliadas de Anna... - Mas a porta da minha cela parece estar travada... Que tal você puxar-la, enquanto eu a empurro, hmmm? Você abre uma porta, e eu abro a outra, queridinha, e saímos daqui, heh... - Ela sorri de forma confiante e suspeita ao mesmo tempo.

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5 Re: [RPG] O Navio em 02/07/14, 01:44 am

Beatriz Moura

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Marybeth Jhonson


Tudo o que eu precisava era de um maldito crachá que abra a porta... Isso se essa merda de leitor funcionar sem energia! O cara que Vargas está espancando deve ter um, afinal ele teve de abrir a porta para entrar aqui. Mas não vejo nenhuma vantagem em me meter entre Vargas e o cara que ele está esmurrando...

Ainda pesava os prós e contras de interromper a luta, quando Yi interrompe meu raciocínio. Ela disse que poderia abrir a porta da saída, caso eu ajudasse a abrir sua própria cela. Tudo mentira. Essa cadela tinha ficado do lado daquela maluca da Anna quando as coisas ficaram feias. Não acredito em uma palavra do que ela tenha a dizer, principalmente se for seguida por esse sorrisinho de réptil nojento.

- Acho que vou esperar Vargas apagar aquele cara e procurar um cartão de segurança no que sobrar dele. Você pode tentar sair daí sozinha. – Dito isso, me viro e volto para minha cela, sempre prestando atenção no desenrolar da briga na área de recreação.



Última edição por Beatriz Moura em 02/07/14, 09:03 pm, editado 1 vez(es)

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6 Re: [RPG] O Navio em 02/07/14, 10:39 am

LíderDosLíderes

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04:16 da manhã

O sorriso de Yi se alargava após a resposta que você deu. Ela imediatamente avançava contra você, seus diminutos braços passando entre  as barras de metal, só para ser parada com sua cara sendo estampada violentamente por culpa de seu próprio impulso. Felizmente você estava longe o suficiente da cela e ela não te alcançava.

Yu - Você acha que pode escapar? Você acha que pode sair? Vá, pequena libélula, mas quando eu sair, eu vou te caçar. Minha vida não vale nada, eu não tenho nada para que voltar. Minha vida é esta. E eu vou te caçar. Euvoutecaçareuvoutematareuvouarrancaracarnedoseucorpoevoucomer-la HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA - Ela começava a morder brutalmente as barras de metal. Aquilo feliz um baita de um som, e como consequência, você parava de escutar a luta de Vargas com o cientista.

Desde tua cela, após alguns segundos de silencio, um forte som de algo de madeira quebrando contra o chão ecoava pelo lugar. Após isso, escutava passos. Alguém se aproximando. Vargas passava por tua cela, e caminhava até a cela de Yi.

Vargas - Você... Ajudou aquela vadia da Anna, não foi? NÃO FOI?!

Sem antes Yi poder dar uma resposta, dava para escutar o som de alguém sendo estrangulado... Luis parecia estar ocupado.

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7 Re: [RPG] O Navio em 02/07/14, 09:02 pm

Beatriz Moura

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Marybeth Jhonson


Como eu disse, tudo mentira. Yi não podia nem mesmo abrir a própria cela, quanto mais a porta de segurança. Ela que roa as barras o quanto quiser, duvido que consiga sair de lá desse jeito.

Volto para minha cela e continuo a escutar. Vargas havia parado de espancar o outro cara. Alguma coisa de madeira é quebrada no chão.  Em seguida Luis passa por mim, vai até a cela de Yi e, aparentemente, começa a estrangulá-la. Essa era a minha chance!

Saio da cela com cuidado, sem em levantar totalmente, e vou em direção ao cara que estava apanhando. Eu não tinha ficado do lado de Anna quando ela tomou o poder. Mas duvido que a loucura assassina de Vargas se limitasse a pessoas de jaleco e aos aliados pervertidos daquela vaca.

Assim que chego ao cara estirado no chão, começo a tatear seus bolsos e peito, em busca de um cartão, crachá, ou qualquer outra coisa que me ajudasse a sair dali.

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8 Re: [RPG] O Navio em 07/07/14, 10:32 am

LíderDosLíderes

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Você consegue ir até o corpo do coitado do individuo. Agora, mais perto, você podia ver que era um homem caucasiano, mas ia até aí. O odor a podre aumentava cada vez mais enquanto você avançava... Até que tinha uma visão clara: Aparentemente o som da madeira quebrando contra o chão não era madeira... Era sua caveira, ou o que restou dela.

Lutando bravamente suas ânsias de vômito, você o revisa rapidamente. Não é necessário tatear-lo, visto que seu crachá está preso contra seu sobre-tudo. Assim que tem em mãos o crachá, automaticamente dá alguns passos para longe do corpo.

Vargas - Vamos dar o fora daqui, eu imagino. - A voz de Vargas vinha detrás de você. Ele estava alí, parado, olhando friamente para tua pessoa. Por causa do problema do corpo, tua mente estava muito ocupada para perceber que Vargas já havia parado de estrangular Yi e havia caminhado até você...

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9 Re: [RPG] O Navio em 10/07/14, 02:44 pm

Beatriz Moura

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Marybeth Jhonson


Tapo a boca com as costas da mão na tentativa de conter a vontade de vomitar enquanto puxo o crachá do jaleco do morto. Era possível esmagar um crânio dessa forma só com as mãos? Não que isso me importasse muito. No momento eu só queria dar o fora desse lug...

A voz de Vargas me faz parar no mesmo instante. Me viro devagar para encará-lo, já meio conformada com o que estava por vir. Ele havia acabado com Yi, e agora era a minha vez.

Eu sabia muito bem que não teria chance contra aquele brutamonte. E tenho certeza que correr não ajudaria, estávamos trancados ali afinal. Tinha de distraí-lo de algum modo. Eu não havia me aliado a Anna, talvez tivesse uma chance de escapar da fúria assassina dele.

- S-sim... Esse cara tinha um crachá. – Digo mostrando o item que eu havia pegado do corpo. – Acho que serve para abrir uma das portas de segurança. – Minhas mãos suavam. Se ele fizesse algum movimento brusco acho que eu simplesmente sairia correndo em direção a porta.

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10 Re: [RPG] O Navio em 14/07/14, 06:42 pm

LíderDosLíderes

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04:17 da manhã

Um silencio dominou o lugar por alguns segundos. Ele analisava cada parte de você, cada músculo. O silencio só é quebrado quando ele começava a estalar os dedos de suas mãos. Ele respirava fundo, e olhava para o lado, como se estivesse envergonhado do que fez.

Vargas - Vamos sair daqui, está bem? - Ele diz, com uma voz cansada. Na verdade, só olhar para ele dava uma imagem cansada. Essa imagem predominava em quase todos os seis restantes que haviam sobrevivido, incluindo você mesma. - Mas antes disso, pera, pera aí. Pera! Droga, como era teu nome?! Que saco... - Sua respiração começava a aumentar. - ... Beth, não? - Sua respiração voltava, lentamente ao normal.

Do nada, a velocidade do Navio aumentava consideravelmente. Dava para sentir ele se movendo, ao contrário de antes. Vargas parecia frustrado, mas respirava fundo. - O que fazemos? Deveríamos ter um plano, não?

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